Primeiras Impressões: Chicago Justice

5 de março de 2017 Por:

Vem cá, pode chegar, deixa de besteira. É só mais uma franquia do Dick Wolf e NBC, com vocês: Chicago Justice. Minhas amigas e meus amigos, eu sempre me perguntei até onde esse cara chegaria e posso lhes garantir que o céu é o limite. Começamos no corpo de bombeiros, daí tivemos o primeiro spin-off  no ambiente policial, em seguida fomos para as salas de cirurgias e, como não poderia faltar, os tribunais! Pois bem. Chicago Justice me lembrou vagamente alguns episódios de The Good Wife, não pelos advogados, mas pelas cenas nos tribunais mesmo. Talvez isso que tenha me conquistado um pouco, ainda que o primeiro episódio tenha sido proveniente de um crossover de Chicado Fire e Chicago PD, é fácil captar a essência, ainda que você não assista a essas séries. E pra quem não assiste nenhuma outra franquia e tá afim de começar uma série nova, talvez consiga lhe convencer que isso aqui tem potencial e dos grandes. Shall we?

O piloto ao contrário da maioria das premieres por aí, tem nome e é a parte final do crossover. Fake traz o caso de homicídio em que 39 crianças foram mortas em um incêndio provocado. O suspeito é Dylan Oates. A motivação? Não sabemos. Mas o que fica claro neste comecinho é a vontade do Promotor Peter Stone (Philip Winchester) e a promotora Anna Valdez (Monica Barbaro) em solucionar o caso e fazer justiça pelas vítimas e familiares. Aos poucos a gente vai entendendo mais sobre o caso, já que ele teve um andamento em Chicago PD, com o drama de um dos personagens que perdeu sua filha no acidente e toda a equipe do 21° Distrito do Departamento de Polícia de Chicago e, assim, consegue tomar ciência de tudo que aconteceu nos outros episódios. 

O advogado de defesa, que aparenta ser um velho conhecido da Promotoria fez a moção para suprimir a confissão, e a partir daí, o que parecia fácil pode tomar caminhos injustos já que agora a Polícia e a Promotoria precisam se unir ainda mais para descobrir a motivação por trás do crime, para que assim consigam convencer o Júri de que Dylan é o verdadeiro culpado. Testemunhos de um lado, provas de outro, a medida que o tempo vai passando o sentimento que fica é de desespero, já que apesar de não saber porque, de fato, o crime aconteceu, o depoimento de uma das vítimas, assim como o da mãe do réu deixa a dúvida se Dylan vai sair impune ou não.

Concomitante as investigações, é fácil perceber o drama das relações interpessoais em CJ, isso porque, atrelado com a busca pelo motivo de Dylan, Peter se vê obrigado a ir além e acaba se envolvendo de forma muito próxima ao caso, não ao caso diretamente, mas as circunstâncias a medida que elas aparecem. Uma das pessoas intimadas a testemunhar, se recusa a ir ao tribunal e ameaça o Peter caso ele insista, e é a partir daí que vemos o drama pessoal mencionado no começo. Ao que tudo indica, Peter teve um caso com uma mulher casada, mas que na época do romance estava separada. Ainda que tenha sido pouco revelado sobre isso, o que conseguimos extrair dessa informação, é a de que ele é capaz de qualquer coisa para ganhar, ou melhor, para fazer o que é certo pelas vítimas. Nem a ameaça de revelar para todos sobre o affair foi suficiente para Peter desistir da testemunha.

Um dos pontos negativos foi a pouca participação da promotora Anne, seria legal ver mais da sua atuação, já que ela foi fundamental para solução do caso. É aquela grande história de que sempre somos invisibilizadas com os grandes feitos e invenções e quem leva todo o crédito, no final das contas, é um homem. Não que o Peter não tenha sido importante, a propósito o personagem é o melhor da série, justamente por fazer jus ao nome da série, mas não seria nada mal ver um pouco mais do restante do elenco, porque ainda que tenha sido só o primeiro episódio, temo que a série se perca e foque só no Peter Stone.

Se você gosta de séries jurídicas ou assiste a franquia Chicago, com certeza vai gostar de Chicago Justice, que tem tudo para ser promissora e fazer sucesso tanto quanto as anteriores. Então é isso, o Apx vai fazer review e cê pode acompanhar tudo aqui, beleza?! Até mais!

Assiste séries com a mesma frequência que sente fome. Estudante de Direito, futura professora de Inglês e louca pelos animais, em especial, seus amigos. Uma aquariana que não...

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Salvador BA

Série Favorita: Impossível decidir

Não assiste de jeito nenhum: Glee

  • Junior Moreira

    Pois eu realmente amei

    • Helaine Marina

      E ai, Junior!! Bem vindo ao bonde, te vejo no próximo!

  • Fellipe Rodrigues

    Assisti hoje e gostei bastante, mas como a única série que assisti em um estilo parecido foi How to get away with murder estava esperando “uma Annalise” arrasando no tribunal. Embora o ritmo não tenha sido bem o esperado, acho que tem futuro!

    • Helaine Marina

      Oi Fellipe!! É difícil a gente ver o mesmo nível de htgawm hahahaha, mas eles tentam, né? Eu também acho que a série tem futuro, inclusive acho que pode ter mais futuro do que CMed. Te vejo por aqui, então? Bjos

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Glitch

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Sete mortos voltam à vida super bem de saúde e aparência. É essa a história de Glitch, uma série australiana que está disponível no Netflix, desde o ano passado. De cara, a história pode parecer mais uma de tantas sobre mortos-vivos, zumbis ou afins. Inclusive, Glitch chegou a ser comparada com as séries The Returned e Ressurection. Mas, apesar de usar um tema já conhecido do público, o enredo é totalmente novo e contado de uma forma diferente de tudo que você já viu sobre o assunto. Nada de apocalipse ou vírus mortal, Glitch conta a história de sete renascidos das cinzas de forma, aparentemente, espontânea e natural, e claro, misteriosa na cidade fictícia de Yoorana, na Austrália. O primeiro […]

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