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Revenge – 2×17 Victory

Por: em 27 de março de 2013

Revenge – 2×17 Victory

Por: em

Antes de começar a review, um recado do querido Alê explicando a mudança (a última desta temporada, eu prometo!) de autores em Revenge:

Olá, galera. Mais uma vez, as reviews de Revenge vão mudar de dono aqui no blog. Houve uma troca interna e agora, a Bianca vai assumir a série da ABC, pra que eu possa assumir os textos de Game of Thrones, que volta domingo agora para sua terceira temporada e, assim, ninguém aqui fique sobrecarregado – o que prejudicaria diretamente vocês, leitores. Obrigado pela companhia nestes últimos textos e, agora, deixo vocês em boas mãos. =)
Alexandre.

Assim com o Alê e o Leandro, eu não estava gostando do começo da temporada, com a Emily perdendo o foco e esquecendo seu objetivo principal. Mas com a morte da Amanda (eu gostava da personagem e adorava ver a relação entre ela e a Emily), parece que as coisas voltaram ao normal.

A parte mais interessante do 2×17 foi vermos um pouco mais da infância e o relacionamento entre a Emily e o Eli e o encerramento deste arco – uma pena; espero que o Eli volte no futuro para ajudar a irmã de alguma forma. Quando ele surgiu, pensava que seria uma pedra enorme no sapato da loira, mas acabei simpatizando com ele logo de cara. Fiquei em dúvida desde a primeira aparição até o começo deste episódio sobre qual era a sacada, quando ele finalmente revelou as intenções para a irmã. Essa é uma das melhores coisas de Revenge: como o roteiro consegue colocar os personagens e situações de maneira dúbia prendendo muito bem o nosso interesse.

Revisitar as lembranças de infância de Emily e Eli é constantemente se perguntar como alguém é capaz de tratar outro ser humano – ainda mais uma criança – de uma forma tão cruel. Como ali as coisas funcionam no “olho por olho, dente por dente”, só posso desejar que a Hayward tenha ficado presa no porão da casa por algumas longas horas.

Preciso destacar que a atuação da Emily VanCamp vem melhorando a cada episódio. Eu a conheci somente em Brothers & Sisters e adorava a personagem dela. Mas foi em Revenge que virei fã de verdade e, como os meninos já disseram em reviews anteriores, a Emily Thorne não lembra em nada os trabalhos anteriores da atriz. As olhadelas que ela dava para o Eli durante o café da manhã nos Graysons foram ótimos e os sorrisos amarelos na casa da Hayward mostravam que mesmo por trás da frieza aparente, ferve ainda muito sangue e raiva.

Não sou a maior fã de Nolan e Padma (sou shipper de Nolan e Emily, mesmo sendo de uma forma não romântica porque ela funciona muito melhor com o Daniel e com o Aiden) e confesso que me empolguei com a ideia da Padma ter que desaparecer junto do pai para estarem a salvo. Apesar disso, não fiquei incomodada com a “permanência” dela (mesmo que seja em pensamento, por não se saber que fim levou) na vida do hacker, pois tinha duas coisas importantes aí: o Nolan ter motivação para continuar a perseguir o Falcão e a história se voltar para a Iniciativa. Com poucos episódios até o final da temporada, a season finale provavelmente será focada nos vilões misteriosos.

Jack é o personagem importante que eu menos gosto (já curti bem mais), porém a postura dele após morte da Amanda pode ser bem interessante. Ele não é tão bom na manipulação e ainda é muito inocente para este jogo, mas as fitas do Ryan nas mãos certas podem fazer um estrago. Se eu tivesse que apostar que alguém vai fazer alguma burrada, vai ser o Declan. Quero muito estar errada, porque já cansei de vê-lo fazendo besteira.

Como as cenas finais mostraram, agora que a “distração” do Eli está fora de cena, o foco voltará a ser a guerra velada entre Victoria e Emily e o crescimento da campanha do Conrad. Não sei ainda o que pensar sobre a Victoria ter tido um filho que ainda não conhecemos; no mínimo vai ser divertido de acompanhar os próximos episódios.

P.S.1: O que é o poder da motivação e vingança, hein? Um arquivo que demoraria semanas para ser decodificado levou somente algumas horas para ser exposto na tela do Nolan porque agora ele tinha um objetivo mais forte. Nem o melhor livro de auto-ajuda faria melhor.

P.S.2: Adoro a poltrona da sala da Victoria, a de espaldar alto cheio de coisas escritas. Quero uma igual.

Abaixo, a promo do próximo episódio:


Bianca

Feminista interseccional, rata de biblioteca, ativista, ama filmes, séries, cultura pop e BTS. Twitter sempre vai ser a melhor rede social.

São Paulo - SP

Série Favorita: Grey's Anatomy

Não assiste de jeito nenhum: Lost

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