Chicago Fire – 5×17 Babies and Fools

31 de março de 2017 Por:

Em um episódio pouco inspirado de Chicago Fire, a sensação foi de que já vimos situações e histórias parecidas com essas e, embora o caso principal fosse interessante, não acrescentou nada de muito importante para o desenvolvimento dos personagens e da trama. Um filler, provavelmente, para desenvolver questões mais importantes mais para frente.

A história envolvendo o acidente com a mãe e os dois filhos mexeu com a Dawson. Desde a perda da guarda do pequeno Louie e antes ainda, quando ela perdeu o bebê que esperava, a paramédica ficou com a questão de formar uma família mal resolvida. Afinal de contas, ela deixou de trabalhar como bombeira para adotar o menino e poder ficar com Casey sem causar problemas para o Batalhão.

Além de toda essa questão pessoal, Dawson também não é de deixar as coisas para lá. Se ela acredita que tem alguma coisa errada, vai até o fim. Sendo assim, nada mais natural do que ela atropelar até mesmo o policial designado para o caso para encontrar o responsável pelo acidente. E ela estava mesmo certa, porque o cara era um sociopata, que provocava acidentes para aparecer como o heroi e salvar o dia. Destaque para a ajuda do Dr. Charles, de Chicago Med, que prontamente suspeitou que pudesse ser um caso desse tipo.

Fazendo um adendo, não sei vocês, mas eu fiquei pensando que se fosse no Brasil o cara estaria jogando pedras nos veículos para assaltar as pessoas. Isso acontece muito por aqui, mas acho que em Chicago as coisas ainda não chegaram a esse nível, porque nem suspeitaram disso.

Enquanto Dawson tentava encontrar o motoqueiro, Casey descobria que ser vereador não é um trabalho simples. Ele teve o maior trabalho para descobrir que a obra não estava regularizada e no fim o cara só estava incomodado mesmo era com o banheiro na janela do quarto. Gente! Gosto quando a série trata do papel do tenente também como defensor do povo.

Já Severide deu um passo a mais em seu relacionamento com Anna. A enfermeira, que aceitou um trabalho no Chicago Med para ficar mais perto do bombeiro, está se sentindo sozinha e deslocada na cidade. Foi muito fofo ele levá-la para patinar e mais fofo ainda o modo como ele lidou com o menininho que sofreu o acidente de carro. Espero que esse romance tenha sucesso, porque já cansou essa história dele sempre largar mão das mulheres com quem se envolve quando as coisas ficam sérias.

A relação do Hermann com o Otis nem sempre é muito lembrada, o que é erro porque os personagens são ótimos. Os dois são sócios no Molly’s, junto com a Gabby, mas Otis se ressente de não ser ouvido em suas ideias. Vimos que a ideia de uma noite dançante realmente não era boa, mas foi muito gentil da parte do Hermann tentar agradar o amigo.

Hermann, Otis, Cruz e Mouch costumam fazer o alívio cômico da série e o fazem muito bem. Ainda assim, acho que os personagens mereciam tramas mais elaboradas.


E vocês, o que acharam do episódio? Querem que a Dawson e o Casey aumentem a família? Deixem seus comentários!

Jornalista, mãe, apaixonada por séries desde a época da Sessão Comédia, Gosto de dramas que emocionam e de comédias inteligentes. Também sou fã dos seriados de super-heróis.

São Bernardo do Campo, SP

Série Favorita: Outlander

Não assiste de jeito nenhum: The Blacklist

  • karoline ávila

    essa série ta me cansando dum jeito que não sei nem explicar, não guento a dawson querendo ser policial e bombeira ao mesmo tempo, as tramas do molly me parecem desleixadas, eles inventam qualquer coisa pro bar bombar e o otis é sempre deixado de escanteio como se fosse bobo sempre, nunca é levado a serio. chicago fire pra mim tem um defeito que é nunca jamais aproveitar os personagens secundarios pra lançar historias realmente boas, será q casey e gabby SEMPRE tem q ser donos do enredo e salvadores da patria? não é mais a serie que ante despertava em mim nervosismo, que me deixava quase morta do coração vendo os eps, hoje não passa de uma historia morna e sem grandes complicações. enfim, nao sei se alguem concorda mas é minha visão.

    • Thais Gonzaga De Oliveira

      Karoline, concordo com você sobre os personagens secundários. Os atores são tão bons, tudo tão bem construído, só falta os roteiristas aproveitarem melhor. E assim os episódios ficariam mais dinâmicos.

Desafio: você se lembra de quem foi essa declaração de amor?

2 semanas atráscomentarios

Ah, o dia dos namorados. Aquele momento do ano para espalhar aos quatro cantos nosso sentimento por aquela pessoa especial, que faz o coração acelerar e as palmas da mão suarem. Aquela pessoa por quem você faria qualquer coisa, até mesmo deixar a vergonha – ou o medo – de lado para professar seu amor. Nas séries, existem muitos personagens  que não esperam data especial nenhuma para declarar seu amor, seja num momento de desespero, num pedido de casamento ou só para reforçar aquilo que o parceiro já sabe e Tom Jobim cantava aos quatro ventos: é impossível ser feliz sozinho. Você também acredita nisso e se derrete toda vez que sabe que chegou a hora de surtar, porque vai ter […]

Leia o post completo

Guia da Trilha Sonora: Scream – Season 1

2 semanas atráscomentarios

Entre os poucos pontos positivos que posso destacar em Scream, a trilha sonora fica em primeiríssimo lugar (talvez porque seja da MTV). Misturando canções atuais, dançantes e tristes, que fazem parte da vida dos jovens de Lakewood, a série soube utilizá-las para compor a história e os personagens. Assim, nada melhor do que ouvir as músicas da primeira temporada, agora disponível em uma playlist na nossa conta do Spotify!

Leia o post completo

House of Cards e a Política Brasileira

3 semanas atráscomentarios

Primeiramente, #foratemer. E se você ainda não conferiu a última temporada de House of Cards, não se preocupe, esse texto não contém spoilers, – apenas reflexões. Pra gostar de House of Cards você precisa torcer pelos Underwood. Claro, a gente sabe o quanto eles são escrotos, mas é ficção, certo? Não tem problema torcer pelos vilões. Ou pelo menos era o que pensávamos em 2013, quando a série estreou. Mas de lá pra cá a política mundial virou de ponta à cabeça. Os Estados Unidos elegeram Trump e nós tivemos Temer enfiado goela abaixo. Isso sem contar os acontecimentos dignos da ficção, como a morte de Teori Zavascki, a delação do Joesley e os testes nucleares da Coréia do Norte. […]

Leia o post completo

Siga as nossas redes sociais e fique sempre conectado:

Assine nossa newsletter