Super Sunday – De 23 a 29 de Outubro

30 de outubro de 2011 Por:

Nossa coluna semanal de mini-reviews hoje conta com Happy Endings, How to Make it in America, Parks and Recreation e Body of Proof! Raising Hope volta com inéditos na próxima terça-feira (01) e Modern Family, na quarta (02).

2×06 Second Chances

Minha médica legista preferida continua impecável em Body of Proof, exceto pela implicância com o namoro da Kate com o Todd. Sabemos que não há mais sentimentos homem-mulher entre Megan e o ex-marido e que ela nem de longe pensa em reconquistá-lo. Restaria o ciúme da filha, que Megan tenta reconquistar a cada episódio. E nesse caso, todas as ações da Kate demonstram que ela não quer o lugar de mãe da Lacey. Aliás, a interação mãe-filha está cada vez melhor, foi ótimo ver que a menina tem o mesmo temperamento da mãe. Adorei vê-la interagindo com os colegas de Megan. O caso da semana manteve o bom nível dos demais. Não tivemos nenhuma evolução no shipper Megan-Peter, pra minha tristeza. Mas a cena final entre eles foi muito fofa, com o desabafo sobre o “acidente-chicote” da vida dela. Todo seriado policial tem sempre um ou mais episódios discutindo sobre pessoas “mudarem” ou não. Gostei ver que dessa vez houve um final feliz e para ambas as mães. Pelo promo de Hard Knocks, o próximo episódio parece estar imperdível!

por Andrezza Pimenta

2×05 Spooky Endings
Em seu primeiro episódio de Halloween, HE fez bonito, muito bonito!! Primeiro falemos da audiência, que foi a melhor da série até então, com 8.33 milhões de telespectadores assistindo ao especial de dia das bruxas. O que mais achei legal é que, enquanto alguns shows abandonam suas histórias usuais para apresentar um simples episódio temático, Happy Endings foi além e continuou mostrando as tramas principais de cada personagem: as tentativas de Max e Penny para encontrarem namorados; Dave e Alex como amigos após o ex-casamento; e Brad e Jane pensando no futuro como casados. Não fugiu do usual mostrado na série e ainda trouxe o tema do Halloween com muitas risadas. O melhor – de longe – foi assistir Max gesticulando com aqueles bracinhos de bebê!! Sério, eu dava risada cada vez que ele mexia as mãozinhas em contraponto com a cabeça enorme. E sejamos sinceros, nenhum dos dois teve gosto interessante para as escolhas dos parceiros. Confesso que, apesar de clichê, o plot de “fantasia confusa” me divertiu. O Elton John-Austin Powers de Dave foi ótimo, e Zachary Knighton fez realmente um bom trabalho. Precisei voltar diversas vezes a cena de “That is the costume you were dying to wear? Yeah, baby, yeah. Just talk normally. No, baby, no.” E para variar, Brad e Jane foram magníficos, com a história de morar no subúrbio, ele ser bastante assustados, algo que a colega de canal Suburgatory, vem tentando mostrar. Jane de bacon foi…sensacional. O negócio é que HE faz bonito até no clichê: a gente sabia que Max iria ganhar o concurso de travesti, mas a cena final foi hilária de qualquer forma. Isso é Happy Endings!!

por Caio Mello

2×04 It’s Not Even Like That

How to Make It desta semana focou-se mais nos relacionamentos entre seus personagens do que nos negócios deles, e fez isso sem perder em dinamismo e sem deixar de ser hip. Tudo o que tivemos no âmbito profissional foi a patroa deRachel sendo previsivelmente bitch, a confecção do novo portfolio da Crisp (adoro quando eles precisam improvisar) e os efeitos do viral da Rasta Monsta, que mostrou-se um tiro pela culatra. Só não deu mais errado que a trama de Rene: sinceramente, pra mim este plot está sendo o pior da série. Enquanto isso, tudo mais vai de vento em popa: Cam e Lulu são um casal bacana e o sogro do rapaz vem mostrando-se uma ótima adição à temporada, e o mesmo vale para Nancy, também, apesar de eu não ver um relacionamento entre ela e Ben rendendo mais do que uma meia dúzia de cenas. Outro relacionamento que eu não vejo indo pra frente é o de Domingo e Rachel, que podem até ser unidos pela marijuana, mas não por um sentimento forte. Os ciúmes de Ben e a oposição geral ao namoro, causando uma certa tensão entre a turma de amigos, pode ser interessante a curto prazo, mas acho que daqui há alguns episódios, dessa relação só restarão alguns momentos de awkwardness. Espero que ela volte logo pro Ben; o casal é divertido, fofo e tem a cara da série. Foi legal saber mais sobre a vida deles antes do início da série através do casamento de amigos que eles uniram, e gostei do discurso do Kapo, também. No início, tinha achado meio boba essa situação, mas a storyline dele falindo é bastante promissora. Espero que How to Make It continue sua excelente temporada focando-se mais nos elementos que realmente podem render histórias interessantes e duradouras.

por João Miguel

4×05 Meet n Greet

Os episódios temáticos das séries, como Halloween ou Thanksgiving, geralmente são os melhores da temporada, mas infelizmente não foi o caso de Meet n Greet. O problema de uma série que semanalmente tem episódios geniais como acontece em Parks and Recreation é que quando um episódio é apenas bom, fica muito aquém do esperado. Uma parte do episódio se passou no evento em que Leslie, com a ajuda de Tom, deveria conseguir apoio dos donos das pequenas empresas de Pawnee para sua nova carreira política. Enquanto isso, o resto do elenco participava da festa da Halloween de April e Andy. O evento de Leslie não saiu como o esperado e acabou se tornando um evento para promover a Entertainment 720, a empresa que ninguém sabe exatamente para que serve. Tom acabou confessando para Leslie que sua empresa faliu, afinal, como ele iria adivinhar que deveria ganhar dinheiro para depois gastar, né?! Nem a técnica de dizer que está com a agenda lotada e não aceitar nenhum cliente nas duas primeiras semanas da empresa deu certo! Já na festa, vimos as esquisitices de Andy e April, a frustração de Ben, o comportamento inadequado de Chris e seu novo sogro Jerry, e o melhor da noite, Ron e Ann consertando a casa. Aliás, será que Ron e Ann vão ser o próximo casal da série? Vale destacar a “briga” entre Andy e Ben; Chris agindo como Sherlock Holmes; e Leslie “afogando” Tom na limosine-banheira!

por Isabela Avalone

E aí? Gostou da relação de Megan e Lacey, em Body of Proof? Concorda que Max foi destaque esta semana em Happy Endings? Também torce por Ben e Rachel, de How to Make It in America? Achou o episódio de semana passada de Parks and Recreation genial ou apenas bom? Comente e debata com a gente!

Bela Vista do Paraíso - PR

Série Favorita: Arquivo X

Não assiste de jeito nenhum: Reality Shows

  • Junior D.

    Eu simplesmente amo Happy Endings! E ando gosrando cada vez mais do Zachary Knighton. O Yeah, Baby, Yeah (…) No Baby, no! Foi simplesmente demais de engraçado! Fiquei feliz pela ABC ter dado a temporada completa para HE!

Desafio: você se lembra de quem foi essa declaração de amor?

2 semanas atráscomentarios

Ah, o dia dos namorados. Aquele momento do ano para espalhar aos quatro cantos nosso sentimento por aquela pessoa especial, que faz o coração acelerar e as palmas da mão suarem. Aquela pessoa por quem você faria qualquer coisa, até mesmo deixar a vergonha – ou o medo – de lado para professar seu amor. Nas séries, existem muitos personagens  que não esperam data especial nenhuma para declarar seu amor, seja num momento de desespero, num pedido de casamento ou só para reforçar aquilo que o parceiro já sabe e Tom Jobim cantava aos quatro ventos: é impossível ser feliz sozinho. Você também acredita nisso e se derrete toda vez que sabe que chegou a hora de surtar, porque vai ter […]

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Guia da Trilha Sonora: Scream – Season 1

2 semanas atráscomentarios

Entre os poucos pontos positivos que posso destacar em Scream, a trilha sonora fica em primeiríssimo lugar (talvez porque seja da MTV). Misturando canções atuais, dançantes e tristes, que fazem parte da vida dos jovens de Lakewood, a série soube utilizá-las para compor a história e os personagens. Assim, nada melhor do que ouvir as músicas da primeira temporada, agora disponível em uma playlist na nossa conta do Spotify!

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House of Cards e a Política Brasileira

3 semanas atráscomentarios

Primeiramente, #foratemer. E se você ainda não conferiu a última temporada de House of Cards, não se preocupe, esse texto não contém spoilers, – apenas reflexões. Pra gostar de House of Cards você precisa torcer pelos Underwood. Claro, a gente sabe o quanto eles são escrotos, mas é ficção, certo? Não tem problema torcer pelos vilões. Ou pelo menos era o que pensávamos em 2013, quando a série estreou. Mas de lá pra cá a política mundial virou de ponta à cabeça. Os Estados Unidos elegeram Trump e nós tivemos Temer enfiado goela abaixo. Isso sem contar os acontecimentos dignos da ficção, como a morte de Teori Zavascki, a delação do Joesley e os testes nucleares da Coréia do Norte. […]

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