Chicago Fire – 5×15 Deathtrap (Megacrossover)

2 de março de 2017 Por:

O episódio dessa semana de Chicago Fire foi a primeira parte de um megacrossover criado para introduzir a mais nova série da franquia sob o selo Dick Wolf, Chicago Justice, que estreia oficialmente no dia 5 de março. Como não poderia ser diferente, teve tragédia e muita emoção, marca registrada dos seriados.

O Batalhão 51 foi atender a um chamado de incêndio em uma fábrica e a situação que encontraram por lá era muito pior do que imaginavam. No local moravam alguns jovens artistas, que estavam promovendo uma grande festa. Impossível não se lembrar da tragédia na boate Kiss, no Rio Grande do Sul, e toda a comoção que tomou conta do país com todas as mortes.

O salvamento foi complicado e muitos jovens não conseguiram sobreviver, seja pelas queimaduras ou pela inalação de fumaça, o que deixou todos os envolvidos no resgate bastante mexidos emocionalmente. Isso ficou bem claro com Mouch, que se machucou durante o trabalho e recusou ser atendido na frente de outros feridos mais graves.

Severide e o chefe Boden, mais uma vez, fizeram as vezes de herois e conseguiram resgatar a filha do detetive Olinksy, de Chicago PD, que estava no prédio. A menina ficou bastante ferida, com mais de 60% do corpo queimado, e foi levada para ser atendida no Chicago Med.

Embora aqui o foco seja o trabalho dos bombeiros, já podemos ver como esse crossover é bem orgânico, com um roteiro bem amarrado para unir todos os seriados. O resgate das vítimas é feito, os médicos tentam salvar os feridos, os bombeiros investigam o que causou o incêndio, os policiais buscam os culpados e os promotores levam o caso à Justiça.

Não entendi muito bem porque levaram o dono do prédio para prestar depoimento no corpo de bombeiros e não na delegacia, afinal o cara estava sendo ameaçado. De qualquer maneira, a história estava focada em Chicago Fire, então ele se matou no banheiro do Batalhão.

Além de terem de lidar com o suicídio do dono do prédio, os bombeiros também descobrem que o incêndio foi intencional, ou seja, agora o caso não é apenas uma tragédia, mas sim um homicídio em massa. Passa a bola para Chicago PD!

Na parte boa do episódio, se é que se pode chamar assim, Dawson e Brett conseguiram reunir um jovem casal, que havia acabado de se conhecer, e estava dançando quando o incêndio começou. Alguma coisa boa tem que sair no meio de tanta desgraça né? Também tivemos a introdução de uma nova personagem, Marcie, que foi cobrir as férias da Connie e já teve que enfrentar um dia daqueles. Achei a moça simpática e é provável que ela venha a se envolver com alguém do 51. Minha aposta é o Otis.

Falando em romances, Severide e Anna encontraram o caminho, finalmente. Ela vai trabalhar como enfermeira pediátrica no Chicago Med e os dois poderão ficar juntos. Será que o tenente engrena um relacionamento verdadeiro dessa vez?

Vou colocar aqui embaixo um breve resumo do que rolou na segunda parte desse megacrossover, em Chicago PD, e na terceira, em Chicago Justice.


Chicago PD (4×16 Emotional Proximity) 
O detetive Voight liderou a busca pelo criminoso que provocou a tragédia na fábrica usando, como sempre, seus não muito ortodoxos métodos. A situação ficou ainda pior quando foi confirmada a morte da filha do detetive Olinsky. Seguindo uma dica dos bombeiros de que um incendiário sempre volta ao local do crime para ver o resultado do seu trabalho, os policiais conseguiram prender um rapaz que se encaixava na descrição do suspeito. Se o fato do Voight ter deixado o Olinsky dizer que o cara confessou, sem ele ter confessado, vai ou não importar, isso é assunto para a próxima série, Chicago Justice.

Chicago Justice (1×1 Fake)
Claro que a bobagem do Voight e do Olinsky prejudicou o caso. A confissão que nunca existiu precisou ser excluída do processo e o promotor do caso (olá Peter Stone!) ficou por um triz de perder a condenação do suspeito. No fim o garoto era um misógino, que ficou revoltado com a rejeição de uma garota que estava na festa, e decidiu colocar fogo em tudo para se vingar, matando 39 pessoas que nada tinham com isso. Chicago Justice, ao que tudo indica, será um drama de tribunal bem ao estilo Dick Wolf (Law and Order), com muitas reviravoltas. Aguardemos!


E então, o que acharam desse megacrossover? Animados para acompanhar mais essa série da franquia Chicago? Deixem seus comentários!

Jornalista, mãe, apaixonada por séries desde a época da Sessão Comédia, Gosto de dramas que emocionam e de comédias inteligentes. Também sou fã dos seriados de super-heróis.

São Bernardo do Campo, SP

Série Favorita: Outlander

Não assiste de jeito nenhum: The Blacklist

Desafio: você se lembra de quem foi essa declaração de amor?

2 semanas atráscomentarios

Ah, o dia dos namorados. Aquele momento do ano para espalhar aos quatro cantos nosso sentimento por aquela pessoa especial, que faz o coração acelerar e as palmas da mão suarem. Aquela pessoa por quem você faria qualquer coisa, até mesmo deixar a vergonha – ou o medo – de lado para professar seu amor. Nas séries, existem muitos personagens  que não esperam data especial nenhuma para declarar seu amor, seja num momento de desespero, num pedido de casamento ou só para reforçar aquilo que o parceiro já sabe e Tom Jobim cantava aos quatro ventos: é impossível ser feliz sozinho. Você também acredita nisso e se derrete toda vez que sabe que chegou a hora de surtar, porque vai ter […]

Leia o post completo

Guia da Trilha Sonora: Scream – Season 1

2 semanas atráscomentarios

Entre os poucos pontos positivos que posso destacar em Scream, a trilha sonora fica em primeiríssimo lugar (talvez porque seja da MTV). Misturando canções atuais, dançantes e tristes, que fazem parte da vida dos jovens de Lakewood, a série soube utilizá-las para compor a história e os personagens. Assim, nada melhor do que ouvir as músicas da primeira temporada, agora disponível em uma playlist na nossa conta do Spotify!

Leia o post completo

House of Cards e a Política Brasileira

3 semanas atráscomentarios

Primeiramente, #foratemer. E se você ainda não conferiu a última temporada de House of Cards, não se preocupe, esse texto não contém spoilers, – apenas reflexões. Pra gostar de House of Cards você precisa torcer pelos Underwood. Claro, a gente sabe o quanto eles são escrotos, mas é ficção, certo? Não tem problema torcer pelos vilões. Ou pelo menos era o que pensávamos em 2013, quando a série estreou. Mas de lá pra cá a política mundial virou de ponta à cabeça. Os Estados Unidos elegeram Trump e nós tivemos Temer enfiado goela abaixo. Isso sem contar os acontecimentos dignos da ficção, como a morte de Teori Zavascki, a delação do Joesley e os testes nucleares da Coréia do Norte. […]

Leia o post completo

Siga as nossas redes sociais e fique sempre conectado:

Assine nossa newsletter