As narrações de Grey’s Anatomy – Season 12

12 de fevereiro de 2017 Por:

Para aqueles que pensavam que o drama médico mais famoso da emissora americana ABC estava com os dias contados, a 12ª temporada de Grey´s Anatomy veio com fôlego para mostrar que Shonda Rimes ainda tem muita história para contar nos corredores do Grey Sloan Memorial Hospital. A partida de  Derek Sheperd abalou Meredith Grey, mas fez com que a médica brilhasse como o sol que merece ser. As narrações que marcam o começo de cada episódio continuam importantes e interessantes. Vamos conferir?

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12×01 – Sledgehammer

Então, você deve estar pensando, ‘Eu já estive aqui. Isso é familiar. Isso é coisa antiga.’ Talvez você esteja se perguntando ‘Por que estamos aqui?’ Mas eu prometo, você está prestes a descobrir que tudo mudou.

Eu quero que você pare e dê uma boa olhada no corpo na sua frente. Não há nada de especial nele, é só um corpo. Então, por que você está aqui? O que é tão diferente? O que mudou? Minha resposta é… Você. Quem mudou foi você. Eu quero que você jogue tudo o que sabe sobre anatomia pela janela… E olhe para esse cadáver como se você nunca tivesse visto um corpo humano antes. Agora pegue seu bisturi. Coloque-o logo abaixo do processo xifoide. Pressione firme. Sem arrependimentos. Vamos começar.

12×02 – Walking Tall

O corpo possui cerca de 11 sistemas funcionais, desempenhando simultaneamente funções diferentes. Para nos manter funcionando, ou seja, vivos, eles precisam de uma voz, um líder, um mestre. E, nos nossos cérebros, essa função é da hipófise. Ela prevê as necessidades do corpo antes mesmo de surgirem, trabalhando sem parar. A hipófise se comunica com todas as outras glândulas ordenando a produção dos nossos hormônios vitais. Ela mantém tudo funcionando em perfeita ordem. Não há como negar. Ela tem o trabalho mais difícil do corpo.

Sem um bom líder, a máquina fica fora de controle. Mas é muito simples. Se o cérebro funciona, o corpo escutará. Os seus membros querem sustentar vocês. Os pulmões querem respirar. O coração quer bater. Mas nenhum deles sabe o que fazer sem o cérebro. O cérebro faz tudo ir pelo caminho certo. Como um bom chefe.

12×03 – I Choose You

O corpo é um mundo de possibilidades. Todas as vezes que abrimos um corpo, encaramos uma série de decisões. Algumas escolhas são feitas por você. Mas na maior parte, cirurgia é uma escolha da sua própria aventura.

Quando você se depara com escolher difíceis, as coisas complicam. Você pode viver com isso? O que você pode deixar pra trás? Certo ou errado, você tem que decidir pelo que está disposto a lutar. A escolha é sua.

12×04 – Old Time and Rock and Roll

Você pode ficar surpreso, mas aulas de anatomia podem ser desconfortáveis para cirurgiões. Somos treinados para consertar corpos. Nós preferimos nosso tecido quente, vivo. Normalmente, quando um cirurgião olha para um tecido morto, significa que algo está muito, muito errado.

Existem algumas coisas na vida que não podem ser editadas, não importa o quão desconfortável elas nos façam, e não há recompensas por sair da sua zona de conforto. Mesmo que nos faça querer vomitar. Mesmo se não quisermos nada além de correr e gritar. É por isso que as pessoas amam dizer que o que não te mata, te faz mais forte. Mas as vezes, essas pessoas não sabem do que estão falando.

12×05 – Guess Who’s Coming to Dinner

Não houve narração (Callie leva Penny ao jantar na casa de Mer).

 

12×06 – The Me Nobody Knows

De acordo com a família desse homem, ele não era fumante, mas a verdade é que ele fumou dois maços de cigarro por dia em seu carro por vinte anos, enquanto sua esposa e filhos dormiam. As vezes, a vergonha do paciente é o elefante na sala. Eles tentam escondê-la de nós, mas você não pode se esconder de um cirurgião, porque seu corpo não mente.

A verdade está bem aqui para todo mundo ver e nenhuma palavra precisa ser dita. Eles dizem que a vergonha controla todos os aspectos do comportamento humano. É sobre acreditar em quem somos. Mas no fim, você não pode se esconder, o corpo não mente. A verdade está qui para o mundo ver. Nossa vergonha pode nos sufocar. Nos matar. Pode nos destruir de dentro pra fora, se decidirmos mantê-la. Não deixe que isso aconteça com você.

12×07 – Something Against You

Todo cirurgião é treinado para procurar problemas. Para olhar para uma pessoa e dizer: “O que há de errado com você?”. Somos treinados para ver a pior situação possível. Quando seu trabalho é fazer as pessoas se sentirem melhores, você é automaticamente inclinado a ver o pior nelas.

É difícil lutar contra certas tendências. É importante manter a mente aberta. É como aprendemos. É como crescemos. É como avançamos. Até que isso não aconteça mais. Até que deixemos nossa tendência tomar conta. Até que sucumbimos ao que parece certo, ou bom, ou satisfatório no momento, porque mesmo assim, lá no fundo, sabemos que vamos nos arrepender.

12×08 – Things We Lost in the Fire

Eles dizem que se combate fogo com fogo. Fazemos isso na medicina o tempo todo. Nós cortamos para consertar o seu ferimento. Nós te machucamos para te curar. Nós colocamos lenha na fogueira, mas brincar com fogo é uma coisa perigosa.

Quando atingimos nosso objetivo, gostamos de pensar que conseguimos controlar a queimadura. Gostamos de pensar que temos controle, mas é difícil conter o fogo. E só então, quando você acha que a chama se extinguiu, ela recomeça. E então o ar fica mais quente e brilhante do que nunca.

12×09 – The Sound of Silence

Em reuniões, homens tem uma chance 75% maior de falarem do que mulheres, e quando uma mulher fala, é cientificamente provável que seus colegas homens ou irão interrompê-la ou falar por cima dela. Não é porque eles são rudes. É ciência. A voz feminina é cientificamente provada de ser mais difícil para um cérebro masculino registrar. O que isso significa? Significa que num mundo onde homens são maiores, mais fortes, mais rápidos… Se você não estiver pronta para brigar, o silêncio vai te matar

Você tem uma voz, então use-a. Fale. Levante suas mãos. Grite suas respostas. Faça com que seja ouvida, não importa como. Apenas encontre sua voz, e quando fizer isso, preencha o maldito silêncio.

12×10 – All I Want Is You

Não houve narração (Mer faz terapia após o ataque no hospital).

 

12×11 – Unbreak my Heart

Νo trauma, estamos preocupados com uma questão primordial. Como isso aconteceu? Como foi o mecanismo da lesão? Como podemos ver além da confusão do trauma para descobrir qual é o dano real? Infinitas possibilidades colocam o paciente na mesa a sua frente. Agora você pode descobrir. Eles vão sobreviver? Você será capaz de salvá-los? Ou são uma causa perdida? Cada parte do trauma conta um pouco da história. E até que você olhe para cada ferimento, você não pode ver o que deu errado.

Falamos dos mecanismos das lesões, sobre como tudo começou. Mas a verdade é que, é meio que um mito. Não podemos responsabilizar um único golpe por todas as lesões. O que nos machuca é cumulativo. Acontece com o tempo. Nós absorvemos golpe após golpe, choque após choque, soco após soco. Mas até então, mesmo que saibamos exatamente como chegamos até aqui, não significa que não podemos consertá-lo. Nós não podemos curar todas as feridas e está tudo bem. Preciso acreditar que está tudo bem. Preciso acreditar que mesmo que algo pareça impossível de ser consertado, não significa que está quebrado.

12×12 – My Next Life

Um dia em que ninguém morre é um bom dia’. Alguém disse isso uma vez. Espera. Fui eu. Eu disse isso. Qualquer dia em que acorde e seu corpo ainda se move é um bom dia. Você pode recomeçar. Pode esquecer os erros do passado. Pode ter um novo começo. Viver cada dia como se fosse o último. Todas as baboseiras escritas em almofadas e parachoque, é tudo verdade. Você está vivo. Respeite isso. Nem todos estão.

Nós podemos recomeçar. Todos os dias temos segundas chances para nos tornamos quem sempre quisemos ser. Podemos deixar o passado para trás ou podemos aprender com ele e honrá-lo. Podemos decidir. Nunca é tarde demais para mudar. Essas pessoas não têm essa chance. Elas deixaram para vocês. Deixaram vocês aprenderem com elas, então vamos agradecer e não estragar tudo.

12×13 – All Eyez on Me

Quando eu estava na faculdade de medicina, conheci um cara que era mágico nos fins de semana em festas infantis. Isso dá um tipo de sensação estranha. Se está pensando em serrar uma pessoa ao meio, você vai precisar praticar. Quando você sobe no palco e todos olham para você, não quer que o público veja você suar, você quer que vejam a mágica.

Há uma razão para gostarmos de manter as coisas para nós mesmos. Quando você tem uma audiência, até o menor momento se torna grande. Isso faz grandes momentos parecerem positivamente devastadores. O truque é não deixar que a pressão afaste você de agarrar grandes oportunidades. Você sai por aí, pelada e com medo, e finge que ninguém está olhando.”

12×14 – Odd Man Out

Quando bebês nascem, eles geralmente choram como se não houvesse amanhã. É alto, é chocante, e é completamente injusto. Aquele adorável pequeno bebê foi forçado a sair do ventre materno, e forçado a respirar o ar externo com seus pulmões novos em folha. É a natureza humana. Ninguém que ser deixado no frio, rejeitado e sozinho.

Afeição, aceitação, e amor incondicional. Todos o queremos. Todos o procuramos. Mas quando o encontramos, é muito aterrorizante. Porque com a mesma rapidez que o encontramos, ele pode desaparecer. E voltamos à estaca zero, sozinhos.

12×15 – I am not Waiting Anymore

Nós cobrimos as lesões com gaze e esparadrapo. Para proteger o ferimento, para prevenir a infecção, para salvar o paciente de mais sofrimento. A parte mais difícil vem quando você tem que tirar o curativo, porque isso pode doer bastante.

Dói quando se abre a ferida. Não queremos ver o que está por baixo. Mas talvez não seja o medo da dor que nos segura. Talvez tenhamos medo de ver se a ferida ainda está aberta… ou se ele pode realmente se curar.

12×16 – When it Hurts so Bad

‘Não tenha medo.’ Perdi a conta de quantas vezes disse isso. O interno está em frente ao paciente, com um bisturi ou uma agulha ou uma pinça, com medo de dar o primeiro passo. Eles estão com medo. Eles sabem o que fazer, mas precisam de um leve empurrão.

Não pare. Não hesite. Você não poder ter medo do que está por vir. Não deixe o medo atrapalhar você. É por isso que não operamos sozinhos. Há atendentes e enfermeiros e internos. Os centros cirúrgicos são cheios de gente. Então no caso de alguém se machucar, ninguém precisa passar por isso sozinho.

12×17 – I Wear the Face

Dores nas costas, dor na mandíbula, náuseas. Em homens, essas coisas provavelmente são exatamente o que parecem ser. Mas em mulheres são todos sintomas de infarto. Às vezes, o sintoma está escondendo o que acontece por baixo. É tudo do jeito como o sintoma se apresenta.

O que acontece quando as luvas caem e você para de se esconder atrás de sua máscara? Qual é o seu próximo passo? Você se arrisca e vê aonde chega? Ou você se segura, espera um pouco, e vê se é pego de surpresa? É sua jogada. Você pode recuar ou atacar, então o que você vai fazer?

12×18 – There’s a Fine, Fine Line

Eu costumava passar horas estudando filmagens antigas das cirurgias da minha mãe. Eu dissecava cada movimento, cada corte, cada decisão. Eu estava montando um quebra-cabeças, assistindo, estudando, aprendendo. É um luxo que não temos quando o paciente está aberto na nossa frente. Não podemos rebobinar. Não há replay. Nós só temos que cortar e torcer para que saibamos que diabos estamos fazendo.

Na retrospectiva as coisas sempre parecem óbvias. É fácil descobrir o que você deveria ter feito quando repassa o ocorrido. Você enxerga seus erros. Você sabe como iria corrigi-los. Mas é essa a questão, não é mesmo?

12×19 – It’s Alright, Ma (I’m Only Bleeding)

Cirurgiões têm um ditado: “todo sangramento deve parar”. É como nossa versão de “isso também passará”. Toda crise eventualmente tem um fim. Ou você salva seu paciente, ou não. Então, de um jeito ou de outro, o sangramento vai parar. Na verdade, até onde o ditado vai, ele não é tão reconfortante assim.

Todo sangramento deve parar. Às vezes, há um preço. Você perde o braço, remove o órgão. Você escolhe conviver com a perda, porque ao fim do dia, você fará o que puder para se manter vivo. E às vezes, por um milagre, isso funciona. O sangramento para. Mas às vezes, não importa o quanto tente, ainda não é suficiente.

12×20 – Trigger Happy

Cirurgiões são avaliados quanto sua rapidez e eficiência. Mas isso não significa que o mais rápido é sempre o melhor. Se você se precipita, arrisca um disgnóstico errado. E isso nos traz problemas.

Disparamos pela primeira vez, estamos comprometidos. Não há como voltar atrás. A questão é… continuaremos atirando… declaramos guerra?

12×21 – You’re Gonna Need Someone on your Side

Às vezes, você não pode fazer tudo sozinho. Você precisa de alguém. Na Medicina, temos assistentes, segundas opiniões. Deixamos a situação a nosso favor. Lidamos com vida e morte aqui. Você não quer ser pego despreparado. O problema de estar em uma equipe…é que requer comprometimento. Você tem que colaborar. Tem que ajudar a vencer. Aconteça o que acontecer.

Pode nem sempre gostar do seu colega de equipe. Precisa aprender a compartilhar a bola. Precisa estar entregue. De um lado ou de outro.Mas se você se esforçar…Dar o seu melhor, se comprometer de verdade, a vitória se torna mais doce.

12×22 – Mamma Tried

Existe uma história na Bíblia. Duas mulheres alegam ser mães da mesma criança. O rei Salomão teve que decidir. Duas mães. Só uma fica com a criança. Salomão teve uma ideia. Ele propôs uma divisão ao meio. Literalmente: ele propôs cortar a criança no meio. Tudo termina quando uma das mães abdica da guarda. Do contrário, as duas entram em confronto. E a criança é cortada ao meio.

Se você está imaginando como a história de Salomão termina… Alerta de spoiler. A verdadeira mãe preferiu abrir mão do bebê, do que tê-lo dividido em dois. Mas o que acontece quando ambas são verdadeiras mães? Essa é uma história completamente diferente.

12×23 – At Last

Infecções têm o péssimo hábito de se infiltrar sorrateiramente. Você está se sentindo bem, pensa que a infecção já foi curada, e aí, ela volta. De repente. Quando seu corpo ainda está fraco. Quando ainda não se recuperou. E quando a infecção se espalha, quando ela entra na corrente sanguínea, então você precisa tomar cuidado. Porque esse tipo de infecção… pode te matar.

Quando você percebe que colocou algo para dormir? Quando é finalmente seguro seguir em frente? Talvez você nunca saiba. Talvez precise apenas experimentar algo novo. Precisa ver qual a sensação. E se for bom…quero dizer, bom mesmo, então eu digo: vá em frente.

12×24 – Family Affair

O amor tem limites. Nós sabemos disso. Nós os derrubamos, os levantamos, e os derrubamos de novo. Mas precisa ser desse jeito? Não podemos aprender? Não podemos ser corajosos? Não podemos acreditar? Por que, talvez seja tudo que precisamos – um pouquinho de coragem, um pouquinho de esperança, acreditar um pouquinho. Talvez não existam limites se escolhermos não vê-los. Talvez o amor seja ilimitado se nós formos corajosos o bastante para decidir que o amor não tem limites. Talvez haja felicidade suficiente para todos. Ou talvez… me dê um minuto.

 


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Mineira apaixonada por séries policiais, dramas jurídicos e séries teen de qualidade (Saudades, Greek!).

Belo Horizonte - MG

Série Favorita: Grey´s Anatomy

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