Adeus Série Querida #2015

31 de dezembro de 2015 Por:

Depois das listas piores e melhores estreias, piores e melhores retornos, de ler nossos pedidos e agradecimentos para o bom velhinho, de se divertir com nossa brincadeira de amigo secreto (parte 1 e parte 2), chegou a hora do post que quase nos afoga em nossas lágrimas: a homenagem a séries queridas que foram canceladas em 2015. O obituário traz a dor de perder personagens, mas aqui nos despedimos de todo um elenco. E em 2015 a lista é bem longa. Por isso peguem seus lencinhos e leiam com carinho:

 

Hannibal (3 temporadas, 39 episódios, 2013-2015)

hannibal adeus

Hannibal sempre foi uma série muito sensorial e cheia de referências gastronômicas, então acho apropriado dizer que seu fim foi agridoce. Doce pela competência com que os produtores conseguiram encerrar a jornada de Will e Hannibal, pelo bom gosto que tiveram na construção de cada cena, transformando uma obra tão brutal em algo belo em vez de repulsivo. Ainda assim, amargo por ter ido cedo demais, por não ter sido reconhecida pelo grande público da forma como deveria e por terminar deixando para trás um universo tão vasto a ser explorado. Vai fazer falta na TV, é verdade… mas cumpriu muito bem a sua missão durante os três anos em que esteve no ar!

por Laís

Parenthood (103 episódios, 6 temporadas, 2010-2015)

Parenthood - Season 6

Primeiramente, coloque essa música para tocar enquanto lê, ela é necessária para você retomar os sentimentos da série. Parenthood era aquela hora da nossa semana em que podíamos esquecer um pouco dos nossos problemas e acompanhar a vida dos Braverman, uma família grande e com muitos problemas, como qualquer família, mas que colocava a união acima de qualquer coisa. Foram seis temporadas acompanhando o desenvolvimento daquele personagens e tudo que fica são memórias lindas. Como esquecer as superações de Max, a batalha pela vida de Kristina, as redescobertas na vida de Sarah e Amber, o desenvolvimento de Crosby e o amor de Joel e Julia. Sério, são tantos os momentos, que aposto que você tá com aquilo sorriso bobo que a gente só mostra quando temos lembranças boas. Sem dúvidas, Parenthood vai ficar marcada em nossas memórias por muito e muito tempo.

por Leandro

Two And a Half Men (262 episódios, 12 temporadas, 2003-2015)

two-and-a-half-man

Não caberia muito um Adeus série querida, tá mais para um “já vai tarde”. Além da série ser um liquidificador ambulante de preconceito e machismo, a série perdeu muito com a saída de seu protagonista! Ela entrou aqui não por estarmos tristes pelo fim, mas só para não deixar passar batido mesmo!

por Janaína

Downton Abbey (52 episódios, 6 temporadas, 2010-2015)

Downton Abbey

Uma promo da série me emocionou muito utilizando como música de fundo Time to say Goodbye e realmente chegou a hora de dizermos adeus a esta série que inovou e nos emocionou muito. Downton foi levemente prejudicada pela saída de um personagem do elenco principal e com isso foi Lady Mary voltou a se mostrar áspera e dura em alguns momentos. Os “criados” da série tiveram um bom desenvolvimento e os tempos são outros (como por diversas vezes é lembrado) e acredito que a série perderia muito com uma salto no tempo. Por isso, guardarei os excelentes momentos e darei adeus a Downton Abbey (mas já penso uma maratona) .

por Janaína

Tapas & Beijos (169 episódios, 5 temporadas, 2011-2015)

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Uma das melhores séries da televisão nacional se foiTapas & Beijos, série cômica brasileira de grande sucesso, uniu fãs durante suas 5 temporadas. A série que conta história de Fátima e Sueli, duas amigas, que dividem grande parte da vida uma com a outra, elas trabalham, almoçam, moram e vivem juntas. As amigas sempre batalhadoras e atrás de um grande amor para sua vida, passam por diversas coisas durante estas incríveis 5 temporadas. Escrita por Claúdio Paiva, contando com um super elenco: Andréa Beltrão (Sueli), Fernanda Torres (Fátima), Vladimir Brichta (Armani) e Fábio Assunção (Jorge), além de outras estrelas, como Otávio Müller, que interpretou Djalma, o  dono da Djalma Noivas, loja onde as duas amigas trabalhavam. Com as histórias sempre envolventes e instigantes, a série já foi considerada uma das séries de maior sucesso da televisão brasileira. Pode-se dizer que eu houve uma perda de enredo após a 3ª temporada da série, mas será uma série que deixará saudade no coração de muitos‍! #EternaTapas&Beijos

por Bernardo

Looking (18 episódios, 2 temporadas, 2014-2015)

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O que você faria se descobrisse que depois de um season-finalle inquietante sua série foi cancelada? Não tem ideia? Pois foi isso o que aconteceu comigo e, com certeza, com todos os outros fãs de Looking. Depois de ser uma das estreias mais aguardadas de 2014, a série produzida pela HBO e tida como uma das grandes apostas do canal para o público LGBT. Looking se despediu prematuramente em 2015, após apenas dezoito capítulos e duas temporadas. Segundo alguns críticos, parte da audiência não conseguiu se identificar com os personagens, considerando a narrativa lenta demais, ou um tanto quanto elitista. O fato é que série representa uma das grandes perdas de 2015, já que não existe atualmente nenhum seriado voltado exclusivamente para a discussão de assuntos ligados à comunidade LGBT. A forma encontrada pelo canal para amenizar o impacto disso? Confirmar junto à notícia do cancelamento, a produção de um telefilme de aproximadamente três horas – atualmente em fase de pré-produção – concluindo os vários conflitos em aberto existentes na vida de Patrick, Agostín e Dom, na capital gay dos EUA, São Francisco.

por Marcel

Glee (123 episódios, 6 temporadas, 2009-2015)

Glee-Elenco-

Como quem não queria nada, Glee chegou de mansinho com seus personagens deslocados e sem jeito; cada um com sua particularidade e um pequeno (ou grande) complexo com relação ao seu estilo de vida (um dos temas abordados foi a homossexualidade, de uma forma muito humana). Musical não é um estilo que agrada a todos, mas de alguma forma o seriado arrastou fãs por todo o mundo com sua temática de se aceitar da forma que é, elevando a auto-estima através de uma gama considerável de canções. O programa teve uma aceitabilidade tão grande, que os Loosers saíram em turnê com covers das canções tocadas nas temporadas – o que deu origem ao longa: Glee – The Movie. Infelizmente, um dos protagonistas da série Cory Monteith, foi encontrado morto no ano de 2013. A morte do ator foi um grande choque e comoveu os fãs, o que causou também uma grande reviravolta na trama da série. Nos próximos 2 anos seguintes, o seriado parecia se arrastar e não fazia tanto sentido com a ausência de Finn Hudson. Apesar dos pesares, Glee lançou Lea Michele ao estrelado e muitos outros talentos. Até hoje ficamos nos perguntando qual seria o fim se Cory ainda estivesse entre nós, assim como o ator fez falta no show, Glee deixou um vazio que ainda não conseguimos preencher. #Saudades

por Fabíola

Hart of Dixie (76 episódios, 4 temporadas, 2011-2015)

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Uma série que se passa numa cidadezinha charmosa e bem caipira chamada Bluebell, no Alabama, a primeira vista, não é a escolha de muitos dos apaixonados por séries no Brasil. Mas basta assistir a um episódio para você se encantar com seus personagens carismáticos, as histórias doces e leves, o clima de amizade e os romances. A história tem como centro a médica Zoe Hart, que vai para Bluebell depois que seu sonho de se tornar uma cardiologista caem por terra e o doutor Harley Wilkes oferece uma vaga em sua clínica. Zoe, uma nova-iorquina, a princípio não quer permanecer na cidade, mas aos poucos, vai sendo cativada. Como não se encantar pela hospitalidade do prefeito Lavon Hayes, ex-jogador de futebol? Ou pelo bad boy Wade Kinsella ou pelo advogado George Tucker e sua noiva, Lemon Breeland, a personagem que mais evoluiu em suas temporadas, passando de antagonista mimada a uma das melhores amigas da médica de shorts? Mesmo Brick, pai de Lemon e sócio pentelho de Zoe, é adorável. Hart of Dixie é uma ótima pedida para uma maratona de série fofa.

por Bianca

Community (110 episódios, 6 temporadas, 2009-2015)

Community-Adeus-Série-Querida

É verdade que a última temporada de Community não foi lá das melhores. Na verdade, nem chegou perto dos tempos áureos em que realmente era simples se divertir com a série. A comédia que pertencia a NBC foi salva do cancelamento pelo Yahoo Screen, mas nem tudo permaneceu como antes. Uma coisa é fato: Abed nunca mais foi o mesmo sem a presença do amigo Troy. Community sem essa dupla dinâmica não parecia certo. E nem a adição de novos personagens foi capaz de suprir esse vazio. Mesmo com episódios medianos, a sitcom fez uma ótima despedida praticamente aos 45 minutos do segundo tempo – e, assim, fez com que o adeus fosse mais doloroso. Ainda nos lembraremos de todos os episódios temáticos, das guerras de paintball, das referências à cultura pop, das loucuras do diretor e daquela faculdade que jamais encontraremos na vida real. No mais, parte da promessa foi cumprida e seguimos esperando o filme. Afinal, como diz a profecia, #sixseasonsandamovie.

por Giovanna

Revenge (84 episódios, 4 temporadas, 2011-2015)

revenge

Todos sabíamos que a vingança não poderia durar para sempre, na realidade ela até demorou para acabar. Foram quatro temporadas que acompanharam a saga de Emily Thorne em busca de vingança pela morte de seu pai. A verdade é que, no fim, já não se tinham muitas razões para se vingar. Mas perdoando os deslizes de verosimilhança da série, a onipotência que Emily parecia ter e a problemática segunda temporada, Revenge foi um ótimo dramalhão. Os verões nos Hamptons nos encantaram pelos excelentes embates entre Emily e Victoria – Team Vicky ou Team Ems? – Era o podre falando do mal lavado, mas era uma briga de titãs. Como esquecer a amizade entre Nolan e Emily? Mesmo com todas as barreiras que a loira criava para não se importar, Nolan conseguiu fazer deles grandes bff! E como não valorizar a própria vida vendo o quanto a do Jack ficava pior a cada semana? Enfim, quatro anos de muita vingança, mentiras, mortes de personagens secundários, fugas mirabolantes, senhas hackeadas, casamentos de fachada e infinitos vezes infinitos que vão deixar saudades!

por Aniele

My Mad Fat Diary (16 episódios, 3 temporadas, 2013 – 2015)

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Pouco conhecida no Brasil, mas muito querida pelos fãs devotados, My Mad Fat Diary teve apenas 16 episódios, ainda assim, conquistou um lugar especial em nossos corações. Com personagens cativantes, muito sarcasmo, uma trilha sonora impecável e ambientada nos incríveis anos 90, a série britânica se empenhou em retratar a juventude e especialmente os problemas psicológicos de forma realista e sensível, diminuindo estigmas, sem deixar de mostrar a seriedade do assunto. MMFD nos apresentou uma protagonista completamente fora dos padrões, mostrando que representatividade importa e tornando fácil se identificar, ao menos em algum aspecto, com a Rae. Tudo isso sem se esquecer da Gangue, um dos melhores grupos de amigos criados pela ficção. Já estamos com saudades!

por Thaís

Parks and Recreation (125 episódios, 7 temporadas, 2009-2015)

Parks and Rec

Parks and Recreation teve um começo difícil, com uma primeira temporada tão ruim que te faz quase desistir, mas aqueles que persistiram foram muito bem recompensados. Com um elenco extremamente cativante do primeiro nome dos créditos ao último, não havia ninguém naquele grupo que não merecesse seu coração, especialmente a Leslie. A personagem de Amy Pohler nos ensinou como é importante amar o que fazemos e que não importa o tamanho dos problemas, eles podem ser resolvidos sempre com entusiasmo, além de nos proporcionar um dos casais com melhor relacionamento no mundo das série: Leslie e Ben. Parks deixa muitas saudades e, com certeza, vai se tornar aquela série que você passa a acompanhar todos os atores só pra ter aquela nostalgia de vê-los na tv de novo.

por Olívia

The Mentalist (151 episódios, 7 temporadas, 2008-2015)

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The Mentalist deixou saudades, a série terminou em fevereiro e confesso que ainda não me adaptei a não ter mais minha dose semanal de Patrick Jane. O grande diferencial era exatamente o personagem de Simon Backer, a dualidade e perspicácia apresentada por Jane durante todas as temporadas foram as principais responsáveis pelo sucesso do show. Apesar de a resolução da trama principal – que envolvia o serial killer Red John – ter decepcionado, confesso que gostei muito do resultado final e sofro sempre que penso que não verei mais aventuras inéditas do meu mentalista favorito.

por Camila A.

CSI (335 episódios, 15 temporadas 2000-2015)

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Depois de 15 temporadas uma das séries de maior sucesso dos últimos tempos chegou ao fim. Ao menos a série original, já que CSI teve diversos spinoffs e a mais recente – CSI Cyber – ainda está no ar. Ao longo destes anos pouco do elenco original persistiu até o fim, eles que no inicio eram parte importante da série, junto com os casos da semana, sempre interessantes e muito movimentados. já nas ultimas temporadas os casos não estavam tão interessantes assim, e os personagens não causavam tanta empatia como os iniciais. Para encerrar com chave de ouro fizeram um especial com vários dos ex personagens de volta, Grisson, Sarah, Catherine, e até uma grande antagonista da série esteve presente. Foi um episódio especial de despedida que, apesar de clichê, a série certamente merecia.

por Camila C.

Mad Men (92 episódios, 7 temporadas, 2007-2015)

Mad Men

Mad Men nunca foi uma série cheia de tramas complexas, daquelas que nos deixam ser ar e super ansiosos. O que não significa que tratava-se de uma história descartável, muito pelo contrário! A consistência das suas 7 temporadas somada à profundidade de seus personagens, fez de Mad Men uma série “confiável”. Mesmo quando entregou vez ou outra alguns episódios e plots questionáveis, no geral, mostrou-se como entretenimento de qualidade. Além dos personagens e consistência já falados, a fotografia era belíssima, os figurinos maravilhosos e um roteiro esperto, sarcástico e apropriado para a época retratada. Mad Men nos fez discutir o papel da mulher no mundo da publicidade — que, passadas algumas décadas do que ali mostrava, ainda apresenta muitas similaridades —, a ética nesse meio e, como consequência, a própria sociedade. Os grandes destaques para mim foram o crescimento de Peggy, Joan e Sally enquanto ícones de empoderamento feminino e a jornada de Don: dos abusos, de todo o tipo, que o levaram ao fundo do poço até, então, a busca pela paz espiritual que culmina no momento em que aparece meditando, no topo da colina, com um sorrisinho (sarcástico) no rosto — nos fazendo questionar se buscava mesmo algum tipo de salvação. Apesar de não ser explícito, o momento final dá indícios de que o velho Don continuava morando dentro daquela versão hippie: o m(ad) man estava vivo. A série, sem dúvida, deixará saudades.

por Fernanda

Outras séries que se despediram da telinha em 2015 foram: Falling Skies, Chasing Life, Stalker, Forever, Strike Back, The Following, About a Boy, A to Z, The Neighbors, Ressurection, Rookie Blue, Red Band Society, Haven e Melissa and Joey.

E você, querido leitor, vai sentir saudades de quais séries que nos despedimos em 2015?

Mineira apaixonada por séries policiais, dramas jurídicos e séries teen de qualidade (Saudades, Greek!).

Belo Horizonte - MG

Série Favorita: Grey´s Anatomy

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