Maratona Parenthood – 3ª Temporada

20 de março de 2017 Por:

Chegamos ao final de mais uma incrível temporada de Parenthood dando continuidade a nossa maratona do choro. Em termos gerais, foi um bom ano digerido em um par de semanas, tivemos algumas continuidades e fechamentos de plots iniciados na segunda temporada, assim como, testemunhamos o desenvolvimento de alguns personagens, enquanto outros permaneceram estagnados em suas posições. Não foi uma temporada perfeita, mas considero piamente esta a minha favorita até agora e sua análise merece ser realizada pelos núcleos familiares que compõem os Braverman, então vamos aos comentários..

Adam, Kristina, Haddie, Max e Nora

Temporada de mudanças para todos os membros deste núcleo. A demissão de Adam e a dificuldade de se inserir novamente no mercado de trabalho abre a vertente para o grande plot da temporada – a criação da Luncheonette – em parceria com seu irmão Crosby, empreendimento de bastante risco que acabou dando certo no final e demonstrou a união de sucesso que os irmãos criaram. As dificuldades financeiras também levaram Kristina, ainda grávida, a retornar a seu antigo emprego, gosto da personagem assim mesmo, trabalhada um pouco fora da sua zona familiar onde ela acaba se tornando maçante e, convenhamos, irritante; assim, ela é meio que forçada a demonstrar a toda a sua capacidade como uma articuladora de campanhas eleitorais gestante, mãe e dona de casa em tempo integral, exemplificando a realidade de milhares de mulheres espalhadas pelo mundo.

O namoro pelo qual Haddie tanto lutou chegou ao final assim meio que do nada, já que mesmo com o fator da briga tudo parecia estar certo, contrariando as minhas expectativas, já que, eu acreditava que seria ela a dar fim no namoro para curtir o seu último ano na escola sem todas as responsabilidades advindas da presença de Alex, o que não seria errado, mas, o rompimento do relacionamento apagou todo o brilho da menina que só aparecia rapidamente em episódios alternados, e só teve um destaquezinho na sua aprovação para a Cornell University e o dilema se ela iria ou não, o que deu a desagradável impressão de que a personagem não consegue sustentar uma história sozinha. Foi uma boa mudança ver Max inserido no sistema regular de ensino, mesmo com todas as situações desagradáveis que já imaginávamos que ele causaria e passaria, mas ele vem evoluindo de forma significativa e isto é ótimo. A chegada de Nora foi emocionante e ela é uma bebê linda e fofa.

Sarah, Amber e Drew

Sarah permanece, para mim, uma personagem de difícil compreensão, a personagem toma algumas atitudes questionáveis e destrutivas complicadas de entender… O retorno de Seth direto das catacumbas para a reabilitação e o envolvimento exacerbado de Sarah na recuperação do ex foram alarmantes de se acompanhar, mas ainda bem que temos Amber para jogar a real e afastar de vez o pai da vida da mãe. Já o envolvimento da mesma com Mark foi um grande acerto, gosto da química dos dois e a diferença de idade é pouco significativa, para o público pelo menos, estava tudo legal e suave até colocarem um bebê e um futuro cheio de aventuras na equação, dando a impressão de que ela seguiria a ideia a contragosto para agradar o outro, o que não foi nada legal; é compreensível que Mr. Cyr queira um filho, viajar por ai, tentar coisas novas, ele está no auge da sua juventude, mas Sarah já está muito a frente disso tudo e ambos teriam abdicar de algumas coisas para fazer o relacionamento dar certo. O pedido de casamento no último episódio foi a cereja do bolo, e eu realmente não sei como me sinto a respeito desta proposta, algo parece deslocado.

A menina Amber iniciou a temporada tomando posse de sua independência ao ir morar sozinha e ter a própria vida afastada da mãe, irmão e familiares, trabalhando em um café para se manter. Todos temos ciência do potencial da menina, que estava sendo desperdiçado, por isso a oportunidade dada por Kristina para a mesma trabalhar junto com ela na campanha de Bob Little foi muito bem aceita, pena que inseriram logo Amber em um envolvimento com o candidato e apagaram o seu brilho independente, dando a aparente impressão da dificuldade em dar um desenvolvimento solo e consistente a coitada, e que faça jus a toda a sua potencialidade. O tímido e sensível menino Drew saiu da toca e com muita dificuldade engatou um romance água com açúcar com Amy, os dois são bonitinhos juntos e junto com esta relação eu espero que o garoto se mostre mais.

Crosby, Jasmine e Jabbar

”É por isso amor que vez em quando rola um flashback” (Não podia perder a piada com este forrózinho clássico…)

O inesperado mais esperado aconteceu e Crosby e Jasmine não somente retomaram o relacionamento, como resolveram logo validar a união em um casamento lindo de se ver e ouvir ao som de ”Make You Feel My Love” da Adele. Ainda que o personagem tenha demonstrado toda a sua infantilidade em alguns momentos, exemplo, sua reação a aproximação de Dr. Joe de Jasmine e Jabbar, é inegável que o tão necessário amadurecimento de Crosby finalmente aflorou. O mesmo foi responsável por convencer Adam a correr os riscos de montar um empreendimento e o principal idealizador do projeto que culminou na criação da Luncheonette, além de, no momento certo, demonstrar aceitação pelo seu status de infiel e compreensão em relação a ex noiva estar seguindo em frente, nada mais justo; até ele mesmo arriscou superar ao se envolver mais seriamente com Lily, de quem eu não desgostei, mas o fato é Jasmine e Crosby se pertencem e juntos com o fofo do Jabbar formam uma família linda. A lição que fica é que nenhum dos dois é perfeito, ninguém é, um erro não justifica o outro, e que um passado conturbado e desacertado pode ser superado com muito tempo, diálogo e amor.

Zeek e Camille

Apesar de se constituírem como a base de toda a árvore genealógica da série, o terceiro ano não trouxe grandes desenvolvimentos para Zeek e Camille. O primeiro permanece com aparições relapsas em todos os núcleos familiares, mas especialmente no que diz respeito a Sarah, filha a qual ele aparenta ter mais proximidade e preocupação. Enquanto a segunda aparece menos ainda, e na maioria das vezes para cuidar dos netos e aconselhar Sarah em suas relações amorosas e com a Amber e Drew. Por isso, tirando a ansiosa e desastrosa viagem a casa da mãe de Zeek e a sua mais recente descoberta de doença no coração, ambos ficaram bem  apagadinhos, servindo de apoio para todos os filhos, praticamente coadjuvantes de luxo sem uma história fixa.

Julia, Joel e Sidney

Deixei o mais duro pro final, eu sei. O plot da adoção aberto ainda na segunda temporada se concretizou de maneira dramática no terceiro ano da série, toda a necessária burocracia requerida em todo o processo de adoção desanimaram Julia e Joel, ainda mais eles dois que queriam especificamente um bebê; a conveniente aparição da jovem Zoe, gestante que já não pretendia ficar com o seu filho, justamente no trabalho de Júlia me soou forçado de início, mas como esperado ela viu a boa mãe e pessoa que Julia é e a linda família que forma com Joel e resolveu ceder e permitir que o seu filho fosse adotado pelos dois. Pensem numa pessoa que já sabia que isso não iria dar certo?! Esta pessoa era eu.

Depois de todo o apoio prestado por Julia e Joel, que chegaram a abrigar e cuidar da jovem por algum tempo e trabalharam até mesmo na auto estima e empoderamento da mesma, ela acabou, como previsto por mim, ficando com o bebê e quebrando o coração de Julia, Joel e Sidney, chorei junto, não nego. Mas algo de bom saiu desta decepção, que abriu a vertente para que o casal parasse de ser tão seletivo em relação a sua futura criança adotada, o que colocou em questão uma temática que deveria, mas é muito pouco abordada nas séries – a adoção tardia.

Expectativas para a próxima temporada…:

A chegada de Victor, advindo de um lar desestruturado, promete ser o grande plot da próxima temporada, mais precisamente a sua adaptação e inserção na nova família que não devem ser nada fáceis. Grandes expectativas neste núcleo. Assim como, a partida de Haddie para a faculdade e a expectativa se ela vai permanecer fazendo participações especiais, ou, se a mesma terá uma história solo agora em nova realidade, longe dos pais e de toda a família. Também espero uma história mais consistente para a Amber, que ela finalmente se encontre e desenvolva. Que Drew vá além do seu relacionamento. O desenvolvimento da doença de Zeek e como isso afetará toda a família. E que Sarah finalmente sossegue e se encontre emocionalmente e profissionalmente. Por fim, que todos os outros permaneçam estáveis e felizes, mas sabemos muito bem que isto daqui é Parenthood e o objetivo é fazer a gente chorar com força, então, esperemos por mais drama e sofrimento.

Comentários Adicionais:

  • Esqueceram o plot da dificuldade financeira de Zeek e Camille no churrasco da família?!
  • Coitado do Zeek, já idoso e com a família toda formada e reproduzida ainda buscando a aprovação da mãe…
  • O surto da Sidney ao perder para o pai a eleva ao status de pior criança!
  • Amber é a melhor professora de atuação emocional que a gente respeita, Max pediu desculpas pro Jabbar direitinho.
  • Morri de dó com o Drew expondo os seus anseios infantis ao relevar que esperava que o pai recuperado voltasse com a mãe, de cortar o coração véi..

Não vou me alongar mais, creio que o post em si ficou bastante extenso. Mas quero saber a opinião de vocês leitores e companheiros de maratona, gostaram da temporada?! Quero as críticas positivas e negativas expostas nos comentários.

Até a próxima maratona, marcada para o dia 03/04 com a Andrezza. Abraço!

Jovem bahiana simpática e gente boa que curte um bom número de séries e por este motivo tem a audácia de escrever suas opiniões positivas e negativas sobre...

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Itamaraju/BA

Série Favorita: How i Met Your Mother/Friends

Não assiste de jeito nenhum: The Vampire Diaries

  • Zeek e Camille só servem mesmo pra aparecer de vez em quando… Se bem que da 4ª temporada pra frente (já estou na 5ª) eles começam a melhorar um pouco nessa questão.

    Durante toda a temporada em relação a Julia e Joel eu só consegui lembrar da Brooke e do Julian (OTH), e claro que chorei horrores quando o plot terminou da maneira que eu também já esperava. Eu fico bem incomodada com essa questão de a procura pra adoção ser sempre de bebês. Eu entendo o porquê, mas não concordo e nem gosto.

    A Amber tem muito a oferecer, é uma das melhores personagens, mas parece que ela só se resume a ser par romântico de alguém… Apesar de tudo achei bem exagerada a Kristina interferindo na relação dela com o Bob.

    Haddie não me cativa e achei terrível o Alex terminar o namoro daquele jeito, justamente porque fica parecendo que a menina arranjou tanta confusão pra nada.

    Confesso que eu fiquei tentada a torcer por Seth e Sara, mas no fim das contas prefiro ela com o Mr Cyr. Mas aho que os dois precisam pensar bem as decisões que tomam.

    Crosby e Jasmine são lindos demais juntos, e o Jabbar merecia a família com a qual ele sonhou quando eles disseram que iriam se casar lá na segunda temporada. Achei que o desenvolvimento dado pro casal agora foi bem melhor do que á na início, quando tudo acontece de de um jeito “isso é a coisa certa a se fazer, porque agora eu sou pai”. Agora o Crosby realmente tá preparado pra isso.

    • Ana Rebeca Tamandaré

      Também me lembrei da Brooke e do Julian em alguns momentos, me acabava de chorar com os dois nos meus tempos áureos de OTH. #Sdds

  • Ivy

    Bom, eu gostei bem mais dessa temporada do que a passada, vamos lá:

    Adam – Desculpa, não dá, o personagem é chato e irritante demais. Achei ele bem pentelho nessa temporada (tanto quanto a passada), nem vou falar do beijo do Adam com a assistente e dele não demiti-la que já me enerva… A única vez que eu apoiei ele foi quando ele quis vender a gravadora e fiquei MUITO decepcionado quando ele desistiu de vender porque o Crosby fez birra.

    Kristina – Se antes eu odiava ela e achava uma péssima mãe, nessa temporada ela me ganhou. Kristina cresceu MUITO como pessoa essa temporada (a maternidade fez bem a ela). Achei ótimo ela se impor pra família toda e colocar ela mesma em primeiro lugar, achei fantástico ela notar que o Max estava mimado e não deixar ele ir a viagem pra ensinar uma lição, amei demais o relacionamento dela com a Amber nessa temporada e como ela ficou toda maternal em relação a sobrinha. Kristina pra mim cresceu MUITO e ficou em primeiro lugar pra mim como Braverman favorita.

    Haddie – Tadinha, ficou pra escanteio após o termino do namoro. A melhor cena certamente foi quando ela estoura com o Max quando o idiotinha “foge” de casa. Nem preciso dizer que fiquei MUITO irritado com o Adam não dando uma bronca no Max, essa história de usar o Asperger como desculpa pra tudo me incomoda bastante em Parenthood.

    Max – Outro personagem que não consigo simpatizar, desculpa. Acho ele muito mal educado e mimado (culpa mais do Adam, do que da Kristina, que quis colocar limites). Acho que a retratação do Asperger muito mal executada no seriado, desculpa, acho que eles retratam o Max como rude e mimado e usam a desculpa de “ele tem Asperger” pra encobrir as atitudes dele.

    Crosby – Ai preguiça dele… Ele continuou infantil e chato essa temporada e sinceramente a volta dele com a Jasmine pra mim foi forçado. Não achei que era o momento e nem que ele tinha amadurecido pra eles voltarem (o maior exemplo foi a briga dele com o Adam pra vender a gravadora).

    Jasmine – Eu gosto muito da personagem, mas vou criticar 2 plots que colocaram pra ela nessa temporada, o primeiro foi ela ter dormido com o Crosby pra “compreender” que ela também podia trair e perdoar o Crosby em definitivo e o segundo foi o pedido de casamento na chuva, desculpa mas achei muito DO NADA e um motivo pra fechar logo o plot da temporada entre esses dois.

    Jabbar – Fez nada essa temporada, não cheira nem fede.

    Sarah – A maior decepção em questão de personagem. Ela provavelmente bateu o recorde de atitudes reprováveis em uma temporada só, vamos enumerar: 1 – Se envolver demais na reabilitação do Seth, 2 – Insistir em querer um relacionamento com o Seth apesar de tudo que ele já fez pra ela, 3 – Voltar a se envolver com o Mark mesmo não tendo dado certo no passado pelos mesmos motivos que voltaram a trazer problemas nessa temporada, 4 – Na primeira temporada o relacionamento dela com o Mark afetou a Amber, nessa o Drew, sinceramente a Sarah é uma péssima mãe, 5 – O problema da idade que já tinha sido comentado, mas voltou a surgir novamente em relação a querer ter outro filho (WTF Sarah!) e depois o pedido de casamento surgido do além do Mark. Sério, esse casal tem tanto empecilho (e coisas que são bem normais a se considerar) que não tem como torcer por ele, pois é dar murro em ponta de faca. Pra mim esse casamento não vai sair e o termino vai ser por causa de um desses pontos que já foi levantado.

    Drew – Continua sendo o adolescente chato que insiste que o pai é bom… zzzzzzzzz desculpa não dá. O relacionamento dele com a namorada também foi extremamente sem graça, o problema acho que é o personagem que não tem nenhum atrativo.

    Amber – Continuo amando a Amber (melhor professora de comportamento ever!!) e achei ótimo ela ir morar sozinha longe da Sarah. A personagem quer crescer e reparou que viver junto da mãe e dos avós não tava ajudando. O relacionamento dela com a Kristina essa temporada foi muito mais bonito que o dela com a Sarah (ironicamente isso mostra como a Kristina cresceu como mãe e a Sarah regrediu). Eu gostei do relacionamento dela com o político lá, pena que pelo visto não vai rolar.

    Julia e Joel – Os personagens não tiveram nenhum problema essa temporada (e olha que eu xingo muito o Joel), mas acho que essa história de adoção prejudicou bastante o meu aproveitamento com os personagens. EU SABIA que Parenthood utilizaria TODOS os clichês existentes nesse plot de adoção, então qual minha surpresa foi com o desfecho do plot? Nenhuma. Não gostei muito da adoção fast food que rolou no final da temporada e estou com um pezinho atrás com o Victor, porque se tem um seriado que tem criança chata, esse é Parenthood.

    Sidney – Alguém, POR FAVOR, soque essa criança? Sério, o episódio que ela perde o jogo e fica histérica eu queria muito que alguém desse um tapa na bunda dela pra acalmar a fedelha.

    Zeek e Camille – O Zeek até que tem um ou outro plot pra chamar de seu agora a Camille continua sendo uma samambaia né? Faz uma ponta aqui e ali, mas é totalmente dispensável.

    Eu gostei bem mais dessa temporada do que da segunda (graças a Kristina eu tenho que confessar, ela me ganhou nessa temporada). Só espero que na próxima temporada eu esteja errado quanto ao plot da Julia e do Joel e ele seja bom, porque eu gosto TANTO da Julia, mas os plots que dão pra personagem não contribuem muito pra ela continuar sendo a minha preferida.

    PS: Toda vez que Sarah aparece em cena, eu penso na saudade que eu tenho da Lorelai.

    • Ana Rebeca Tamandaré

      Ivy, dou muitas risadas com os seus comentários! hahahaahaha

      Bom, a Kristina também ganhou o meu coração nesta temporada.

      Mas a Sarah permanece difícil de engolir, cada atitude da personagem é precipitada e feita pelos motivos errados, espero que daqui até a season finale ela se conserte, está precisando mesmo é de uma terapia, assim como vários outros membros da família…

      Concordo com você sobre a Julia, personagem maravilhosa, mas as histórias que dão para ela não ajudam muito, mas veremos como vai se desenrolar.

      Muito obrigada pelo comentário, até a quarta temporada!

  • Julia Sebber

    EU SÓ TO AQUI PRA DIZER QUE TO ANSIOSÍSSIMA PRA MARATONA DA 4A TEMPORADA, BJKS.
    Ps.: Parenthood é isso mesmo – todos erram, todos acertam, todos são humanos. Essa é a mágia da série.

    • Ana Rebeca Tamandaré

      O pessoal do núcleo fez um comercial tão dramático sobre a quarta temporada que eu fiquei até com medo de começar a ver! Mas o fiz em poucos dias e chorei horrores, como esperado.. hahahahahahahaha

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