Chicago Med – 2×16 Prisioner’s Dilemma

10 de março de 2017 Por:

Na semana do Dia Internacional da Mulher, Chicago Med apresenta um episódio recheado de situações envolvendo a maternidade, mostrando que a realidade nem sempre é aquilo que a mídia ou a sociedade tentam fazer parecer que é o certo.

A Dra. Manning atendeu um caso muito complicado, da moça em estado vegetativo que foi estuprada e engravidou. Cheguei a pensar que Olivia Benson ia aparecer por lá (Law and Order SVU), mas ficou para a próxima. Tivemos sim foi uma discreta participação da detetive Erin Lindsay, de Chicago PD, que liderou a investigação do caso.

Acontece que saber quem foi o culpado por esse crime horroroso nem era o mais importante nessa história. Os pais queriam manter a gravidez da filha, alegando que aquele feto era a última coisa que restava da moça. Compreensível, mas ainda assim complicado, já que ela passou por uma violência. A Natalie, como não poderia deixar de ser, não se conformou com isso e ainda encasquetou que o coma talvez não fosse irreversível.

Eu só fiquei imaginando o misto de alegria e tristeza daqueles pais ao descobrirem que a filha não estava em coma, mas presa dentro de seu próprio corpo, sem poder se comunicar. Pensar no sofrimento que deve ter sido esses cinco anos. Sem contar que ela estava consciente quando foi abusada né?

A persistência da Dra. Manning foi essencial para que a situação se resolvesse. E o Will não perdeu tempo em dizer que ela está sempre querendo contradizer o que ele disse. Mais alguém sentiu faíscas entre esses dois ressurgindo?

Já no caso atendido pelo Dr. Choi, a persistência de uma mãe, que faria de tudo (tudo mesmo) para salvar a vida da filha foi fundamental. A mulher arriscou a própria vida para conseguir o atendimento médico que a filha precisava e April, que acabou de perder seu bebê, entendeu isso perfeitamente. Se foi o certo ou não livrar a mulher da polícia, isso já é outra história. Eu acho que faria o mesmo (vaias para o Dr. Choi).

O caso acabou ajudando a enfermeira a passar pelo luto, chorando no ombro do irmão. A ausência do Tate e a menção de que o relacionamento entre os dois está estranho já mostrou que o noivado subiu no telhado. Aguardemos.

Enquanto a mãe lutava pela vida na emergência, o Dr. Latham sofria com o fato de estar criando empatia com as pessoas. Ele não conseguiu ser objetivo ao operar a criança e decidiu que não vai mais fazer o tratamento para lidar com o autismo. Achei uma pena (SQN), porque não teremos mais suas piadinhas sem graça.

Na ala da psiquiatria, a Dra. Reese acabou se envolvendo, meio sem querer, com uma paciente internada em outro hospital. Nesse caso, a mãe, doente mental, pode ter provocado o comportamento descontrolado da menina, mas como saber? Não deve ser fácil lidar com casos psiquiátricos, mas com crianças e adolescentes deve ser ainda pior. Tomara que a história tenha continuidade e Sarah e o Dr. Charles consigam descobrir o que está acontecendo com a garota.


E vocês, o que acharam desse episódio? Gostaram dos casos do dia? Deixem seus comentários!

Jornalista, mãe, apaixonada por séries desde a época da Sessão Comédia, Gosto de dramas que emocionam e de comédias inteligentes. Também sou fã dos seriados de super-heróis.

São Bernardo do Campo, SP

Série Favorita: Outlander

Não assiste de jeito nenhum: The Blacklist

  • porlapazyporlavida lc

    Gostei muito do episódio. Estou amando a relção Lathan e Rhodes. É muito bonito ver o cirurgião descobrir esse novo lado humano. Espero que ainda tenhamos mais esse lado dele ser abordado. Eu senti as faíscas entre Will e Natalie, mas não consigo shippá-los. Reese e Charles sempre são ótimos. Amo a parceria. Queria que Clark tivesse mais espaço e tivesse uma história pra chamar de sua. amo ele desde chicago fire.

    • Thais Gonzaga De Oliveira

      Também não shippo muito Will e Natalie, gostava tanto dela com o Clarke. Tomara que ele tenha mais espaço mesmo!

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