O que parecia impossível está acontecendo. No segundo episódio de House of Cards, Frank e Claire se encontram quase sem saída, sem apoio ou aliados políticos, para seguir em frente com seu desejo de permanecer na Casa Branca. Na saúde ou na doença, nos altos e baixos do poder, eles vão ter que enfrentar juntos a crise na vida profissional. Até que a morte (ou o fim do mandato) os separe!
Frank e Claie formam um casal incomum. A aliança entre os dois vai muito além do casamento. A ligação pela política e o poder, é a verdadeira cola que os une. Sendo assim, parece que quando um está se dando mal, o outro afunda também. Foi o que aconteceu nesse episódio.

Claire quer ser nomeada embaixadora das Nações Unidas e mesmo sabendo que será criticada por nepotismo, ela está determinada a ir atrás do que quer. Não dá para esquecer que ela é muita boa nessa área, seu talento também tem que ser levado em consideração. Durante uma entrevista com senadores, entretanto, esse sonho fica bem distante. Claire perde a linha com Mendonza, que acaba distorcendo uma fala da primeira dama.
Enquanto isso, Frank recebe um golpe dos líderes de seu partido. Eles não querem que Underwood se candidate nas próximas eleições. O casal agora precisa fazer o controle de danos. Claire liga para todos os senadores, para tentar o máximo de apoio para a votação. Ela fala, inclusive, com Mendoza, o responsável por seu fracasso. Isso mostra como são as coisas na Casa Branca. Uma hora são inimigos, dois segundos depois são aliados, sempre mantendo a mesma poker face e elegância, mesmo se odiando por dentro.

Frank também coloca mãos à obra e usa todo o seu poder de persuasão para conseguir apoio de outros políticos para sua campanha. Está claro que Claire não vai desistir, nem ele. Os dois gastam toda a sua lábia e charme no telefone para casos que parecem perdido. É um grande teatro!
Mas fraquejar não está no idioma do casal. Quando Claire encontra seu marido chorando num canto, sem esperança, ela o deita no chão para transar. É uma cena forte e um recado que diz “Não há tempo para ser fraco!”. Não há mesmo, mais do que depressa, os dois dão a volta por cima e colocam novos planos em ação.
Tendo em mente a ideia de que “talvez nós só tenhamos um ano e meio na presidência” é hora de tomar medidas extremas. Claire exige que o marido a nomeie embaixadora, mesmo tendo perdido a eleição. Já Frank faz um anúncio ao povo americano. Vai lançar o programa American Works, custe o que custar. Já que ele não vai concorrer, pode arriscar tudo em suas ações no governo. Se ele fracassar, que se dane! Isso é o que ele diz ao partido, porque o Frank que conhecemos, não vai desistir nunca.
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