Maratona Parenthood – 1ª temporada

13 de fevereiro de 2017 Por:

Começamos a maratona da série preferida de muitos Apaixonados por Séries com uma pequena temporada de 13 episódios, muito curta pra desenvolver todos os personagens de maneira apropriada, ou ao menos do jeito que gostaríamos, mas foi suficiente para nos fazer torcer e querer acompanhar cada um da família Braverman, não é mesmo? Isso acontece com todos eles logo no piloto de Parenthood – ou nos primeiros episódios – mesmo que a série nos apresente alguns personagens de uma forma ainda duvidosa, não sabemos se iremos amar ou odiar alguém, mas aquele conjunto…

Os primeiros episódios foram os mais emocionantes, os que mais apelaram para o lado sentimental do público ao nos mostrar como cada um dos Braverman (que nome!) estava fragilizado, quais eram suas angustias, seus medos, suas lutas diárias. Ou uma breve fração de suas personalidades. Aos poucos e ao longo dos episódios já estava acostumada com a família e já queria estar no jantar, no jogo de basquete, na festa de aniversário.

Esta família começa com o casal de já avós Camille e Zeek, que tem quatro filhos já adultos. Os quatro irmãos são muito diferentes, temos o mais velho Adam, o perfeitinho que todos vão buscar conselhos e ajuda, estável financeiramente e no seu relacionamento com Kristina, o casal tem dois filhos, Haddie e Max. Sarah é a segunda irmã da família, recém separada e muda para a casa dos pais com os dois filhos adolescentes para tentar melhorar financeiramente, já que não conta com o suporte do pai dos filhos. Aí vem o terceiro filho, Crosby, o filho com a cuca fresca, sem grandes preocupações na vida. A caçula Julia é super competitiva e controladora, casada com Joel e com uma filha pequena. Todos eles fazem um bom conjunto para uma série muito agradável de assistir.

Resolvi dividir esse post em pontos positivos e negativos, mas não quer dizer que os pontos negativos sejam ruins, só não foi muito bem trabalhado até agora, ou não tão bom quanto gostaríamos.

Os pontos positivos deste início de relacionamento:

Meu plot favorito, de longe, é Crosby-Jabbar! o Jabbar é o menino mais fofo da série, ver o meninão Crosby se apaixonando por ele, aprendendo a cuidar, a ser pai e ter um bom relacionamento com a criança é lindo! Todo mundo pinta o Crosby como o mais imaturo dos quatro irmãos, e em muitos aspectos ele pode até ser, mas ele foi o que melhor lidou com os seus problemas no meu ponto de vista, ao longo da temporada. Passou de pedir conselhos a dar, o amor e a vontade de constituir família superou o medo de relacionamentos, conseguiu resolver todos os problemas que surgiram com calma, conversando. Até o aparecimento do filho e ele contar à quase noiva o que tinha acontecido ele ainda estava inseguro. Depois passou a focar só no filho e ele deslanchou. Só espero que essa mudança pra NY não dê certo, que a Jasmine receba uma proposta melhor pra voltar, algo assim. A série com ele longe vai perder em qualidade.

A Amber não teve um grande plot, mas gosto muito da personagem, sofrida, se passando de forte, e como bem reparou a Haddie, livre. Ela não é exatamente livre, porque ninguém é, mas tem uma longa jornada pela frente buscando esse sentimento. Ela é incompreendida no sofrimento que teve com os pais, e me incomoda a Sarah só piorar a situação com todas as vezes que acusa a filha, ou não a defende. Ela tem um grande potencial na série, espero que ela (e a Haddie) supere esse Steve, ele é bem chatinho e a história foi mal trabalhada. As duas primas merecem coisa melhor, em plots e em relacionamentos. Só me preocupa o que irão fazer com ela quando descobrir que ela não fez o SAT. Amber teve muitas coisas acontecendo nesse ano entre mudança de escola, paixonite por professor, namorado da prima.

Julia e Joel. O casal mais sub-explorado da série até aqui. Preferia ver mais dele e menos Kristina e Adam tendo tanto destaque sobre qualquer coisa da sua rotina e seus cafés da manhã conturbados. Eles tem uma filha que é bem chatinha, mas o relacionamento deles é bem resolvido (isso não significa sem problemas) e formam um time que se dá bem. Acho muito legal que a série não tenha falado do Joel ficar em casa cuidando da família mais do que falaram da Kristina ficar. O único problema foi dar destaque demais para ele ser popular entre as mães do colégio. Foram muitas deixas para uma futura traição, que espero muito que não venha a acontecer, seria muito clichê mesmo pra Parenthood e estragaria o casal.

Tem como não amar o Adam e ficar com muita dó em como tudo que os irmãos fazem de errado cai sobre ele? Ele é a primeira ligação de qualquer um da família, para assuntos esportivos, de negócios, de conselhos amorosos, dúvidas de limpeza, ajuda em buscar emprego. Claro que ele não tem tempo pra ele, Adam passa mais tempo cuidando dos outros do que trabalhando. Mas ele não faz isso como um fardo, ele busca isso, ele junta os irmãos, força algumas coisas acontecerem, como a conversa entre os seus pais, ou com a Sarah para ela mudar. Eu gosto de ver como foi a evolução dele com o Max, como passou a lidar melhor com o filho autista, e até o final é cada momento de ternura que amolece o coração (e sai um pouquinho dele pelos olhos…). Já no final da temporada, na caminhada em suporte à crianças com autismo, quando ele conversa com o Max sobre o troféu que ganharam, olha, é de uma sutileza e ternura sem tamanho.

Nem lá nem cá:

Não consegui decidir o que achar do plot dos patriarcas da família. Zeek não é muito polido, Camille não aparecia muito no início, e a gente sabe que estão passando por dificuldades. Mas não sei mesmo se esse plot de separação ou de falência financeira vão adiante ou seja tão interessante.

Sarah é uma personagem difícil de gostar, imatura, troca os pés pelas mãos, fala o que não deve, não assume seus erros, mas ao mesmo tempo foi feita dela um dos fios centrais da série. Cada vez que ela duvida da Amber, não a defende, falha em ver a filha, seus sentimentos e em conversar com os outros, parte meu coração. Ela está no limbo neste post por causa da sua importância na série, não por indecisão sobre a sua personalidade.

Os piores momentos:

O sub aproveitamento do Drew é um problema, nem muitas falas o garoto teve ao longo destes 13 episódios, e tirando o plot do jogo de baseball com o tio Adam, parece que Sarah nem lembra que o garoto existe, ele fica só olhando todo mundo conversar. Espero que na próxima temporada ele tenha um pouco de desenvolvimento, não precisa aparecer tanto, mas pelo menos um pouco mais. Ele é mais simpático que a Sidney, por exemplo. Foi com ele o meu momento mais #MaratonaDoChoro desta temporada, quando ele foge e vai tentar morar com o pai, que o rejeita. Podiam explorar esse lado abandonado dele.

Haddie e seu dilema virgindade, namoro, luta por atenção dos pais não condiz tanto com a história da série. Ela não é uma moça super doce, embora no piloto a caracterizem como a mocinha certinha e exemplo de boa conduta, sabemos que não é tudo isso. Mas ela também não é problemática, parece estar ali como um recurso para deixar os pais preocupados, e reduzir a participação de um adolescente à isso é complicado. Falta descobertas, diálogos com os pais, afinal, não é uma série adolescente para focar nela e nas suas amizades de colégio.

Uma coisa que me incomoda em série americana é que para quem não tem o terceiro grau, só é possível trabalhar em bar. Tem tantas outras profissões possíveis que isso fica um pouco chato quando você vê mil séries usando o mesmo recurso. E lá estão Sarah e Amber trabalhando em bares.

Outra coisa que ao final de 13 episódios não podemos deixar de perguntar: como ninguém está fazendo terapia? Além do Max, claro. São tantos problemas, tanto sofrimento que era necessário ter um trabalho e um suporte maior por eles. Kristina precisa e deixou isso claro algumas vezes, se questionando, sem tempo pra ela mesma, e com todos os problemas e dramas da sua família, ela precisa de suporte. Sarah, Amber e Drew também precisam. Camille e Zeek com certeza poderiam ter um aconselhamento.


Para a próxima temporada quero mais romance! Mais aprofundamento dos personagens e situações. Complicado algumas questões serem resolvidas no mesmo episódio e de forma tão superficial.

E agora com vocês, quem está acompanhando com a gente, o que achou desta primeira temporada de Parenthood?

Mineira, designer, professora que gosta tanto de séries que as utiliza como material didático.

Belo Horizonte/MG

Série Favorita: Fringe

Não assiste de jeito nenhum: Supernatural

  • Engraçado como a percepção das pessoas é diferente. Eu não derramo uma lágrima com o Drew indo atrás do pai. Na verdade tenho vontade é de bater nele por ser babaca e ir atrás daquele cretino.

    No mais, fico feliz (e surpresa!) que você tenha gostado. Parenthood é a coisa mais linda do mundo, mas não é a sua cara hehehe

    • Julia Sebber

      Idem sobre Drew. Nunca me chamou atenção (só numa temporada x que não vou falar pq spoiler).

      E não consigo comentar sobre a temporada sem deixar spoiler! Mas é legal ver a visão de quem tá maratonando. É diferente de quem viu semana por semana. Eu vi desde o início, depois maratonei uma vez e foram duas experiências diferentes e maravilhosas <3

  • Paulo Halliwell
    • milatelcontar

      Hahahaha! Bom motivo! bom motivo!

  • Paulo Halliwell

    O que eu gosto da relação entre a Sarah e a Amber por ser tão diferente dá Lorelai e a da Rory. Enquanto as Gilmore com seguiam se resolver através do diálogo, as Braveman são praticamente incapazes de conversar. De resto, concordo com tudo que você disse.

    • milatelcontar

      Isso me dá tanta raiva, se eu estivesse do lado dela, já tinha gritado com as duas e colocado num quarto trancado!

  • Ivy

    Bom maratonei e gostei do seriado hahahahah, mas vamos as minhas impressões:

    Avós Braverman:

    Camille – É praticamente um pedaço de cartolina, sério. Em 13 episódios ela não fez simplesmente nada de relevante (a não ser dormir com o professor de pintura). Não gosto e nem desgosto e também não tem muito o que falar sobre ela.

    Zeek – Detesto ele. Machista, grosso, arrogante e por aí vai. Não senti pena dele em nenhum momento durante a temporada, só raiva. Ela é um perfeito esteriótipo do avô americano “macho” e me irritou bastante. Único ponto que eu ri dele foi no aniversário do Jabbar com ele falando que estavam tratando o Crosby mal por ser branco (e a Sarah falando que ele tinha Tourette hahaha)

    Família Adam:

    Adam – Também não gosto e nem desgosto dele, ou melhor, gosto dele com os irmãos, mas detesto ele com a Kristina e os filhos. Acho ele um péssimo pai com a Haddie e um bom pai com o Max. Gostei bastante de como ele lidou com a situação da Haddie e da Amber e como ele é atencioso com os irmãos, mas em relação dele com a Kristina…

    Kristina – Comecei gostando e terminei odiando. Péssima mãe para Max e Haddie, arrumou encrenca com a Sarah por causa da Haddie, finge que a filha é perfeita e pura, mas pra mim o pior foi o modo que ela “tratou” a Amber e como reagiu a situação das duas. O pior pra mim foi quando ela disse (não dizendo) que a Amber era vadia… VSF Kristina, não sabe nem cuidar dos filhos.

    Haddie – O que dizer da garota que não tem absolutamente nenhuma razão pra arrumar problemas, mas mesmo assim arruma? Mimada, chata, pentelha e outros adjetivos mais baixos eu poderia chamá-la. Desculpa, mas a desculpa de aborrecencia não cola pra mim e a temporada perdeu tempo demais com os dramas ridículos dela e de…

    Max – Querido aprenda, ter Aspenger não é carta branca pra ser babaca. Sério, eu acho ele um saco! E até me sentia meio culpado já que ele tem Aspenger né e não dava pra culpá-lo, mas depois de dar uma pesquisada na internet eu vi que muitas pessoas o acham babaca e culpam bastante a Kristina (obviamente) por ser uma péssima mãe e fazer todas as vontades dele e pior que eles tem razão quanto a isso, Max só é insuportável daquele jeito por causa da Kristina que não impoe limites nele e culpa a doença.

    Família Sarah:

    Sarah – Adoro ela!! hahahahahah tudo bem que meu amor pela Lauren influencia, mas adoro como a Sarah é defeituosa. Acho ela uma mãe bem melhor que a Kristina, mesmo ela muitas vezes descontando suas frustrações na Amber e não apoiando ela. Não gostei dela ter se interessado pelo professor da Amber (Max Medina feelings hahahahah) e achei extremamente WTF uma mulher que diz que quer amadurecer e recomeçar querer ter um relacionamento com o professor da filha que é 11 anos mais novo que ela. Sinceramente as cenas dos dois me deixavam bem desconfortável.

    Amber – Adoro, adoro, adoro ela!! No começo achei que ia ser a aborrecente insuportável (pff, mal sabia eu…), mas depois com o decorredor dos episódios você vê como a Amber é uma personagem complexa e bem escrita. Todas as suas falhas são decorrentes da falta de tato da Sarah com ela e de um pai ausente. Adorei as cenas em que ela fica de babá, pois eu tava que nem a Sarah achando que ela ia fazer alguma cagada hahahahah Não culpei ela por dormir com o EX (deixando essa palavra bem destacada) namorado da Haddie, porque a Amber realmente se sentiu conectada com ele. O tratamento dela na escola me deu tanta dó (e mais raiva ainda da Haddie) e achei lindo quando ela diz pra Sarah que agradece dela ser a sua mãe (ainda bem, imagina ter uma mãe que nem a Kristina).

    Drew – Achei ele um porre no começo com a história de querer ir atrás do pai e depois fugir até o pai e zzzzz, mas depois eu gostei de como ele queria uma figura paterna na vida e como ele e o Adam construíram um relacionamento bonito. Achei digníssimo quando a Sarah briga com o Adam por ter dispensado o Drew porque o Max pentelho começou a encher o saco. Impressionante como tanto o Drew quanto a Amber vem de uma família “quebrada”, mas são filhos bem melhores que Max e Haddie…

    Família Crosby:

    Crosby – Comecei detestando (porque tenho uma preguiça gigante de personagens infantis) e acabei amando. Crosby foi o que mais amadureceu na temporada e isso foi bem legal de se assistir. Xinguei a Jasmine quando ela apareceu, porque fiquei pensando “mas é muita cara de pau aparecer do nada né filha”, mas com o passar dos episódios fui ficando mais aberto ao Crosby e família.

    Jasmine – Comecei odiando também, mas ela se redimiu no aniversário do Jabbar ao contar a verdade pra família. Adorei que não colocaram quase nenhum clichê que geralmente colocam nesse tipo de personagem e que ela foi aberta desde o inicio a ter um relacionamento com o Crosby. Também acho ela uma mãe melhor que a Kristina, me processem.

    Jabbar – Olha pra mim ele não cheira e nem fede. Tenho preguiça de quando os seriados colocam as crianças fofinhas e com ele não foi diferente.

    Familia Julie:

    Julia – De longe minha Braverman preferida junto com a Amber. A mais madura dos irmãs (sim Adam, você incluso), a que é a melhor mãe (apesar do Joel não colaborar) e a personagem que merecia bem mais tempo de tela do que Kristina, Haddie e Max. Não gostei só quando o seriado fazia ela se desculpar por coisas que ela não estava nem um pouco errada (ensinar a Sydney a nadar, quanto a mãe vadia dando em cima do Joel, etc) e, desculpem os fãs, acho que ela merecia um marido bem melhor do que o Joel.

    Joel – Frouxo é a principal palavra que me vem a mente, desculpa, mas ele é um frouxo. Mima a filha demais, dá muita corda pras outras mães não saberem o limite, critica demais as atitudes da Julia e o ciúmes do Timm foi ridículo, quando ele próprio deixou a mãe biscate beijar ele e quando a Julia só tinha entrado em contato com pra salvar as finanças do pai.

    Sydney – Nunca quis matar uma criança… Até eu conhecer Sydney. Sério Joel, você não está fazendo um bom papel de pai com ela (só lembrar o incidente do vaso) e ela fica mais insuportável ainda quando ela coloca a Julia como uma mãe má e o Joel como o pai bom… E pra coroar a pentelha insuportável ainda é bem dotada, por favor Parenthood.

    Adorei o seriado, culpo a @cristalfb:disqus por isso, mas é muito claro que vários personagens são muito mal utilizados em detrimento a outros que nem mereciam o tanto tempo de tela que tem. Não gostei de usarem o Aspenger como desculpa pra tudo de errado que o Max faz e nem da rebeldia desenfreada da Haddie sem motivo algum. E que venha a segunda temporada!!

    • milatelcontar

      Oi Ivy!

      Você tá acompanhando a nossa ou já está na frente?

      Eu gosto da Amber, e tinha esquecido dela de babá! achei um ótimo episódio, primeira vez que a Sarah brigou por ela, e foi fofo.

      Vou falar só do que discordo de vc:
      Eu não gosto da Sarah justamente porque ela tem defeitos demais. Sempre fazendo as mesmas coisas. Ela desconta tudo em todo mundo, e faz isso muitas vezes, não dá pra suportar. E ela ficar com o professor foi errado por causa da filha, não por causa da idade.
      Como ela não viu que a filha tava apaixonada? E tbm achei muito chupado de Max Medina. E por tudo isso, por falar com a filha que ela foi um erro, que ela deixa todo mundo pra baixa, por não defender e achar que tudo de errado é ela que faz, eu não gosto da Sarah.

      Joel: Não o acho frouxo, mas sim, ele mima demais a filha, mas é um mal da maioria das séries americanas. No início eu achava que ele não combinava muito com a Julia e dava muito mole pras màes tbm, mas no fim passou, terminei a temporada com ele nem fede nem cheira, mas como gosto muito da Julia, ele tá ali, acho que ele é um bom par pra ela. Mas pode melhorar. hahaha.

      Sim, a culpa de todo mundo chorar com Parenthood aqui no blog é da Cristal! hahaha

      • Ivy

        hahahahaha eu estou acompanhando junto de vocês, gosto de assistir bem aos pouquinhos pra absorver bem as tramas.

        A Sarah o que eu achei errado em relação a idade é porque ela diz que quer ser madura, quer crescer amadurecer e tal e me pega e fica com o professor da filha, que é bem mais novo que ela e eu fiquei “ué?” não que eu tenha preconceito com relação de idade, mas no caso dela específico eu achei super sem noção, ainda mais ela vendo que o filho queria uma figura paterna na vida dele e não é um professor novinho que iria cumprir esse papel, foi nesse ponto que eu critiquei. Eu gosto da Sarah muito por causa da Lauren hahahahahahah eu amo ela, então eu super faço vista grossa pras chatisses da Sarah.

        O Joel eu quis dizer frouxo no sentido de que ele não traz aquela aura de poder que a Julia ou o Adam trazem sabe? Parece que ele se ressente pela Julia ser mais “poderosa” que ele e tem o lado de que seriado americano SEMPRE vai enfraquecer o personagem masculino quando ele faz par com uma mulher poderosa (um exemplo é a Cristina em GA). Não gosto dele exatamente por ser um cliché, mas não me incomoda tanto quanto a Kristina ou a Haddie.

  • Nathani Mota de Souza

    Camila, você fez a pergunta que eu faço em todo episódio dessa série: por que ninguém procura um psicólogo? Por queeeee? Penso que se eles fizessem um pouco de terapia, metade dos problemas iam parecer bobagem, mas enfim… Eu estou “adiantada” na maratona porque comecei desde que a Cristal me disse quando ela veio para São Paulo, então minhas opiniões estão um pouco contaminadas com o que os personagens já fizeram, mas muito do que você disse foi o que eu senti também.

    Eu tenho uma relação de amor e ódio com todos os Bravermans, mas a Sarah é realmente um caso sério. Eu não consigo gostar ou, no mínimo, me identificar um pouco com ela. Eu acho que ela projeta tudo o que sente e o que passou em todo mundo e em todas suas decisões. Ela já parte achando que é a maior perdedora do século e isso me incomoda muito.

    Eu nem lembro em que cenas chorei – porque eu choro muito e em qualquer série – mas certamente não foi com o Drew e com o pai.

    Adorei o post, acho que essa estrutura funcionou para organizar os sentimentos de Parenthood!

    • milatelcontar

      Não foi exatamente Drew com o pai, mas logo depois quando ele chora com a Sarah. Mas o choro com Parenthood tem muito das nossas experiências pessoais. Influencia muito.

      E sobre a terapia, os criadores contrataram vários consultores pra ajudar com a caracterização do Max, mas ninguém quis colocar ao menos um deles na terapia? gente! É claro que eles precisam. Até os médicos deles deveriam ter indicado.

      E não dá pra se identificar com a Sarah mesmo não.

      • Reader

        Também chorei na cena do posto de gasolina [Drew e a mãe dizendo que ela é a única coisa que ele tem e vai ter q ser o suficiente…] , e concordo que o Drew é o menos aproveitado da série, aliás, concordo com praticamente toda sua review, exceto que eu achei o amadurecimento do Crosby um pouquinho rápido demais… E não sei o que foi feito da noiva dele que queria ser mãe (?) Vou tentar acompanhar a maratona, mas descobri um pouco tarde e estou atrasada…
        P.S As maratonas de vcs são as melhores! Vcs só escolherem as series top top!

  • Alice Reis

    Eu ia escrever o post com a Camila, mas perdi o controle e já estou terminando a segunda temporada! Completamente apaixonada pela família Braverman. Amo Joel e Julia e concordo que eles mereciam mais destaque. Ah, acho a Sydney tão fofa! Só perde pro Jabbar mesmo.
    Também tenho dificuldade pra gostar da Sarah. Acho a personagem muito previsível e pentelha. Mas, volta e meia, ela surpreende com algumas frases impactantes. Até anotei uma, num diálogo com a Camille: “You don’t need an invitation to your own life.” Isso ficou girando na minha cabeça por dias. Acho que a série funciona como terapia pra gente que assiste. Se os personagens fizessem terapia, perderia a graça.

    Spoiler do bem… vc acabou fazendo várias previsões pra próxima temporada ao longo do texto. É ainda melhor do que a primeira. Vai curtir, Camila!

    @cristalfb:disqus, @paulohalliwell:disqus, Leandro e Alexandre: obrigada por me convencerem a assistir ❤

  • Acabei hoje a primeira temporada, e já estou correndo pra segunda!
    Concordo com você em todos os pontos Camila, achei que muita coisa falhou, mas a temporada foi boa o suficiente pra fazer eu me apaixonar pelos Braverman (desde aquele jantar no piloto) e querer acompanhar essa família – torcendo pra que tudo dê certo pra todos.

    Até então Crosby é meu personagem preferido, ele evoluiu tanto na temporada. Eu acho incrível a família da Julia, a inversão de papeis e como isso é bem tratado e o tanto que ela se esforça pra equilibrar o trabalho e o tempo com a filha – mostra bem a situação da mulher moderna (ainda mais hoje do que quando a temporada foi lançada). Acho lindo os momentos do Adam com o Max, o tanto que ele é compreensivo, ainda mais depois que eles buscaram ajuda pro problema do menino. A Sarah é irritante, tirando alguns poucos momentos ela só faz besteira – só não chego a detestar a personagem porque ela é interpretada pela Lauren. Eu não podia me importar menos com o Zeek, que é um machista de primeira na minha opinião, e com a esposa dele. Os dois não cativam muito bem o público.

    Meu momento #MaratonaDoChoro foi no episódio em que eles estão todos na piscina e a família do Adam está esperando a resposta sobre a escola pro Max. Fiquei muito emocionada de ver todos eles juntos ali e a boa notícia chegando. Tenho achado lindo todos esses momentos em família e como eles sempre se apoiam, apesar dos problemas, diferenças e brigas.

    A abertura é linda, tô apaixonada e passo o dia todo cantando a música haha. Aberturas de séries de drama são um dos motivos pelos quais eu gosto tanto desse gênero.

    • Pri

      Muitos momentos lindos ainda estão por vir…

  • Patrícia Marone

    Acho que o mais legal de Parenthood é que todos os personagens tem defeitos (alguns bem mais que outros), mas as historias são tão reais, que eu acabo não conseguindo odiar ninguém (um pouco a Kristina vai rsrs), acho que todos os personagens tem seu lado bom e ruim, ai da pra amar todo mundo na série, cada um em uma intensidade, mas compreendo que a Sarah faz altas cagadas e a Kristina tem serios problemas em educar o filho. kkkkk

  • Pri

    AMO AMO AMO AMO!!! Amo tanto que tenho em casa… ainda vem muita emoção por aí… A cada temporada vc se apaixona mais ainda pelos Bravermans

  • Karine

    Vamos lá que finalmente terminei a primeira temporada. O tempo que não ajudou porque, meu Deus, que série maravilhosa <3333
    No começo eu dava um desconto para a Sarah, sabe? Ela se mudou para a casa dos pais, sem emprego e com uma filha um tanto rebelde. Mas depois tudo o que acontecia, ou ela fugia, ou ela jogava a culpa de "sei que não sou perfeita igual ao Adam e por isso minha filha é assim". Não dá para contar tantas vezes que ela falou que era melhor voltar para Fresnozzzzzzzz
    Julia e Joel são uns amores, quero mais desse casal na próxima temporada e eu gosto da Sydney, ela é parecida com a mãe em vários aspectos. Jabbar é uma gracinha, só esse nome que é estranho hahah
    Crosby é muito superior à Sarah, é estranho falarem que ele é o mais imaturo, sendo que ele aceitou muito bem o filho. Achei que iria ficar naquilo de "não quero ter que arcar com as responsabilidades" porém, ele deu conta de tudo.
    Adam é perfeito! Não tenho o que reclamar dele, sempre está lá para ajudar todo mundo que até esquece dele mesmo. Kristina é aquela mãe que fica em cima, parece até a minha hahah
    Dos adolescentes, só gostei mesmo do Drew, que mal aparece. Destaco também o episódio do baile, achei que iria mostrar algo tipo primeiro beijo, mas ficou naquilo, nem apareceu o baile. Mesmo quando ele é o destaque, fica em segundo plano, coitado.
    Primeira temporada foi uma delícia de acompanhar, fico com medo da segunda por ter 22 episódios, não acho necessário tantos episódios para uma série que não tem um plot estabelecido, mas como dizem lets que lets rs

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