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Chicago Justice – 1×07 Double Helix

Por: em 13 de abril de 2017

Chicago Justice – 1×07 Double Helix

Por: em

É primeira vez, desde que a série foi lançada, que tivemos um episódio com foco não só no Peter como também nos personagens secundários. A história de Laura parece ser bem emocionante, e pelo que foi introduzido até agora tem muita coisa para rolar. Mas vamos deixar para comentar sobre isso mais lá pra frente, afinal, o caso foi bom, a história também e a sincronia entre os personagens já é comemorável.

Como sempre, Peter conseguiu solucionar o caso e, além disso, mostrou o porquê dele ser o grande destaque da série. Já comentei aqui sobre sua personalidade e a necessidade que se faz de ter alguém tão empenhando pela justiça, numa série que é sobre ela. É possível ver isso durante a sua conversa com o assassino que ele prendeu anos atrás, ele consegue captar os momentos principais e importantes dos acusados e, dessa forma, fazer um excelente desempenho no Tribunal.

O caso por mais confuso que tenha aparentado ser no início, e um pouco mórbido também, revelou que quem tinha matado o bebê e a mãe, realmente foi a “amiga”. A descoberta logo no começo, ou muito antes do final do episódio foi uma boa e é aquilo que mencionei na review anterior, das pretensões dos diretores para com CJ: o que eles querem com a série? Qual o propósito, objetivo? O que parecia confuso e distante depois do pilot, hoje conseguiu se encontrar e traçar um caminho. A série vem com a premissa de mostrar diferentes casos de crimes e as suas soluções, mostrando a forma como impacta na sociedade americana e no sistema judiciário. Só que a medida que isso se desvirtua, a série se destoa da proposta original, o que prejudica não só a renovação como a empatia e carisma do público.

Chicago Justice caminha a passos pequenos em busca da consolidação na NBC, resolvendo e amadurecendo suas ideias enquanto série derivada de outras duas com considerável sucesso, é por isso que todos (as) ficaram tão felizes ao ver um pouco mais da história da Laura. A resistência com o Antonio ainda permanece, e será mais difícil de tirar. E o que aparentava ter o mesmo desfecho com a sua parceira, se mostrou diferente com Double Helix. 

Pelo que pudemos perceber, a história da Laura ainda está um pouco embaçada, mas ao que tudo indica, temos uma criança, um ex marido e uma guarda. A culpa na genética, em seu pai e seu vício compromete a guarda da filha e os pensamentos de que poderia fazer algo diferente para estar com a filha e com a família é o que mais passa na cabeça da policial. O que faz com que a cena final seja uma das mais tristes também. Não é por má vontade, nem por falta de amor, ela está impossibilitada de conseguir a guarda justamente por um erro que não foi dela. É triste e é muito real. Além da questão envolvendo seu pai, algo muito maior se torna motivo de pauta, logo nos minutinhos finais a gente descobre que o ex marido tem dificultado as coisas e principalmente a guarda da filha.

Não consigo visualizar de que forma isso pode ser colocado daqui pra frente. Neste episódio tivemos um caso envolvendo o bebê morto, que de uma certa forma, colaborou com esse plot. Mas se isso vai ser abordado daqui pra frente e como será, não sabemos. O que temos até agora é promessas de mudanças e umas batidas de sobrevivência aqui e acolá.

 


Helaine Marina

Assiste séries com a mesma frequência que sente fome. Estudante de Direito, futura professora de Inglês e louca pelos animais, em especial, seus amigos. Uma aquariana que não é brinquedo não .

Salvador BA

Série Favorita: Impossível decidir

Não assiste de jeito nenhum: Glee

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