Criminal Minds: Saiba mais da Terceira Temporada

4 de setembro de 2008 Por:

No final da segunda temporada, vemos o agente especial Jason Gideon suspeito de um crime no qual o assassino foi até a sua casa, a sua procura, e matou sua amiga Sarah, que aguardava o agente para um jantar. Sarah nós já conhecemos de outro episódio, no final da primeira temporada.

No início da terceira temporada revemos que a chefe Strauss da BAU está questionando a capacidade do agente Hotch, devido a diversos problemas pessoas dos integrantes da equipe, e também por achar que ele é uma ameaça a sua carreira dentro do FBI. Então esse primeiro episódios começa com o agente Gideon lendo uma carta que deixou para Reid na sua cabana, falando que um agente precisa ter uma base sólida “o mundo me confunde, eu não sirvo mais” e relembra o primeiro caso que eles trabalharam depois que a sua amiga Sarah morreu. Este é o caso do episódio. Um serial killer mata mulheres num pequeno campus de uma universidade. A equipe se confunde algumas vezes durante a construção do perfil, prende um suspeito e novamente uma mulher é morta. No final (não do caso, este deixo para vocês assistirem) Hotch é suspenso por duas semana pela sua chefe, Erin Strauss. Gideon termina sua carta.

Sexy. É assim o início do segundo episódio, até conseguirmos ver que o que parecia ser um casal, é na verdade o suspeito e sua vítima numa cena que vai de sexy a aterrorizadora. Gideon esta sumido, Hotch esta pedindo transferência do departamento, não deixar a sua chefe brincar com ele novamente, a agente Prentis também pede afastamento do FBI. O time começa o caso então com JJ, Dr. Reid, Agente Morgan e a chefe do departamento, Strauss, que vai para “liderar” a equipe. Fica óbvio desde o inicio, no avião, que ela não tem nenhuma habilidade para trabalhar com esta equipe.

Ao final desse episódio ela reconhece o quão difícil é o trabalho que o Hotch faz, e o quanto a equipe faz um excelente trabalho junta. Hotch volta a ser o chefe, desencadeando uma crise com sua esposa, que não aprova as muitas viagens e o muito tempo que ele dedica ao serviço. Prentis também volta ao trabalho. Dr. Reid vai a Cabana do Gideon e lê a carta, finalizando a participação do agente e mentor na série.

Alguns episódios depois, o agente especial David Rossi (somos informados que ele foi o fundador da BAU) retorna ao Bureau para ocupar a vaga de Gideon. Sabemos que ele não volta somente por gosto, mas para finalizar um assunto pendente em sua vida. Rossi é um agente acostumado a trabalhar sozinho, a fazer tudo do seu jeito, e nas suas primeiras participações em casos isso fica evidente, as vezes ele toma algumas atitudes sem falar com ninguém, e é por pouco que elas não dão erradas, mas com o tempo ele vai se “encaixando” melhor na equipe.

Quase no meio da temporada (foram 20 episódios) A equipe vai investigar um caso de um serial killer canibal, enquanto Garcia conhece alguém e acha que é o seu “príncipe encantado”, no final do episódio, ela é baleada por ele. No episódio seguinte a equipe procura descobrir quem é o atirador, e vai ficando cada vez mais clara a forte ligação do agente Morgan e da Garcia, uma bonita amizade, que vai além das gracinhas habituais durante os telefonemas.

A equipe investiga depois um caso que envolve um autor de quadrinhos que em certas horas acredita estar vivendo aquilo, distúrbio causado pela perda de seu amor, nas mão de uma gangue que agora esta morrendo por suas mãos. Investiga também um serial killer, de uma cidade pequena, que dá continuidade ao “trabalho” de seu pai. Seguindo, um agente de uma investigação é o suspeito do crime crime. Em outro episódio, Rossi tenta desvendar o crime que o atormenta a anos, um caso onde ele ainda não era do FBI, o assassino mata os pais, e deixa as crianças. Ele tenta ir sozinho, mas Prentis e Morgan vão com ele, mostrando que apesar de não falarem muito o grupo é muito unido, e é assim que funciona. Investigam depois um caso de um anjo da morte, que trabalha num hospital. Outros seriais killers, sequestradores, etc. são investigados durante o restante da temporada, que termina com um difícil caso em New York, onde o que mais tarde ficamos sabendo ser um grupo de assassinos atira em pessoas dentro de estações de metro, durante o dia, aterrorizando a cidade. Ao final, mostra todos os personagens entrando em seus carros (inclusive Garcia que também foi para NY dessa vez) e um explode, sem sabermos qual carro foi atingido. Fica no ar também uma possível promoção do agente Mongan a chefe do escritório de NY, caso a atual chefe não consiga resolve-lo. Chefe essa (esqueci o nome dela, e não estou com os episódios aqui) que já era conhecida do Agente Hotch, e ficamos com súvida se já tiveram um romance, mas é claro que há algo especial.

Essa terceira temporada acho que foi pra conhecermos melhor a equipe, que é muito austera, sem muita comunicação, assim como o seu líder. As personagens se entendem muito bem, tem total sintonia na solução dos casos desde o inicio, e poucas vezes nas temporadas anteriores vemos seus problemas pessoais, só quando o problema envolvia o caso. Nessa temporada eles se tornam mais humanos, mais próximos de nós, se deixam abalar pelos terríveis casos que chegam até eles. Nos faz dar mais valor ao difícil trabalho que eles fazem, vendo o quanto de suas próprias vidas eles abandonam para fazer esse serviço.

No próximo post falo sobre o início da quarta temporada, como foi o primeiro episódio, continuação do último da terceira temporada, qual carro explodiu, percepções e outros fatos importantes até agora dessa temporada.

Mineira, designer, professora que gosta tanto de séries que as utiliza como material didático.

Belo Horizonte/MG

Série Favorita: Fringe

Não assiste de jeito nenhum: Supernatural

  • Vicente

    O 10º episódio da 3ª temporada é simplesmente, horrível, ruim mesmo.

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Maratona The O.C. – 3ª temporada

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