Agent Carter – 2×10 Hollywood Ending (Season Finale)

8 de março de 2016 Por:

Tudo que Hollywood mais ama: beijos calorosos, uma dose de mistério e finais felizes.

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“Hollywood Ending” chega como o ponto final em mais um capítulo da vida de Agent Carter, depois de um segundo ano com mais erros do que acertos. Além da missão óbvia de encerrar a trama principal da temporada, o episódio precisava servir como um desfecho adequado para a própria série, que até agora segue sem sua renovação confirmada (apesar dos boatos de bastidores da TV darem como certo um terceiro ano, mesmo com os números baixíssimos de audiência registrados – o que faz bastante sentido quando consideramos os minutos finais). Se essa era a tarefa, o resultado foi satisfatório – mesmo que beirando o previsível na maior parte do tempo.

Retomando o episódio anterior, deixamos a situação em estado de alerta máximo com a possibilidade de Dr. Wilkes explodir diante de tanta Matéria Zero que tinha no seu corpo. O doutor, que foi um dos grandes nomes da temporada, acabou por transferir todo o seu poder de volta para Whitney Frost, transformando-a em uma megalomaníaca. Isso soou bastante “fácil”. Ao longo de nove episódios, vimos os estragos que a Matéria Zero pode fazer em seu hospedeiro, sendo quase besta acreditar que ela sairia tão tranquilamente, sem causar dano aparente. A questão é que livre da influência de tal substância, Wilkes juntou sua mente brilhante com a de Howard Stark, que volta em uma participação pequena, porém marcante, e do agente Samberly para tentar encontrar uma maneira de parar quaisquer que fossem os planos de Frost – até perceberem que o caminho mais fácil seria roubar os próprios pensamentos da ex-atriz.

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Aqui, o roteiro se mostrou de uma preguiça sem fim, pois aliar Manfredi aos que até dois minutos atrás eram seus inimigos foi mais do que impensado, foi forçar a barra mesmo. Chegou a me dar irritação de ver que estavam percorrendo um caminho tão besta para a derrota de Frost, mas era assim que seria. E, de uma maneira torta e mal feita, Frost acabou caindo pelas próprias pernas. A máquina que estava desenvolvendo mostrou-se efetiva para a abertura da fenda, o que acaba atraindo a vilã e fazendo com que, ao ser atingida pelo canhão de raio gama, perdesse toda a Matéria Zero do seu sistema e, com isso, se tornasse vulnerável a prisão realizada pela RSS. Todo o processo acabou contando com algumas boas doses de complicações, é claro. A única que me fez sentir algo foi a ameaça a vida de Sousa, já que eu estava crente de que seria possível sim o roteiro brincar com uma relação por vários episódios, só para acabar com tudo antes mesmo de começar.

Só que não foi isso que aconteceu. Muito pelo contrário, Sousa foi o motivo de Carter enxergar as coisas de outra maneira e, talvez, um motivo para permanecer em Los Angeles, já que seu destino parece bastante incerto ao final do episódio. Wilker, que flertou um relacionamento com a agente mais comentada da década, acaba tendo que se contentar com um trabalho patrocinado por Stark, em reconhecimento a genialidade do doutor durante o processo. Jarvis e a esposa, um dos casais mais interessantes da atualidade, se destacam exatamente por aquilo que os fazem brilhar a todo momento: a confiança que ambos tem nesse relacionamento estável. É de se admirar como eles apoiam as decisões um do outro e reconhecem as respectivas necessidades. Essa série não existe sem Jarvis ajudando Carter, ponto final.

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E quando a gente acreditava em um ponto final, veio aquele momento que a Marvel cisma em nos proporcionar: uma cena “pós-créditos”. Dessa vez, vimos Thopsom sendo abatido definitivamente (não vou lamentar a morte do personagem, porque ele foi escroto em 85% do seu tempo de tela) e os arquivos com o passado nada convenciona de Carter acabam nas mãos de alguém que provavelmente não tem nenhuma boa intenção. Enquanto não sabemos se veremos as consequências disso ou não, aproveita para comentar o que achou do desfecho desse segundo ano. Obrigado pela companhia e até a próxima temporada.

Caiçara, viciado em cultura pop e uns papo bobo. No mundo das séries, vai do fútil ao complicado, passando por comédias com risada de fundo e dramas heroicos...

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