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Switched at Birth – 1×21 The Sleep of Reason Produces Monsters

Por: em 16 de março de 2012

Switched at Birth – 1×21 The Sleep of Reason Produces Monsters

Por: em

Quem aí estava esperando um crossover entre Switched at Birth e The Walking Dead?

Dizem por aí que a Daphne estava tão, mas tão indignada com os rumos da série sobre zumbis que resolveu dar uma agitada naquela história um tanto quanto vagarosa, criando sua versão muito mais interessante.

Acrescente um pitada de confusão, um toque de ciúmes, adicione culpa a vontade e polvilhe com um climão, temos aí a receita de um excelente episódio da série, como há tempos não víamos.

Tive a impressão de que reciclaram tramas da primeira metade da temporada, como, por exemplo, a discussão entre Daphne e Regina sobre o que ela poderia ter vivido. E eu não estou reclamando disso, de modo algum. Funcionou muito bem, pois isso é a essência daquela série que nos conquistou na sombria summer season, nos deixou cativados, perdeu um pouco de seu ritmo, mas em nenhum momento deixou de ter seu brilho.

A série não é nenhuma inovação, pelo contrário, é um drama familiar leve, agradável, sem bombas, mortes, sequestros, cirurgias ou o que quer que seja. Um simples retrato de uma família abalada por uma descoberta e a maneira que eles encontraram para conviver com isso.

Minha indignação depois do episódio de semana passada, com o choque que tomei no final, continuou presente. Achei que, no mínimo, Emmett deveria ter sido sincero com Bay, já que eles estão tentando reafirmar a relação. Não consigo entender as atitudes que ele vem tomando nos últimos tempos, cada vez ele fica mais descaracterizado. Sim, eu gosto do personagem, mas comete cada mancada…

E quanto a Simone, bem, já comentei que a sua dubiedade é por demais interessante, e dessa vez eu nem consigo me posicionar contra ou a favor dela? Ter transado com Emmett foi uma vingancinha (Hello, Emily Thorne!) ou foi apenas um ato impensado e sem outras intenções maquiavélicas? E foi muita burrice deixar o celular em cima da mesa né? Quando ela largou, eu já imaginei “CERTO que alguém vai pegar”, e achei que seria a própria Bay a ver.

Já que estamos no assunto, Wilke está cada vez melhor. A química entre ele e Daphne é incrível, e eu simplesmente não consigo mais ver os dois separados. Que continuem juntos por muito tempo.

Quem aí não ficou com vontade de ganhar um filme de aniversário? Eu quero, eu quero!

Já o plot do livro da Kathryn continua dando voltas e voltas. Alguém realmente se importa com isso? Na verdade a única coisa que esquentou foi a descoberta de que John contou detalhes íntimos da vida dos dois para a jornalista. A relação dos dois promete pegar fogo! Estava na hora de abalarem um pouco o casal de propaganda de margarina.

Ah, e é claro que as cenas entre Regina e Daphne também foram excepcionais. Ver as duas criando as suas memórias foi um belíssimo momento. E eu acho que nem tem porque a garota duvidar, Regina é sim a mãe dela, e se por um lado ela perdeu alguns momentos, por outro, ganhou uma mãe incrível que sempre lhe colocou a frente de tudo.

Bem, ficamos por aqui. Na próxima semana temos o spring finale (que você confere o promo abaixo) antes de mais um hiatus. Pelo vídeo, podemos perceber que muita coisa vai acontecer: baile, descobertas e o tão aguardado retorno do Angelo!

Até lá.


Tobias Romanzini

Porto Alegre - RS

Série Favorita: Grey's Anatomy

Não assiste de jeito nenhum: Fringe e séries policiais

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