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The Voice – 4×11 e 4×12 The Knockouts

Por: em 6 de maio de 2013

The Voice – 4×11 e 4×12 The Knockouts

Por: em

Após as diversas etapas eliminatórias do programa, finalmente vimos a formação dos 16 artistas que se apresentarão ao vivo semana a semana em busca do título de vencedor da quarta temporada de The Voice. E o poder, que até agora estava nas mãos dos técnicos que mexiam em seus times como bem entendiam, agora vai para o público, que passará os seus favoritos para as próximas etapas independente do time ao qual pertencem (já que, desde a temporada passada, não temos mais a obrigação de ter um representante de cada time na final).

Então preparem-se para começarmos a parar de xingar os técnicos… e começarmos a xingar o público americano. Afinal, nós aqui no Brasil somos meros espectadores por não podermos votar em nossos favoritos (a não ser que alguém aqui compre as músicas dos cantores no Itunes, alguém faz isso?).

No primeiro episódio da semana tivemos as disputas dos times de Adam e Shakira, que não só são meus técnicos favoritos, como também tem os melhores times desse ano, o que ficou comprovado pela qualidade dos knockouts desse dia. Na terça tivemos os knockouts de Blake e Usher, e devo que confessar que algumas batalhas foram difíceis de assistir.

The Voice_knockout

Ah! Se todas as batalhas fossem assim…

Infelizmente, embora goste de diversos candidatos que foram aprovados, acredito que esse seja o grupo mais homogêneo e, vamos ser sinceros, sem graça que o The Voice já nos apresentou. O programa que é famoso por dar voz aos diferentes acabou perdendo essa sua característica tão marcante nessa temporada. Também, com um de seus técnicos determinado a formar um grupo monotemático, fica difícil celebrar a diversidade. Sei que já falei muito isso por aqui, mas estou realmente decepcionada com a estratégia de Blake esse ano. Coitados dos artistas que, iludidos pelo seu histórico de bicampeão, deram pela preferência ao técnico country sem se enquadrar nesse estilo musical.

Das minhas previsões da review passada, até que eu acertei bem. Algumas loucuras à parte, os coaches fizeram mais ou menos o que já esperávamos (mesmo sem concordar com eles). Então vamos logo à formação dos times para ver se eu estou boa mesmo de adivinhação e já posso jogar na Mega Sena.

Team Adam

No Team Adam eu consegui acertar três dos quatro artistas aprovados. E a grande supresa do time veio logo na primeira batalha da semana, Amber Carrington contra Midas Whale. Por mais que Amber tenha comprovado sua capacidade vocal, não acreditava que Adam se livraria de sua dupla extremamente carismática. Queria muito ver Midas Whale nas apresentações ao vivo, mas acho que a mudança no estilo da apresentação (um deles largou o violão!) e a escolha da música os prejudicaram. Adoro Higher Ground (Stevie Wonder), e gostei de ver que eles colocaram a marca da dupla no arranjo, mas algo não estava funcionando tão bem quanto das outras vezes. Já Amber fez sua melhor apresentação até aqui, cantando I’m With You (Avril Lavigne) de forma impecável. É impressionante como Amber parece estar fazendo o caminho inverso ao de Casadee, não é? Saindo do country para uma veia mais pop rock. Vamos ver se esse tendência se mantém agora que ela está avançando na competição (espero que sim!).  Nas duas batalhas de Amber eu torci para o outro artista, mas a voz dela é tão boa que não consegui ficar com raiva da decisão de Adam em mantê-la em nenhuma das vezes.

As outras três batalhas seguiram o roteiro previsto. A única na qual eu cheguei a ficar com um pouco de dúvida, foi no duelo entre Amy Whitcomb e Caroline Glaser. Por não conhecer muito bem a voz de Amy, achei que ela poderia nos surpreender positivamente e roubar a vaga que eu acreditava ser de Caroline. Mas esse não foi o caso de sua apresentação de The House of The Rising Sun (The Animals), que foi muito gritada para o meu gosto. Caroline escolheu uma das minhas músicas queridinhas do momento, Little Talks do Of Monsters and Men, e embora não tenha feita nenhum trabalho extraordinário com a música, conquistou a mim e ao seu técnico com o seu timbre único. Por isso, estou ansiosa para ver o que a Melanie Martinez dessa temporada vai fazer daqui pra frente. Não acho que ela tenha chances de vencer (acredito que nem Adam tenha essa ilusão), mas com certeza será divertido assisti-la.

Judith Hill contra Orlando Dixon foi a batalha ‘cê jura?’. O pobre do Orlando foi roubado só para ser sacrificado no altar da ex-backing vocal de Michael Jackson. Não tinha como Judith, que se apresentou com Always On My Mind (Willie Nelson), perder com toda a técnica e perfeição de sua voz, mas realmente me incomoda (desde o primeiro dia) o quanto ela é profissional. Não sei se participar dessa competição é o mais adequado para ela, que já está pronta para o mercado. Gosto de ver o artista evoluir, ver as dicas do técnico dando certo e, com Judith, não há muito o que Adam possa fazer além de estar presente nos ensaios. Achei a escolha de Orlando de All My Life (K-Ci & JoJo) bem interessante para a voz dele, mas não acho que tenha causado o impacto da semana anterior. Mesmo assim, gostei de vê-lo sendo eliminado com elogios do seu novo técnico, afinal ele realmente parece ser uma ótima pessoa. Embora esteja com raiva da estratégia de Blake, continuo o achando muito divertido. Uma das coisas mais engraçadas desta semana foi ele pedindo para Judith lhe dar um soco na cara por ter escolhido uma música country. E vocês viram a empolgação do Carson com a proposta? Esses dois também se amam.

Por último, tivemos Warren Stone contra Sarah Simmons. Embora já imaginasse que ele não iria para os shows ao vivo, fiquei triste em ver Warren indo para o sacrifício.  A apresentação dele de (I Just) Died In Your Arms (Cutting Crew) foi sensacional. A emoção com a qual ele cantou a música foi bem tocante. Mas não tem como competir com Sarah. Posso dizer com certeza que já tenho a minha favorita ao título deste ano. Além de escolher ótimas músicas, ela tem uma voz extrordinária e sua versão de Wild Horses (The Rolling Stones – AMO!) foi linda demais. Como um dos técnicos disse, ela realmente canta com o coração e coloca emoção em tudo o que faz. Espero que essa menina vá longe. Só não fiquei mais feliz com a sua vitória por causa da eliminação de Warren. Antes ele tivesse escolhido Blake como técnico. Com certeza ele merecia uma vaga no exército country dele.

E assim fechamos o time exclusivamente feminino do líder do Maroon 5. Um time muito forte e que pode conter o campeão desta temporada. Com vocês, as Adam’s Angels:

Team Adam_the voice

Team Shakira

No Team Shakira eu já não fui tão bem com as minhas previsões. Só acertei metade do time. A primeira dupla formada pela colombiana foi Garret Gardner contra Tawnia Reynolds, duas pessoas que eu acreditava que não teriam lugar nos shows ao vivo. Garret foi de Too Close (Alex Clare) e foi legal ver no ensaio a técnica tentando fazer com que ele saisse de sua zona de conforto, limitando os seus rosnados a um só por apresentação. Isso pode ser uma muleta na qual Garret se agarra quando não consegue atingir alguma nota, então ao fazer isso Shakira está tentando fazer com que ele evolua. Para mim, essa evolução ficou clara na apresentação de Garret. Tawnia já não precisou de tanta orientação por ser uma cantora mais experiente. Sua versão de Hell On Heels (Pistol Annies) foi tão competente que temi pelo futuro de Garret em diversos momentos. Talvez o certo teria sido torcer por Tawnia, mas isso fica mais difícil quando não simpatizo com o estilo musical da cantora. Assim, não sei se foi justo ou não, mas fiquei bem satisfeita com a vitória de Garret.

Depois tivemos Kris Thomas contra Mary Miranda. Fiquei feliz em ver que não era só eu quem tinha a impressão de que Shakira gostava muito dos dois e não os colocaria um contra o outro. Pelo jeito, Blake concordou comigo ao ficar supreso com o duelo formado pela técnica. Assim, era bem difícil adivinhar qual dos dois ganharia a preferência de Shakie. Kris escolheu What a Wonderful World (Louis Armstrong) e Mary optou por Every Breath You Take do The Police pois, segundo ela, foi essa a banda que a ajudou a aprender inglês. Não achei nenhuma das duas escolhas muito inspiradas, mas a voz de Kris é tão diferente da de Louis Armstrong que fiquei pelo menos curiosa para ver sua apresentação. Mary basicamente mostrou que as suas apresentações só tinham como vantagem o uso do espanhol, já que a cantoria em inglês ressaltou as piores características de sua voz. Assim, achei a vitória de Kris justa. Aposto que esse knockout fez com que Shakira se arrependesse do resultado da batalha entre Cáthia e Mary.

Com tantas latinas em seu time, era natural que Shakira tivesse que colocar duas delas em lados opostos de um knockout. As escolhidas foram Karina Iglesias e Monique Abbadie. Esse foi um duelo que me decepcionou bastante, pois achei que ambas tiveram atuações muito melhores nos battle rounds. Karina fez uma apresentação bem cheia de energia de Are You Gonna Go My Way (Lenny Kravitz), que foi bem divertida, embora não tenha mostrado tanto os seus talentos como cantora. Já Monique deu um verdadeiro tiro no pé escolhendo Como Uma Deusa (na verdade foi a original em inglês The Power Of Love, da Celine Dion) para a sua apresentação. Que música cafona, meu Deus! Por que, Monique, por que?? Além da música ser cafona, ainda parecia ser algo que ela não tinha 100% de confiança para alcançar as notas de Celine (que é uma excelente cantora), então foi incompreensível para mim porque ela arriscou tanto. Com isso, Monique praticamente entregou a vaga de bandeja para Karina. Os latinos estão bem representados no Team Shakira pela alma rock’n’roll de Karina.

O último duelo foi de duas candidatas fortíssimas: Sasha Allen e Shawna P. Ao contrário da batalha, na qual Sasha não conseguiu encaixar sua voz na melodia da música de Pink, nos knockouts ela fez um escolha perfeita, se transformando em uma verdadeira diva da música na sua versão de At Last (Etta James). Shawna também escolheu uma ótima música que se encaixa perfeitamente no seu estilo, Maybe I’m Amazed do Sir Paul McCartney. Apesar disso fiquei com a sensação de que ela podia ter se dedicado mais na sua apresentação. Talvez ela tenha ficado um pouco intimidada por Sasha e isso tenha influenciado no resultado. Ela cantou muito bem, mas não me emocionou como achei que fosse capaz. A vitória merecida de Sasha a recolocou no lugar de uma das frontrunners do programa.

Embora eu simpatize com todos os integrantes remanescentes do time de Shakira, acredito que somente Sasha tenha potencial para vencer o programa. E assim ficou o time (que, diga-se de passagem, manteve os dois steals da colombiana!):

Team Shakira_the voice

Team Usher

No time de Usher acertei três das minhas apostas, mas poderia ter acertado todas se nosso “querido” técnico não tivesse feito besteira em seu primeiro par (querido está entre aspas porque ainda tenho ressalvas com os métodos de Usher – ficar com a cara colada na Audrey, gente, tem necessidade? qual é o valor didático disso? não é nada que me incomode profundamente, só acho desnecessário).

Um dos erros do novato foi colocar dois cantores de seu time que considero fracos para disputarem uma vaga: Josiah Howley e Jess Kellner. Gosto do timbre da Jess, mas nunca achei que ela tivesse força suficiente para conseguir uma vaga nos live shows. A cantora me parece tímida e sem confiança, o que faz com que ela cometa erros bobos como a desafinada que ela deu em You Give Me Something (James Morrison), levando até uma pequena chamada do Adam sobre isso. Já confiança é algo que não falta a Josiah, que deixou isso bem claro em sua performance de Back to Black (Amy Winehouse). Não acho que Josiah cante mal, mas achei sua versão dessa música bem fraca (mas que ele estava lindo de preto fingindo tocar guitarra, estava). Assim, entre dois fracos ainda teria dado preferência pela voz gostosa de Jess, mas Usher acabou optando pelo galã de sua equipe.

O segundo par foi Audrey Karrasch contra Michelle Chamuel. Devo confessar que, antes de saber com quem ela disputaria temia pelo destino de Michelle, que teve seu battle round cortado do programa. Mas como ela foi colocada contra Audrey, que também teve sua batalha cortada, fiquei mais tranquila. E Audrey realmente não deu muito trabalho para a nerd, escolhendo uma péssima música para a sua batalha. Nada contra Lil’ Wayne e respeito quem gosta da música, mas por que alguém escolheria uma canção de vocal tão fraco quanto How To Love para uma competição de cantores? Até agora não entendi. Michelle também poderia ter sido mais original em sua escolha musical (Raise Your Glass – Pink), mas o que ela falhou em criatividade, ela compensa em energia. Essa mulher é ligada em 220 volts! Ri muito dela fazendo flexões tão bem quanto Usher e de Blake falando que parecia que ela tinha ganhado na loteria antes da apresentação, tamanha a sua felicidade. Fiquei muito feliz por Michelle ter continuado na competição. Vamos torcer para que ela faça escolhas mais arriscadas daqui pra frente.

Como era de se esperar, Usher colocou C. Perkins para disputar a vaga do R&B contra Vedo. Se Garret é o queridinho de Shakira, Vedo é o de Usher. Acho que ele realmente evoluiu muito desde a sua audição, mas já me incomoda o fato de explorarem tanto a morte da mãe dele. Será que eles serão capazes de dar uma música agitada para ele, ou só serão baladas dedicadas à mãe pelo resto da competição? Everything I Do, I Do It For You (Bryan Adams) foi mesmo uma bela homenagem. E, comparada ao desastre que foi a apresentação de C. Perkins de She Ain’t You (Chris Brown), ficou a música mais linda de todos os tempos. Por isso, nada mais justo que tenhamos nos despedido de C. (que descobrimos ser abreviação de Craig, graças à curiosidade de B.S.).  Também gostei de ver Shakira sabendo criticar quando necessário, falando que C. deveria ter dado mais atenção à voz em vez de tentar ser animador de torcida.

Graças ao erro na primeira disputa, Usher acabou juntando dois ótimos artistas para disputar a última vaga do seu time. Era óbvio que a junção de Cáthia com Ryan Innes tinha sido feita para eliminar a latina, mas pelo jeito Usher não sabia nada sobre ela (hã? hã? pegaram? you don’t know a thing about me…). No entanto, cantando pela primeira vez em inglês (Mr. Know-It-All, Kelly Clarkson), Cáthia supreendeu muito. Ryan decidiu fugir do que estávamos acostumados a ver vindo dele e, por mais que eu aprecie esse tipo de risco, não gostei da performande de I Don’t Wanna Be (Gavin DeGraw). Adoro essa música e sou fã de Ryan, mas a combinação não deu tão certo quanto deveria e, levando em consideração o show de Cáthia, Usher optou pela cantora. Acho que Ryan tinha muito potencial, mas não seria justo que Cáthia fosse eliminada neste momento. Em um mundo ideal, os dois teriam passado.

E assim ficou o eclético e interessante (Go Michelle!) Team Usher:

Team Usher_the voice

Team Blake

No Team Blake eu só acertei dois dos integrantes que vão para os live shows (fazendo a contagem final,  acho que eu não fui mesmo tão mal, né?). Imaginei que, das duas Taylor Swift wannabes que ele tinha em seu time (a outra é Danielle), ele acabaria preferindo manter Savannah. Assim, vocês podem imaginar a minha surpresa quando vi Blake dando a vitória para Justin Rivers em sua batalha contra Savannah Berry. Não imaginei que Justin chegaria tão longe, muito disso por não conhecer seu trabalho porque assim como Amy, essa foi a primeira vez que realmente ouvimos a voz dele. Mas dessa vez a surpresa foi boa. A voz do cara é mesmo muito bonita e ele conseguiu mostrar bem isso em The Climb (Miley Cirus). A última nota foi impressionante. Mesmo assim, ainda preferia Savannah que, embora tenha vacilado em sua performance de As Long As You Love Me (Justin Bieber), tem um timbre menos genérico que o de Danielle e parecia ser uma artista mais interessante.

O próximo knockout foi previsível mas mesmo assim revoltante. Muito triste ver Luke como o sacrificado da vez. Sei que Blake não foi o único que fez isso (roubou um artista só para usá-lo contra um de seus preferidos), mas ainda acho que o técnico country é o único que tira a graça dos steals. Se vocês observarem bem, ele foi o único a não passar nenhum de seus artistas roubados, assim como na temporada passada. Parece que ele nem liga muito para quem vem para o seu time, já que o seu objetivo final será eliminá-lo de qualquer jeito. Holly Tucker é uma excelente cantora e não acho que Blake esteja errado em apostar nela. Só que, se ele realmente se importasse tanto com criatividade e originalidade como ele tanto diz, teria dado a vitória a Luke, que também é um excelente cantor e fez uma versão interessantíssima de Teenage Dream da Katy Perry. Luke fez o que aquele artista que cantou essa música nas blinds e foi eliminado deveria ter feito: deu a sua cara à música. Já Holly fez uma versão muito bem executada (e sem graça) de Live Like You’re Dying (Tim McGraw), e o máximo de ousadia que podemos encontrar na apresentação dela foi ter escolhido uma música cantada por um homem.

Danielle Bradbery recebeu um presentão do seu técnico: foi escolhida para fazer par com a cantora mais fraca da competição, Taylor Beckham. Seria muito difícil para Danielle, com toda a sua confiança e talento natural, perder para Taylor. Ainda mais depois que a ex-ginasta escolheu Russian Rulette da Rihanna para cantar. Danielle foi com uma escolha mais tradicional, com Jesus Take The Wheel. Embora eu tenha uma enorme birra com essa música desde os tempos de primeira temporada e Jeff Jenkins, tive que torcer por Danielle. Taylor assassinou a música de Rihanna que, se estivesse morta, teria rolado no túmulo diversas vezes. Mas como ela está bem viva (ainda bem!), vamos torcer para que ela não tenha visto isso. Gostei da sinceridade de Blake, que é um dos poucos que não finge dificuldade para escolher o vencedor quando um se destaca de forma tão clara. Ponto para ele pela honestidade (também achei bonitinho ele dizer que foi uma decisão fácil como técnico, mas muito difícil como pessoa).

A cantora de bluntry Grace Askew  acabou sendo colocada contra os Swon Brothers para disputar a última vaga do Team Blake. Desde o início sabia que Blake ia dar preferência aos irmãos. E a apresentação deles de Drift Away (Dobie Gray) foi bem agradável, mas ainda acho que Grace seria um tempero a mais nesse time sabor baunilha que Blake acabou montando. Afinal ela diz que é uma mistura de blues e country e escolheu uma música de Tina Turner (I Can’t Stand The Rain)! Infelizmente Blake não gosta de imprevisibilidade nas interpretações das músicas, ou pelo menos essa foi a desculpa que ele utilizou, o que acabou favorecendo a primeira dupla do técnico country a chegar aos live shows.

E assim ficou o time exclusivamente country de Blake, gosh dangit!

Team Blake_the voice

Essa semana teremos nada menos do que 3 dias de The Voice (apresentações ao vivo na segunda e terça, e resultados na quarta). Por isso, se vocês ainda não tinha dado adeus às suas vidas sociais, aproveitem essas últimas horinhas restantes para se despedir.

Nos vemos nos live shows!

P.S.: Desculpe o atraso, galera! Sei que a review também ficou muito grande. Provavelmente serão duas reviews por semana daqui pra frente para que não fique mais tão gigante. Mas como o atraso já era grande, essa semana os quatro times tiveram que vir em uma só mesmo. Espero que vocês tenham conseguido ler até o final.


Maura

Rio de Janeiro / RJ

Série Favorita:

Não assiste de jeito nenhum:

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