Chicago Justice – 1×11 AQD

8 de maio de 2017 Por:

Chegando na sua reta final, Chicago Justice apresenta um excelente episódio e com grande perspectiva para o futuro. AQD além da reviravolta no desfecho, trouxe mais interação entre os personagens e abordou, mais uma vez, um tema muito polêmico que é a separação de casais envolvendo filho (a).

O caso que começou envolvendo uma grande empresa, no final das contas se tratava de um caso de orgulho de macho ferido, ou melhor dizendo, inferioridade do homem pós divórcio. Pois bem. Eu gosto quando os casos trazem soluções complexas que vão além do que já estamos vendo. E é justamente por esse motivo que gosto tanto do Peter, afinal, é ele quem dá o start na Promotoria e vai além do óbvio.

Apesar da Anna ter tido participação no início do episódio, considerando a injustiça da acusação de homicídio doloso em face da mulher, foi Peter quem pensou além e viu que por mais que a Constituição não explicitasse que tipo de rapto, ela não fazia distinção se era virtual ou não. Dessa forma, o caso teve o melhor desfecho possível, pois foi através de uma conversa com o Dawson, que Peter viu, nos sentimentos e emoções do acusado, a chance de levá-lo a cadeia e responder pelo atropelo do rapaz. E é esse tipo de atitude que é bacana de ver, pois além de trazer dinamismo a série, ela consegue ter um diferencial importante, o que acaba despertando a sensação de interesse por parte do público.

Um ponto metade negativo e positivo na série diz respeito a interação social dos personagens. Negativa porque, comparado com as outras séries da franquia, a relação das pessoas e da equipe é muito maior e mais verdadeira do que em Justice. Isso é complicado, porque se formos pensar em Med, por exemplo, a equipe se relaciona fora e dentro do Hospital, o que não acontece muito por aqui. Malmente temos uma conversa aqui e ali entre Anna e Peter, ou entre Dawson e Negal, mas fora isso, os 4 só conversam sobre o caso, nada além. Um ponto positivo é justamente ter a interação entre esses quatro, de forma isolada, pois Peter e Anna conseguem mostrar química juntos, assim como o segundo casal, e quando eu digo casal, entenda por duas pessoas juntas, não a forma amorosa da palavra casal.

Mas nomenclaturas a parte, o que a gente tem até agora é essa linha tênue entre o bom e o ruim. Além disso, definitivamente a conclusão que se tem é que muita coisa precisa melhorar, e se formos pensar a longo prazo, essas mudanças podem não ter efeito em somente dois episódios, que é o que falta para acabar a temporada, o que pode, assim, vir a comprometer a renovação da série.

Assiste séries com a mesma frequência que sente fome. Estudante de Direito, futura professora de Inglês e louca pelos animais, em especial, seus amigos. Uma aquariana que não...

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Salvador BA

Série Favorita: Impossível decidir

Não assiste de jeito nenhum: Glee

  • porlapazyporlavida lc

    Amei o episódio. Não se a forma como a mulher que interpretou a mãe ou se como desenvolveram a personagem, mas senti muito mais pelo paai do que por ela. Aquela cena final dele assumindo a culpa dizendo que ela ja tirou tudo dele me partiu o coração. Talvez porque eu tenha uma relação mais próxima com o meu, não sei.

  • Dagoberto Filho

    Sério que você consegue categorizar esse episódio como excelente? Um final previsível, com protagonistas péssimos e um ritmo péssimo.

Desafio: você se lembra de quem foi essa declaração de amor?

2 semanas atráscomentarios

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Guia da Trilha Sonora: Scream – Season 1

2 semanas atráscomentarios

Entre os poucos pontos positivos que posso destacar em Scream, a trilha sonora fica em primeiríssimo lugar (talvez porque seja da MTV). Misturando canções atuais, dançantes e tristes, que fazem parte da vida dos jovens de Lakewood, a série soube utilizá-las para compor a história e os personagens. Assim, nada melhor do que ouvir as músicas da primeira temporada, agora disponível em uma playlist na nossa conta do Spotify!

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House of Cards e a Política Brasileira

3 semanas atráscomentarios

Primeiramente, #foratemer. E se você ainda não conferiu a última temporada de House of Cards, não se preocupe, esse texto não contém spoilers, – apenas reflexões. Pra gostar de House of Cards você precisa torcer pelos Underwood. Claro, a gente sabe o quanto eles são escrotos, mas é ficção, certo? Não tem problema torcer pelos vilões. Ou pelo menos era o que pensávamos em 2013, quando a série estreou. Mas de lá pra cá a política mundial virou de ponta à cabeça. Os Estados Unidos elegeram Trump e nós tivemos Temer enfiado goela abaixo. Isso sem contar os acontecimentos dignos da ficção, como a morte de Teori Zavascki, a delação do Joesley e os testes nucleares da Coréia do Norte. […]

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