Prêmio Apaixonados por Séries – Piores estreias de 2014

17 de dezembro de 2014 Por:

Mais de 50 séries estrearam nesse ano. Quem deu conta de ver tudo que apareceu? A gente viu muita coisa. Algumas não mereciam o nosso tempo e mesmo assim assistimos. Depois de eleger as séries retornantes que decepcionaram em 2014, em mais uma noite de muito debate elegemos as 10 séries que não mereciam que perdêssemos 20 ou 40 minutos com elas.

Lembramos que foi uma votação ponderada, cada um deu uma pontuação para diversas estreias, então ainda virão surpresas na próxima categoria que também envolve novas séries. Conheça as séries que ganharam controle de latão. Com vocês, as piores estreias do ano:

 

1 – Constantine

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Mesmo antes de sua estreia, Constantine gerou um grande burburinho, não apenas entre os fãs do filme homônimo ou dos quadrinhos clássicos da DC Comics. A ansiedade atingiu aos fãs de séries de fantasia/sobrenatural no geral e parecia óbvio que a série da NBC era uma das grandes apostas da nova fall season. Bom, via de regra, grandes expectativas geram grandes decepções e aqui está mais uma das provas. Com o “vazamento” do piloto, já deu pra colocar um pouco os pés no chão e parar de esperar muito do programa, mas nem isso foi capaz de conter a decepção que aconteceu à medida que a série foi ganhando corpo. Ou melhor, deixando de ganhar, porque está aí um dos grandes problemas da série da NBC: Falta a ele corpo. Os roteiros são fracos e à exceção do ator principal, o elenco também não convence. A série até demonstra potencial, mas não consegue atingí-lo e sagra-se, assim, como uma das maiores decepções do ano. Que 2015 seja um ano mais interessante para o ocultista-  isso, claro, se a NBC decidir lhe dar uma segunda chance.

por Alexandre

2 – How To Get Away With Murder

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Acho que nunca escolhi tanto as palavras para escrever um post como este. How to Get Away With Murder é uma série muito contraditória, desperta em que assiste dois sentimentos bem antagônicos – amor e ódio. É transmitida pelo canal ABC, criada por Peter Nowalk e produzida por Shonda Rhimes (Greys Anatomy e Scandal). A série narra a história de um grupo de estudantes de Direito que inicialmente batalharam e conseguiram entrar para uma espécie de estágio no escritório de advocacia de uma brilhante professora de Direito Penal. A história mescla o cotidiano deles com uma trama de assassinato (a vítima é mostrada no piloto) que pode mudar a vida de todos eles. E qual o motivo dela não ser boa? Se tem o dedo mágico de Shonda Rhimes, tem verba para uma boa produção e tem nada mais nada menos do que Viola Davis no papel principal? Muitas expectativas foram criadas exatamente por tudo isso apontado acima e diga-se de passagem que as atuações são bem fracas e a única que faz um bom trabalho é exatamente Viola, mas ela não consegue salvar e mascarar o restante do elenco. Por outro lado, há elementos copiados de Scandal, o que tira um pouco a ideia de ineditismo da produção. A necessidade de toda hora surpreender o telespectador beira ao desespero e os exageros são constantes e isso joga contra a série. E por último aponta-se a falta de cuidado e confiança na parte jurídica da trama, já que a série traz advogados e tribunais como pano de fundo, não é ser muita exigência um pouco mais de credibilidade nesta parte. Por isso e outras coisas How to get away with murder pode ser apontada como uma das piores estreias e decepções de 2014.

por Janaina

3 – Gotham

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Com grandes poderes, vem grandes responsabilidades” – é o que diria o sábio tio Ben para Homem Aranha. Opa, erramos o herói, mas a frase cabe bem. Gotham nasceu em meios as inúmeras expectativas dos fãs. A ansiedade por ver a origem de um dos grandes heróis moveu fãs que esperaram ansiosos pela estreia. Aí veio o primeiro episódio e o universo apresentado parecia promissor. Personagens interessantes, pano de fundo envolvente e Benjamin McKenzie com uma atuação inspirada. O problema? Parou por aqui. Episódio após episódio, a série foi mostrando mais do mesmo, fazendo dos personagens menos interessantes e diminuindo mais e mais a importância de Gordon no desenvolvimento das ações principais. Hoje, parece uma série policial qualquer que tem Gotham como cenário principal e vilões do Batman como bandidos da semana. Ainda há tempo para mudar, se reerguer e aproveitar dessa mitologia tão rica para que não se torne apenas mais uma série em meio ao mar de estreias ruins que tivemos nessa última fall season.

por Leandro

4 – The Mysteries Of Laura

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Série policiais com “caso do dia” já não são muito originais, mas The Mysteries of Laura consegue ser ainda mais previsível. Sério. Nem a “emoção” de descobrir quem cometeu o crime existe, já que o assassino que ela tenta prender no piloto foi mostrado na promo de divulgação da série! Além disso, tem o plot “mãe solteira equilibrando carreira e filhos” que poderia ser ótimo há dez anos, mas em 2014 esse tema não é só batido como também ultrapassado. A série se resume a um conjunto de clichês que não acrescenta nada a ninguém. Dá até pena ver o nome da Debra Messing envolvido nessa série tão ruim.

por Olivia

5 – Selfie

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Selfie tinha tudo pra dar certo. Uma comédia sobre um assunto bastante atual: redes sociais e o excesso de exposição ao qual nos submetemos por vontade própria; além de uma excelente atriz recém saída de um trabalho que lhe trouxe milhares de fãs: Karen Gillan e sua primeira protagonista após Doctor Who. Mas o que podia ter sido um tiro certeiro, nem chegou a acertar o alvo. Selfie talvez seja a estreia mais sem graça do ano. Ou quem sabe dos últimos anos? E se a série é ruim, quem se importa com a história, certo? Mas basta dizer que Karen interpreta Eliza Dooley, uma representante farmacêutica que, por ter sido feia e excluída na infância, tornou sua missão ser bonita e popular, mas esqueceu que respeitar os outros também faz parte do pacote. Para humanizá-la, ela vai contar com a ajuda do novo amigo Henry (John Cho, artificial e sem carisma), mas vai abusar mesmo das caretas e das jogadas de cabelo pro lado. Quem resistiu ao piloto garante que a série foi melhorando… Mas a vida é muito curta para assistirmos uma série de comédia e termos que esperar mais de dois episódios para dar uma risadinha sequer.

por Cristal

6 – Z-Nation

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Hoje em dia, quando se quer ganhar público e dinheiro fácil na TV, você tem duas escolhas seguras: vampiros ou zumbis. Está na moda, atrai fãs fiéis e já tem uma fatia de mercado bem confortável. Querendo a sua lasquinha desse bolo veio Z-Nation, uma história de mortos-vivos do barulho aprontando altas confusões que até deus duvida. A descrição à lá sessão da tarde é tão batida quanto a trama principal, que traz clichê atrás de clichê e só inova quando inventa algo tão absurdo que ninguém nunca teve coragem de botar em prática, como zumbis que dirigem ônibus, se fingem de mortos (??) e até mesmo um bebê zumbi. Ainda que você goste do gênero, com certeza há opções melhores que Z-Nation, vai por mim.

por Laís

7 – Mulaney

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Criar um seriado e ainda ser a estrela principal dele não é uma tarefa fácil. John Mulaney vai concordar comigo, já que teve sua sitcom em várias listas de piores estreia do ano. Alguns dirão que é uma jogada pretensiosa tentar um projeto tão parecido com Seinfeld, uma das comédias mais aclamadas da história. E realmente é, as críticas em relação à semelhança não foram poucas. Além disso, o texto é tão engessado que não permite o destaque de nenhum dos personagens – talvez sendo o recurso para deixar os holofotes apenas sobre Mulaney. Nessa brincadeira, ótimos atores, a exemplo de Elliott Gould e Martin Short, são mal aproveitados. No mais, só podemos desejar boa sorte para Mulaney daqui para frente. Ninguém duvida do talento do comediante, mas não foi dessa vez que ele conseguiu emplacar um bom show.

por Giovanna

8 – The Strain

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O maior problema com The Strain foi a expectativa. Afinal, Guilherme Del Toro + Vampiros + Canal Fechado deveria resultar em uma série excelente, certo? Bem, não foi bem assim… Após um piloto introdutório que até chegou a ser bacana, toda a possível qualidade foi jogada fora. Com um roteiro que muitas vezes chegou a ser patético (uma hacker que acabou desligando a internet?), atores ruins e personagens nada carismáticos, foi ficando cada vez mais difícil continuar acompanhando a série. Os episódios tornaram-se cada vez mais entediantes e a trama parecia sem rumo, ainda mais com as respostas esfarrapadas que davam pra gente. Pois é, parece que a qualidade ficou apenas no material promocional e nos efeitos visuais (aqueles “vampiros” linguaridos chegavam a ser um tanto medonhos). Eu aguentei 9 episódios, e você?

por Douglas

9 – Eu Que Amo Tanto

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A Globo bem que tenta fazer algo de diferente e inovador para chamar a atenção do telespectador mais crítico, mas muitas vezes acaba por pecar no exagero. Eu Que Amo Tanto foi uma destas tentativas frustradas do maior canal de televisão brasileiro. Um elenco de peso (que contava com atrizes renomadas como Carolina Dickman, Suzana Vieira, Mariana Ximenes, Marjorie Estiano e Paula Burlamarqui), uma diretora premiada (Amora Mautner) e um roteiro baseado em boas histórias (como as do livro de Marília Gabriela) eram a soma perfeita para se entregar ao público algo que fosse, ao mesmo tempo, belo e tocante. O problema é que, logo no primeiro capítulo, não vimos nada disto. Histórias de muito mal gosto colocavam diálogos e situavam as mulheres em um ambiente que beirava a loucura, tudo com a prerrogativa de que elas amavam demais. Dava para fazer algo muito melhor com o contexto inicial, pena que tudo que consegui ver foi uma minissérie focada em denegrir a imagem feminina e exaltar as aventuras masculinas. Eu Que Amo Tanto foi, definitivamente, uma das piores estreias do ano (e uma das piores apostas da TV Globo).

por Marina

10 – Forever

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Não tem nada pior que uma boa ideia mal executada e é essa a sensação de Forever: um plot muito interessante, que se perde em um roteiro muito manjado, personagens previsíveis e clichês insistentes. A série podia ser muito boa, mas parece que não quer, porque tenta se assemelhar à outras, mas ainda falta muito mistério para se alcançar as séries de investigação, como Castle e Bones. Porém, entre tanta coisa ruim, há um ponto positivo: a relação quase paterna entre Abe e Henry.

por Nathani


Mas como Natal é uma época para perdoar, quem sabe algumas ganham uma outra chance na sua grade de séries? Já tiramos o peso das decepções do ano, nas próximas categorias vamos eleger as melhores séries do ano! Aguardem as surpresas.

Mineira, designer, professora que gosta tanto de séries que as utiliza como material didático.

Belo Horizonte/MG

Série Favorita: Fringe

Não assiste de jeito nenhum: Supernatural

  • Lucas

    Só comecei a assistir Gotham. E ainda acredito no potencial da série.

  • Lívia

    Constantine de fato decepcionou, não consigo entender como eles não conseguem fazer uma série boa com tanto recurso de historia. Gotham acho que merece estar na lista, assim como Constantine, veio como uma promessa – à ser a melhor estreia da temporada e kd ? Mesmo com uma sensível melhora pra parte final dessa primeira parte.

    Confesso que algumas series do post ainda tenho vontade de ver, como The Strain. Eu li os livros, gostaria de ver como eles trouxeram pra vida real.

    O problema dessas series são as expectativas que elas criam antes, ai não que não sejam boas, mas elas acabam deixando a gente disiludido. Mas algumas precisam de mais um tempinho pra pegar no tranco.

    Mas outras são ruins mesmo!

  • Giovanna Hespanhol

    Opa, estou me sentindo na obrigação de defender Selfie aqui hahaha Entendo que é questão de gosto e também as razões por ela estar na lista. Realmente, não dá para negar que o piloto é a coisa mais bizarra desse mundo, a começar pela peruca horrível que botaram na Karen. Por isso, acho que todos deveriam encará-lo como uma brincadeirinha só. Tem tanta série aí na vida que começou fraca e depois foi se superando. Claro, não é daquele tipo de show que precisa de três, quatro temporadas. Pelo menos uma completa já seria ótimo.
    Os episódios seguintes ao piloto nem parecem a mesma produção, são de uma superioridade absurda. Pode não ser a comédia mais engraçada do mundo (está bem longe disso), mas esse nem é o propósito também. É uma comédia romântica com abordagem um tanto diferente das que estão por aí. Os atores foram melhorando a cada episódio, o décimo episódio está aí para não me deixar mentir. O texto está muito bom, com referências à cultura pop e escrachado na medida certa. Aliás, é uma releitura de um clássico, né. Não tem Audrey Hepburn, mas tem uma Karen Gillan dançando e até cantando hahaha Enfim, achei o cancelamento prematuro, esses últimos episódios foram tão bons. :/

    • Marina Silva

      Também acho que teve coisa pior que Selfie por ai heheheheheh.

    • Cristal

      “O piloto é a coisa mais bizarra do mundo.” I rest my case! rs
      Eu soube que melhorou, Giovanna, mas o piloto foi uma das piores coisas que eu vi na vida. E o foda é que muita gente desistiu de acompanhar justamente por culpa dele. Quando acabou, eu queria gritar pra ter de volta aqueles meus 20 minutos perdidos!

  • Wander

    Gente, por várias vezes eu tive que rolar o cursor para o topo da página e conferir o título da matéria! Piores estréias do ano? Algumas eu até concordo, mas definitivamente, metade dessa lista não faz sentido. Ok, ainda da até para entender que se trata de escolha pessoais; mas não entendo mesmo “How to Get a away with a murder”, “Gotham”, “The Strain” e “Eu Que te Amo Tanto” (nem sei se essa pode ser considerada série né, já que trata-se de uma produção de 4 episódios de 10 minutos cada, exibido dentro de um outro programa) nessa lista.

    Ainda mais quando lembro de séries que mereciam muito mais estar na lista: Madam Secretary, Bad Judge, Gracepoint, Cristela, The McCarthys… Outras do inicio do ano como Intelligence, Enlisted, Rake, Star-Crossed, Resurrection, Surviving Jack, Those Who Kill…

    • Marina Silva

      Ei Wander! Exatamente porque esta lista é feita com opiniões pessoais de nossos colaboradores é que temos tantas discordâncias (inclusive entre nós) nas séries que foram apresentadas ai hahaha! Mas isto que é o divertido da história, e é até isso que nos faz entender porque é que uma série que achamos ruim conseguir ser renovada e outra que é tão boa ser cancelada prematuramente – as pessoas pensam realmente diferente!

      Mas como eu que escrevi da minisérie da Globo, me senti no direito de justificar pra você meu desgosto! hahaha! Olha, eu como mulher me senti muito ofendida em assistir aquilo ali em pleno fantástico. Sei lá, achei machista, bruto, tosco e desnecessário. E olha que eu nem sou das feministas mais fervorosas do mundo, mas não gostei mesmo! =)

      Beijo e obrigada pelos comentários sempre!

      • Wander

        Sim, eu entendo! haha. Nem foi uma crítica a lista; e sim uma surpresa mesmo, ao ver certos títulos citados. É que eu não imaginaria mesmo Murder ou The Strain, por exemplo, citados. Mas acho toda opinião válida.

        Sobre a minissérie, entendo totalmente seu ponto de vista. Mas devemos lembrar que trata-se de uma série baseado em histórias verídicas, apesar que pode sim ter o exagero melodramatúrgico envolvido. Na verdade, me apeguei mais à força das atuações das protagonistas, do que o texto em si. Então, baseado no seu ponto de vista, você não deixa de ter razão.

        Beijos.

    • Camila

      Wander, estas escolhas são baseadas mais em decepções. Existiam expectativas altas e elas não foram alcançadas.
      Acho que ninguém esperava muito de Intelligence, Enlisted (nem perdi tempo vendo esta) e estas outras que você citou.

      • Wander

        Então Camila, como expliquei no comentário abaixo, eu prefiro separar os termos Ruim e Decepção. Obviamente, isso é parâmetro meu, e que não deve se estender a você, haha. Costumo ser um pouco mais técnico. Mas no fim das contas, eu concordo com a maioria da lista. 🙂

  • Bingo, outra lista bastante justa.

    Gothan é daquelas série que, pra mim, não deveriam existir.
    …Murder é histérica. Odeio séries histéricas.
    Constantine é um Supernatural disfarçado.
    The Strain é fraquíssima, o que surpreende porque os nomes envolvidos têm capacidade pra mais.
    Selfie é vergonha alheia total.

    Sendo sincero, nessa fall season só duas séries estreantes me agradaram: The Affair e Transparent (considerando apenas os EUA).

    • Camila

      Murder é histérica e previsível tentando não ser. Não gostei também, achei uma das piores, e tenho dó da Viola Davis na série.

      Selfie não achei tão vergonha alheia. :]
      E concordo com The Affair!

    • Wander

      Citando minha adorável Judge de The Good Wife, “I’m sorry, was that in your opinion?”, risos.

      Acho mesmo que existe uma diferença entre uma série ser ruim e ser decepcionante (não que ela não possa ser os dois, ao mesmo tempo). Gosto de citar um ótimo exemplo: The Newsroom. Quando você ler notícia que o Aaron fucking Sorkin está envolvido na criação de uma nova série para HBO, tuas expectativas vão na ionosfera. Estamos falando do criador de The West Wing, do vencedor de Emmy e Oscar, no canal H-B-O! Atualmente, exibindo sua última temporada, podemos dizer que ela atendeu essas expectativas? Não. Mas a série também está longe de ser uma produção ruim. Fica a sensação apenas de “decepção”; mas ninguém em sã consciência a colocaria entre as piores do ano.

      E acredito que esse pensamento se aplica também ao contrário, Once Upon a Time, por exemplo, todos apontavam como a promessa de maior bomba da fall season a qual ela estreou, e no fim se mostrou uma grata supresa, até então. E apareceu em várias listas de melhores do ano, a qual eu achei completo exagero; já que, pra mim, o único mérito da série foi não ter se confirmado o temor dos pessimistas.

      Isso me refiro a series como Murder, Gotham e The Strain. Elas tem seus defeitos (concordo plenamente em definir Murder como “histérica”), mas também tem outras qualidades. Podem passar o sentimento de decepção, devido expectativas que se cria, mas não significam que se tornem produções ruins, a ponto de serem indicadas como piores do ano.

      Esse titulo deveria ser dada a Madam Secretary (poço de clichês e uma verdadeira fábrica de reciclagem de plots de meia duzias de séries), Bad Judge, Cristela, etc, que são só ruins mesmo!

      E Gracepoint, que se encaixa perfeitamente na categoria ruim e decepcionante. Quando tu ler que o criador e o protagonista da elogiada série original, estarão envolvidos no remake, aí coloca um elenco que vai de Anna Gunn a Jacki Weaver; quais as chances de dar errado? Pois bem, foi um fiasco absoluto, em todos os sentidos.

      • Janaina Helena

        How to Get Away With Murder não foi apenas uma decepção e sim TAMBÉM uma decepção. A série é um bolo recheado de clichês, tem um roteiro fraco, atuações ruins e por ai vai…

  • Forever pra mim é a maior decepção, sem dúvidas. O plot prometia MUITO, o piloto também. E, no final das contas, é só mais uma série policial.

  • Keila

    Essa lista está tensa, há algumas séries que eu assisto e concordo, outras que assisto e vejo que as opiniões são tão controversas qto engraçadas.

    Eu não colocaria Gothan nessa lista, pra mim ela não prometeu nada que não tenha sido entregue, há os pontos em que se tem que melhorar( leia-se Barbara Gordon e Major Crimes ), mas mesmo com tantas espectativas não acho que decepcionou.

    Não vou defender, apenas dizer sem medo de ser julgada, que eu gosto de Selfie (fiquei feliz qdo conseguiram uma emissora pra passar toda a temporada) e gostava de Enlisted.

  • Chris

    Foi uma lista interessante,digo, a maioria das séries presentes de fato merecem estar na lista,leia-se Constantine e Forever considerando que foram duas series muito esperadas,esperava mais de constantine,bem mais, de forever então… fiquei triste e decepcionada.
    Mas outras séries como Gotham,talvez porque eu ame super-heróis,talvez porque eu ame ainda mais os vilões das historias em quadrinhos, descobri por acaso e acabei me envolvendo,achei interessante.
    E How to Get Away With Murder, foi uma das que eu mais gostei das estreias que tivemos,em parte porque eu amo Shonda Rhimes,eu amo personagens negros como principais e porque eu adoro séries que mostram a forma em que o direito dos EUA é feito.
    Acho que apesar dessas duas o resto deve sim está na lista, mas cada um tem sua opinião .

  • Mari

    Nossinhora, fiquei até surpresa por ver How hsiagduqhsvha murder aqui, porque as pessoas estão simplesmente morrendo de amores por ela. Mesmo sendo da Shondinha, eu não quis ver porque pelo promo já mostrou algo que apagou minha curiosidade: a semelhança com Scandal. Se Scandal já tá sendo um pé no saco pra mim, não vou ver outra que usa dos mesmos elementos, né? Deusmelivre.

    E juraaaaava que veria Bad Judge aqui.

  • Felipe Tortorelli

    Gotham nao foi nem de perto uma serie ruim ou decepcionante, nessa primeira parte da 1ª temporada ela mostrou o que pretendia, como suja e corrupta a cidade é, e com bons personagens e atores. E tanto que vi em sites de amantes em HQ’s que falaram que é uma das melhores series baseadas em quadrinhos.

  • Elisângela

    Quanto a Forever: uma vida eterna. Gostei do primeiro episódio, sua estréia me fez continuar assistindo, no decorrer dos episódios foi que percebi é que os escritores devem trabalhar melhor o enredo. Eles tem os melhores ingredientes ali, sendo o principal, os personagens e os atores que os fazem, e só organizá-los melhor lá com o mistério da imortalidade bem construído. E sim, eu amo a relação entre Henry e Abe, você não sabe, muitas vezes, quem é pai e quem é filho, eles são pai e filho um do outro. Eu já amava a relação entre pai e filho de Fringe, e já amo esse amor paternal/filial nessa série.

  • Elisângela

    Gostei do primeiro episódio de Forever: uma vida eterna. O que falta é eles trabalharem melhor o enredo. Eles tem os melhores ingredientes ali, sendo o principal, os personagens e os atores que os fazem, e só organizá-los melhor lá com o mistério da imortalidade bem construído. E sim, eu amo a relação entre Henry e Abe, você não sabe, muitas vezes, quem é pai e quem é filho, eles são pai e filho um do outro. Eu já amava a relação entre pai e filho de Fringe, e já amo esse amor paternal/filial nessa série.

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