Melhores estreias de 2011

24 de dezembro de 2011 Por:

Antes de passar o olho pela lista e soltar o verbo nos comentários, é importante entender uma coisa. Desde os primórdios do Apaixonados por Séries, um dos principais conceitos para criarmos nossas listas de final de ano é: voto é pessoal. Isso não quer dizer que ele é bom ou ruim. Somos um grupo grande, uma pequena família que não assiste todas as séries em exibição e a intenção nem é ser extremamente crítico. No final do dia, somos todos parceiros do mesmo vício: seriados. Procure em qualquer especial que fizemos ao longo dos anos, entram séries dramática, cômicas, teens, policiais, de ficção, jurídicas, médicas, enfim…todo e qualquer tipo de séries, sem existir preconceito.

Como em 2009 e em 2010, nossas listas dos melhores e piores vêm na última semana do ano. Porém, esse ano serão três posts: melhores estreias; melhores retornos; e maiores decepções. As regras seguem as mesmas: cada um dos colaboradores do site votou em um número específico de séries em cada categoria e juntamos as mais votadas + um reality show. Como nossos votos são especificamente pessoais, algumas séries entrarão tanto nas melhores estreias, como em decepções, pois dividiram os colaboradores. A lista abaixo está em ordem alfabética pelo nome do colaborador.

Sem mais delongas, confira as melhores estreias de 2011 para os produtores de conteúdo do Apaixonados por Séries.

Revenge (por Alexandre Borges)

Quando Revenge começou, ninguém colocava fé na série. Nem eu mesmo, confesso. Parecia óbvio o fracasso em audiência e o cancelamento prematuro após 3 ou 4 episódios. Hoje, o cenário é bem diferente. Com um público consolidado e fiel, que já lhe garantiu temporada completa, o show mostrou que era bem mais do que aquilo que se esperava dele. E não em apenas em números, mas principalmente em qualidade. A trama central, claro, tem todos os contornos de uma novela mexicana e isso saltava aos olhos no começo (e por vezes soava até mesmo forçado), mas à medida que as semanas foram passados, Revenge encontrou o equilíbrio perfeito: uniu a fórmula caso-da-semana que vinha usando à trama central, inseriu novos personagens interessantíssimos (Olá, Tyler) e moderou no quesito novelístico. É claro que algumas coisas ainda são absurdas e que nós sabemos que jamais aconteceriam na vida real, mas não é algo que incomoda mais. O modo como os produtores conseguiram envolver o público na história e nos personagens já sana tais detalhes. E até indicação ao Golden Globe ela já abocanhou. E com méritos, já que Madeleine Stowe está ótima como a vilã Victória, contrastando muito bem com a também boa Emily VanCamp, no papel de Amanda/Emiy.

Awkward (por Andrezza)

A série teen da MTV estreou bem tímida e com uma fórmula aparentemente batida: trama americana colegial, uma protagonista socialmente excluída, o mauricinho esnobe, a riquinha que passa por cima de todos pra ter o quer. Minha surpresa foi justamente ver como algo tão simples se transformou numa trama tão interessante. Achei ótimo assistir depois que todos os episódios já haviam sido exibidos porque é impossível não querer ver um atrás do outro. Jenna é uma adolescente comum, tão comum que passa despercebida no colégio onde estuda. A garota é apaixonada por Matt, um dos garotos mais populares do colégio, que aceita ficar com ela escondido de todos. O mundo de Jenna vira de ponta a cabeça no dia em que ela sofre um acidente e acreditam que foi uma tentativa mal sucedida de suicídio. Após provar o “gostinho” da fama, ela faz de tudo pra se manter no auge do sucesso social high school. A vida amorosa da protagonista também tem grandes reviravoltas quando Matt percebe seus erros e decidir lutar pelo coração dela com Jake, outro garoto da escolha. A série é tão boa que no final da primeira temporada fica difícil escolher pra quem torcer: Team Matt ou Team Jake? Ainda não me decidi. Além da boa atuação dos protagonistas, a série tem ótimos coadjuvantes: as melhores amigas e os pais de Jenna, a conselheira da escola e Sadie, inimiga número um de qualquer aluna. Se você ainda não conhece Awkward, aproveite o hiatus para aproveitar os doze episódios de 22 minutos cada um. Mas veja sem grandes pretensões, deixe a série te surpreender. Aguardo ansiosa a segunda temporada, sem data de estreia definida.

Game of Thrones (por Bianca)

O impacto de Game of Thrones entre as grandes estreias de 2011 foi tanto que até quem não conhecia a série de livros de George R.R. Martin na qual a série foi baseada, ficou curioso para entrar nesse mundo medieval. E, sendo produzida pela HBO, era certo que GoT receberia um ótimo tratamento; só de assistir à abertura, podemos perceber que a qualidade está no topo, e os episódios mostram uma fotografia fantástica retratando as belezas e crueldades do país (a HBO gastou de US$ 50 milhões a US$ 60 milhões para produzir a primeira temporada de 10 episódios). A história, baseada no primeiro livro da série, intitulada As Crônicas de Gelo e Fogo, conta como as famílias nobres do reino estão brigando para ter o controle do trono. Game of Thrones também foi muito bem recebido pela crítica especializada, principalmente pela produção e escalação dos atores, com os mirins dando um show à parte (você pode conhecer mais sobre eles neste especial que fizemos). A série recebeu 13 indicações ao Emmy, com Peter Dinklage levando o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante em uma Série Dramática, e concorrendo como Melhor Drama junto de medalhões como vencedor Mad Men, Dexter, Friday Night Lights, The Good Wife e a na época também novata Boardwalk Empire. O sucesso do piloto de GoT fez com que a HBO anunciasse uma segunda temporada dois dias após a exibição sua exibição. Mas nunca se esqueça da regra geral dos livros: não se apegue a nenhum personagem.

Pan Am (por Bruna Antunes)

Pan Am nos mostra a cada episódio a vida de pilotos e aeromoças da maior empresa de aviação, justamente em sua era de ouro. A série  retrata uma época em que as profissões de aeromoça e comissária eram sinônimo de muito glamour. Ao mesmo tempo, também era uma época cheia de machismo e violência contra as mulheres. Pan Am foi uma estréia marcante em 2011, não só por retratar claramente a vida desse grupo de colegas de trabalho no início da década de 60, mas também por trazer as facetas de suas vidas privadas, suas amizades, suas festas, o envolvimento com espionagem, o interesse pela política e o romance. Com um roteiro excelente, uma trama perfeita, e atuações expressivas – e tudo isso acontecendo com o pano de fundo dos diversos lugares do mundo por onde os personagens viajaram -, Pan Am tem seu lugar garantido entre as melhores estréias de 2011.

Homeland (por Caio Mello)

Quando escrevi esse especial sobre Homeland, faltava apenas a season finale para ser exibida. Pois bem, nada mudou. A série continua sendo a melhor estreia do ano, em minha humilde opinião. Com um roteiro ágil e cheio de suspense, a série conta uma história de conspiração com o melhor elenco possível. Cada um desses fantásticos atores criaram tantas camadas psicológicas para seus personagens que ficou literalmente impossível adivinhar seus passos seguintes. Sem diálogos excessivos, Claire Danes, Damian Lewis, Morena Baccarin, Mandy Patinkin e todos os outros atores, conseguiram nos fazer sentir pelos gestos nervosos, as piscadas rápidas ou até mesmo a respiração ofegante. Aclamada pelo público e pela crítica, deu ao Showtime recordes de audiência, sendo indicada ao Globo de Ouro de melhor série, ator e atriz para Danes e Lewis; além de outras três indicações ao WGA. Quem duvidava que um bom drama psicológico sobre um possível atentado aos Estados Unidos ainda podia ser feito, Homeland veio com tudo e apresentou uma 1ª temporada perfeita. Existem algumas inseguranças para com seu segundo ano, mas isso é só em 2012. Por agora, a agente da CIA Carrie Mathison e o Sargento Nicholas Brody protagonizaram um dos melhores momentos do ano: a estréia de Homeland.

Shameless (por Caio Mello)

Adaptar séries de outros países para a cultura americana é sempre arriscado. Em alguns casos pode ser catastrófico, como vimos com Skins US. Porém, em um ano cheio de adaptações (Skins, Being Human, Free Agents, Prime Suspect, The Killing, Homeland, The X-Factor), nem todas se deram bem, mas o Showtime acertou em cheio ao trocar Manchester por Chicago e criar a versão americana da família mais disfuncional da TV: os Gallagher. Não só conseguiram transmitir todos os defeitos dos personagens, mas também o que os une, formando uma família leal que nos convidou a entrar em suas vidas durante os 12 episódios da primeira temporada. Começou super simpática, com personagens palpáveis e críveis apesar de toda excentricidade, e foi criando arcos maiores e dramáticos ao redor de toda comicidade que a série traz. Diferente de outras séries do canal, o apelo sexual de Shameless condiz não só com sua versão original, mas também com a forma de vida da família, e o desenvolvimento da personalidade psicológica daqueles personagens em tais circunstâncias. A abertura já dá o tom do que Shameless quer mostrar, mas quando eles adentram terrenos dramáticos sólidos, são ainda melhores. Com um elenco encabeçado pelo fenomenal William H. Macy, os produtores conseguiram o melhor cast possível. Carinhas conhecidas como Joan Cusack e Emmy Rossum provaram que são atrizes de diversas facetas; enquanto os relativamente novos Cameron Monaghan, Jeremy Allen White, Emma Kenny, Shanola Hampton e Laura Slade Wiggins simplesmente detonaram. Esse hit do Showtime volta em Janeiro para a 2ª temporada!

2 Broke Girls (por Cristal Bittencourt)

Nem toda série precisa redescobrir a roda para ser boa – e é nessa categoria que 2 Broke Girls se encontra. Há alguns meses atrás escrevi sobre o piloto e apostei que o sitcom poderia nos trazer boas risadas, e trouxe. Mas, para gostar de Max (Kat Dennings) e Caroline (Beth Behrs), não basta gostar de comédias, tem que gostar de sitcom. Nada de “novidades”, como as câmeras em punho de The Office, das tramas que se encaixam em Modern Family ou  do humor nonsense de Community. 2 Broke Girls é representante do bom e velho humor de sitcom americano no que ele tem de melhor, e isso, claro, não agrada todo mundo. Mas quem ainda aprecia séries como essa, certamente já se encantou por Chestnut e a  essa altura já está contando os centavos ao final de cada episódio e torcendo para que as duas amigas mais improváveis de New York consigam juntar dinheiro para abrir a tão sonhada loja de cupcakes. Afinal, elas podem até não reinventar a roda mas, com uma audiência constantemente superior a HIMYM, as duas garotas quebradas têm tudo pra continuarem nos divertindo por alguns anos – enquanto casam os ketchups, é claro.

Hart of Dixie (por Gabriela Carvalho)

Ter Rachel Bilson como protagonista em uma série é meio caminho andado para o sucesso. Complementando com um roteiro redondinho, personagens carismáticos e uma cidade peculiar, que muito lembram os tempos áureos da WB, Hart of Dixie foi uma das grandes surpresas da fall season. A série não teve a mesma badalação que as outras estréias da CW, como Ringer e The Secret Circle, mas, com certeza, foi a melhor estréia do canal. A intitulada dramédia médica, que segue os passos da Dra. Zoe Hart (Rachel Bilson) e sua mudança de Nova Iorque para a pequena cidade sulista Bluebell, foca-se no crescimento e relação entre os personagens em uma cidadezinha cheia de peculiaridades, tradições e belezas naturais. A química entre os atores, principalmente Bilson e Wilson Bethel, que interpreta Wade, impressiona, não parecendo que o show está apenas na metade de sua primeira temporada. Apesar dos plots leves e bem humorados, o seriado é uma grande busca pelo autoconhecimento e vale muito a pena ser acompanhado. Vida longa a Hart of Dixie!

Once Upon a Time (por Gabriela Carvalho)

Lembro que na segunda fase para seleção de novos colaboradores do blog, tínhamos que listar as novas séries da fall season que gostaríamos de acompanhar e eu disse que assistiria Once Upon a Time, porque não sabia se a série seria inovadora ou uma das piores estréias dos últimos anos. É exatamente assim que percebo OUAT, não há como ficar indiferente a série: antes de sua estréia nos dividíamos entre os incrédulos e os esperançosos sobre a produção; entretanto, hoje, não conheci uma pessoa que não tenha se encantado com o show. Uma série que utiliza e reformula todos os contos que nos acompanharam durante a infância possui uma linha tênue entre a decepção e a surpresa, mas a inteligência e o ineditismo dos temas abordados fazem Once Upon a Time uma das melhores estréias em anos. Com um elenco, recheado de estrelas, talentoso e carismático e enredo bem amarrado e inovador, a série é um sopro de esperança nas já desgastadas fórmulas da televisão americana. O show é exaltado por uma audiência forte, mesmo dividindo espaço com os jogos de futebol americano, e uma crítica favorável. Assim, a série já foi indicada para o People’s Choice Award na categoria “Favorite New TV Drama” e, honestamente, espero mais indicações para o show e atores que fazem dele um sucesso. Ponto para a ABC por apostar em uma trama inovadora e ponto para nós que nos permitimos acompanhar uma das séries mais adoráveis que já tive contato.

Switched at Birth (por Isabela Avalone)

A algum tempo eu não poderia imaginar que escolheria uma série da ABC Family como uma das melhores do ano, mas desde que Switched of Birth estreou, fui obrigada a rever meus conceitos! A premissa da série é aparentemente bem simples: duas meninas foram trocadas na maternidade e cada uma foi criada pela família da outra; até que, quando as meninas têm 15 anos de idade, a troca é descoberta. Porém as coisas não são tão simples assim. Bay vive com pais, John e Kathryn, e com o irmão, Toby, em uma casa enorme, com tudo do bom e do melhor. Já Daphne, mora com a mãe Regina e a avó em uma casa bem simples. Ela é surda, estudiosa, esforçada e se vira para se comunicar com as pessoas. Os plots vão desde a relação de amor e ódio entre as meninas, passando por problemas com namorados e vício em jogo, e até plots mais sérios, como as reflexões sobre o preconceito e as dificuldades que os deficientes (os surdos no caso) enfrentam. Vale destacar o trabalho de Sean Berdy, surdo na vida real e na ficção, que está ótimo interpretando o Emmett. Switched of Birth é uma daquelas séries leves, gostosas de assistir. Despretensiosa, dosa bem o drama com algumas pitadas boas de comédia. Com apenas 10 episódios exibidos, a séries foi um sucesso na midseason e volta no dia 3 de janeiro para mais 22 episódios, fechando a 1ª temporada com um total de 32 episódios.

Boss (por João Miguel)

Satan, your kingdom must come down. Vem do Starz, um canal de TV a cabo de pouca expressividade, aquela que é, para mim, a produção dramática do ano. Boss já impressionava antes mesmo de começar, quando nomes como Gus Van Sant (o gênio por trás de Milk, Garotos de Programa, Elefante e outras preciosidades da história recente do cinema), Kelsey Grammer (a.k.a. Frasier Crane) e Connie Nielsen (de Law and Order: SVU, Gladiador e Advogado do Diabo) foram anunciados  no projeto de Farhad Safinia sobre um poderoso homem público passando por um processo de ruína de dentro para fora. Ao longo dos oito episódios da primeira temporada (viu só, não tem nem desculpa para não assistir), acompanhamos as estratégias do protagonista Tom Kane (Grammer) e sua equipe para mantê-lo no controle da metrópole Chicago, além de personagens sempre ardilosos que agiam em função de seus próprios objetivos. A primeira temporada conseguiu aliar um desenvolvimento coeso de personagens  com uma política voraz, inescrupulosa, que mesmo a pessoa mais avessa ao tema desejaria continuar acompanhando ininterruptamente, como The West Wing, Damages e The Good Wife, além de sua impecabilidade em quesitos técnicos (assista a abertura) e de suas excelentes atuações, méritos que já lhe renderam indicações ao Globo de Ouro. Muito mais que uma fria produção “papa-prêmios”, Bossé capaz de esquentar o sangue do telespectador, de mexer com ele, e não é indicada apenas àqueles que procuram a qualidade da TV paga americana ou um drama que preze pela seriedade, mas a qualquer pessoa que busque o prazer de se acompanhar uma boa história bem contada, seja quais forem suas preferências .

The Chicago Code (por Lara Lima)

A série do mesmo criador de The Shield foi mal interpretada. Não obstante o tema tão reciclado na TV – corrupção policial, política e máfia – não foi dado a ela nenhuma chance de se consolidar. Chicago é o cenário de muita corrupção e Teresa Colvin tinha um plano para acabar com isso. De início a Jennifer Beals tinha uma interpretação quase robótica, mas quando ela encontrou o tom (e para isso foi indispensável o crescimento da relação da superintendente com Jarek) a série se desenvolveu numa das melhores estréias. A cada episódio um personagem narrava uma história, que por sua vez, estava diretamente ligado ao caso da semana, sem se esquecer da trama central que era o comando da cidade nas mãos do político Gibbons. Faltava à série o requinte de Criminal Minds, a brutalidade de Southland, mas o roteiro era articulado, ousado (e inteligente!), o elenco afinado e a atmosfera nos remetia ao bom e velho show policial. Foi realmente uma injustiça o cancelamento precoce desta série.

New Girl (por Mayara)

Apesar de todas as controvérsias que possam existir, New Girl com certeza se consagrou como uma das melhores estréias entre as séries de comédia de 2011. Mesmo que Wintson (Lamorne Morris) não consiga convencer, ou mesmo que algumas piadas de Schmidt sejam muito bobas, é fato que com episódios super fofos, mas que ao mesmo tempo conseguem agradar não somente ao público feminino, e com Zooey Deschanel que conseguiu e ainda consegue segurar a onda, a série parece que veio para ficar, pelo menos por enquanto! Além é claro, do fato da atriz já ser queridinha do público e arrastar uma legião de fãs para a série, que conseguiu manter bons índices de audiência. Personagens secundários, como Cece (Hannah Simone), melhor amiga de Jess, também são interessantes, principalmente para uma série que tem em seu núcleo principal tantos homens. Outro ponto forte do início da temporada foi à participação de Justin Long, como Paul, namorado da personagem de Zooey, que incrementaram esta primeira temporada de New Girl. Porém, os fãs da série ainda torcem para que que casal Jess e Nick fiquem logo juntos. Por tudo isso, New Girlparece ter encontrado um caminho, e depois da confirmação da temporada completa, os fãs esperam que a segunda temporada chegue também!

American Horror Story (por Tobias)

A nova série de Ryan Murphy e Brad Falchuk (os criadores de Nip/Tuck e Glee), já prometia causar alvoroço no público e na crítica antes mesmo de sua exibição. Considerada um thriller psicossexual, a história já empolgava pelos vídeos promocionais exibidos. Com um episódio piloto que dividiu opiniões, a série foi se consolidando episódio após episódio, e conquistando cada vez mais admiradores. Com um elenco que conta com grandes nomes de Hollywood, como Connie Britton (Friday Night Lights), Frances Conroy (Six Feet Under) e outras grandes estrelas, a série desenvolve suas tramas de maneira alucinante, inserindo novos elementos e resolvendo suas tramas em questão de segundos. A primeira temporada se encerrou no último dia 21, com doze episódios exibidos e quebrando recordes atrás de recordes na emissora a cabo em que é exibida, o FX, sendo, inclusive, a estreia mais assistida na história do canal. A produção foi indicada ao Globo de Ouro, uma das mais importantes premiações da televisão norte-americana na categoria de melhor série dramática e de melhor atriz coadjuvante para Jessica Lange (Constance), que também foi indicada ao SAG Awards como melhor atriz de série dramática, consolidando o sucesso de American Horror Story, que também já garantiu uma segunda temporada, com a promessa de renovação completa do elenco, o que em parte gerou controvérsias entre os fãs. Intrigante, ousada, frenética, imprevisível. Sem dúvidas uma das melhores estréias da fall season.

The Voice (por Mayara)

A Endemol, produtora de televisão holandesa, todos aqui no Brasil conhecem, pois é ela a criadora do Big Brother Brasil, exibido pela Rede Globo, e é ela também uma das responsáveis por uma das melhores estreias de 2011, o reality The Voice. Com um time formado por estrelas de peso como Adam Levine (Maroon 5), Cee-Lo Green, Christina Aguilera e Blake Shelton (pouco conhecido aqui no Brasil, porém famoso no mundo country americano), o programa que sim, veio para tentar competir com o maior de todos, American Idol, mostrou um formato totalmente diferente dos conhecidos por nós. Para começar, a ideia de audições sem que o rosto do participante fosse revelado para os jurados, é genial, já que sabemos que neste mundo do entretenimento a imagem pesa, e muitas vezes a música acaba ficando em segundo plano. Outras fases, como as batalhas entre os participantes também foi divertida de assistir, afinal os concorrentes competiam de maneira mais justa, já que cantavam as mesmas músicas. Além de tudo isso, o programa possui um número de episódios bem menor que os concorrentes, fazendo dele mais ágil e muito gostoso de acompanhar. Sobre os participantes da primeira temporada, sempre haverá discussões, porém grandes surpresas apareceram, e o vencedor, Javier Colon, do time do Adam, foi, se não o melhor, pelo menos, o mais consistente em todas as etapas. Merece destaque também, as belíssimas apresentações dos participantes com seus mentores, como por exemplo o time da Christina cantando Lady Marmalade. Claro que nada é perfeito, e a apresentação de Carson Daly, ficou bem aquém da série como um todo. Com os mesmos jurados garantidos, o que é muito bom, a série está garantida para sua segunda temporada, que estreará em 2012.

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Não esqueça de voltar dia 27 para conhecer as maiores decepções do ano segundo nossa equipe. O Apaixonados por Séries deseja a todos os seus leitores um ótimo Natal e muita felicidade!

São Bento do Sul – SC

Série Favorita: Lost

Não assiste de jeito nenhum: Séries policiais

  • Gustavo Vieira

    Realmente foram ótimas estreias que tivemos esse ano. Vou comentar brevemente algumas:

    Awkward: Hard Times of RJ Berger 2? Eu jurava que ia ser um fracasso, nunca nem tive vontade de ver, era a mesma coisa de sempre pela sinopse. Mas comecei a assistir e quebrei a cara. QUE SÉRIE MARAVILHOSA! Foi tão meiga e divertida, e realmente cativou. No fim, me deu a mesma dúvida que você, Andreza. Mas como diria a Sadie: SOOOOORRYYYYYY, sou quase 100% Team Jake. Matt é tão fantástico, popular e perfeito… E no fim foi o loser da vez. You welcome.

    Não comento Shameless porque estou com raiva do Caio e da magia negra que ele fez pra conseguir assistir ao episódio que liberaram dessa segunda temporada. Não achei ainda, nem legendado e nem em uma boa qualidade em inglês, pra TENTAR entender alguma coisa. Morrendo de saudades de uma das melhores coisas que vi em 2011.

    Bianca, você foi a primeira que eu vi estar esperançosa com a série, a grande maioria achou a sinopse a coisa mais patética da história da televisão e achou que essa ia ser a PIOR estreia de todas. Teen Wolf? Nine Lives of sei-lá-quem? Rebelde versão brasileira? Nada disso, a pior estreia seria COM CERTEZA Once Upon a Time. E mais uma vez essa veio pra provar como é bom quebrar a cara de novo, porque que essa virou a minha preferida da Fall Season. E meus colegas riem quando eu sugiro que assistam, eles pensam que eu digo que é uma ótima série com todo o sarcasmo do mundo.

    Switched at Birth: uma das minhas fofinhas. É tão feliz, tão calminha, tão família que é impossível não amar. Meu rosto já não é bonito por natureza, e com um ano onde o objetivo é destrui-lo de vez com cada imagem errada que eu crio das séries pra depois cair de amores por elas que nem dá pra acreditar. As que eu mais esperei decepcionaram (é, Dexter, e qualquer coisa agora que tenha o nome Spielberg), enquanto as que eu achava que não valeriam nada foram as melhores!

    American Horror Story: o único susto que levei com essa série foi o nome de Ryan Murphy, o que me deixou bem duvidoso quanto à qualidade dela. Assisti ao piloto e fui indiferente a ele. Não consegui achar muita graça… Mas a partir do segundo episódio fui gostando e me apaixonando muito. Violet pra mim é uma das melhores, porque eu detestava a criaturinha no começo, mas ela acabou me conquistando. Tate, desde que surgiu, já era meu favorito. E a maravilhosa Constance da Jessica Lange já tem minha torcida até pra o prêmio de melhor confeiteira de bolinhos se preciso for, mas ela merece tudo! E contrariando muitos, até gostei do final.

    Game of Thrones: sabe quando parece que uma série foi feita pra você? É o que GoT é pra mim. Amo a série, amo os livros, estou me matando de curiosidade a cada novo promo da segunda temporada que surge e ver que nenhum deles mostra Jaqen… Enfim, a melhor estreia do ano, na minha mente. Amo essa série mais do que qualquer outra, e espero que a HBO faça um trabalho fantástico nesse segundo ano, afinal, acontece TANTO no Fúria de Reis que é bom que caprichem. Embora eu esteja emburrado por ver o Renly (todo régio e BAMF nos trailers!) com uma armadura dourada, quando deveria ser verde…

    • Ah Gustavo, não fique bravo comigo. xD Eu lhe enviei um e-mail, para o qual você usou para comentar na review 2×01 de Shameless, não recebeu? Assim ficará mais fácil para eu poder lhe ajudar. =]

      • Andrezza

        Gustavo,
        Eu ainda não tinha ouvido falar em Awkward quando o Rodolfo postou as Primeiras Impressões.
        Com tantas séries pra ver, não dei muita ideia. Daí a Gabi fez uma super propaganda e pouco depois o Rodolfo escreveu sobre a Primeira Temporada.
        Lembro que tava fazendo bolo num sábado à tarde e assistindo ao piloto. Terminei logo o que tava fazendo e foi literalmente um episódio atrás do outro.
        Depois de escrever o texto pro especial fui assistir a season finale novamente e me decidi, pelo menos por enquanto: sou TEAM JAKE! hahaha
        Matt vacilou mto e Jake foi o namorado mais fofo e com quem a Jenna teve mais química. Vida longa ao casal!

  • Muito boa essa lista. Ficou diversificada e justa. Só American Horror Story que eu acho um lixo.

    Gosto muito de Once Upon a Time, sempre acreditei na série, ao contrário de muitos que já diziam ser o flop do ano. Hart of Dixie me conquistou. Chegou apagadinha, mas aos poucos conquistou o público. Gosto dela porque é uma dessas séries que faz a gente olhar pra dentro de nós mesmos, sabe?

    E eu tô com o Caio e com a Bianca: Homeland e Game of Thrones são as melhores estreias do ano.

    Homeland não tem defeitos. A Claire Danes está m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a nessa série. Cada episódio é um tapa na nossa cara. Você nunca sabe em quem acreditar. O tempo todo fica a impressão de que uma bomba vai explodir de repente. Por mim, o Globo de Ouro de Melhor Série já é dela.

    Game of Thrones tem uma das produções mais impecáveis, ever. Eu gostei muito da série durante a sua exibição no começo do ano e me apaixonei definitivamente quando li o livro “A Crônicas de Gelo e Fogo – Livro Um: Guerra dos Tronos” (atualmente estou lendo “A Furia dos Reis”, 2º livro da série). A Daenerys já é uma das minhas personagens favoritas em séries e a última cena dela, pelo menos pra mim, já é um classico da tv.

    E New Girl é a minha “xodózinha”. Não é a melhor comédia do mundo, mas é fofinha e a Zooey Deschanel é muito talentosa. Minha musa indie. Gostei de vê-la na lista.

  • Arthur de Melo Barbosa

    As melhores foram New Girl e Har of Dixie! Já vi que Ringer e The Secret Circle não estão nessa lista, concerteza foram pra de decepções!

    Quem ainda não viu essas séries (NG e HoD), comecem a ver pois são divertidas e gostosas de assistir, e dá uma vontade de não parar de ver! Tenho certeza de que vão ter muitas temporadas, pois tem grande potencial! 40 minutos é muito pouco, poderia ser 1 hora né? Shuahsuahsua Feliz Natal =P

  • Andrezza

    O post ficou muito lindo, parabéns pra nós!
    Adoro ler textos em especiais que não sejam do reviewer “oficial”, é uma ótima oportunidade para conhecer opiniões diferentes sobre as séries que acompanho.

    Lara, eu também gostava muito de The Chicago Code e fiquei triste com o cancelamento. Pelo menos terminou de maneira coerente, com uma das melhores season finales do ano, in my opinion!

  • Lisiane Ortiz

    Nossa acho que essa é a melhor lista que eu vi. Esse ano nós fomos agraciados com excelentes novas séries.

    Achei legal ver uma lista bem diversificada.
    Das novas séries, eu estou acompanhando e adorando: GOT, Revenge, New Girl, Hart of Dixie, Homeland, Death Valley (uma série da MTV que achei muito legal para distrair,)Once upon a time e American Horror History.

    As duas últimas não consigo me decidir qual acho melhor, o que é irônico já que OUT e AHS são tão diferentes.

    Revenge e Homeland devorei em 3 dias.

    Fazia muitos anos que não via tantas séries boas em um ano.

    Vocês estão de parabéns!!!!

  • Lu

    Adorei a lista!

    É incrível como a gente pode se enganar em relação a uma série. E foi muito legal, pelo menos para mim, ser surpreendida. Foi o que aconteceu com Once Upon a Time. Awkward e Switched at Birth, que eu não dava nada e que se tornaram séries favoritas.

    Quanto a Game of Thrones, o negócio é meio surreal. Claro, por ser uma série da HBO, sempre vale a pena conferir. Mas eu não esperava o vício. Ano passado, eu nem sabia que esses livros existiam. E hoje, estou lendo o quarto livro em inglês.

    Meu coração dói por Pan Am. Uma série tão gracinha e tão menosprezada pelos americanos. O mesmo vale pra Hart of Dixie. Não sei o que se passa na cabeça da audiência americana, certas horas.

  • Raffael

    Pretendo assistir:

    -Homeland
    -Game of Thrones
    -Pam Am
    -Shameless e
    -Hart of Dixie

    Revenge, The Voice e Once Upon a Time já assisto ….

  • Fran

    Awkward,hart of dixie e new girl sao xodozinhas ja estao na lista de series queridinhas.Olha que eu nao tenho a menor paciencia para assistir series novas,sempre assito series antigas que ja tem varias temporadas e ate ja acabaram vide:Gilmore gilrs,felicity,dawson’s creek,friends,beverly hills 90210,pushing daisies,dead like me,samantha who?,drop dead a diva,the big bang Theory,ou seja nem pensava em adicionar series novas na minha lista ja gigante e me aparece essas tres que sao imperdiveis!2 broke girls tambem é otima.

  • Estou aproveitando uma semana de recesso pra colocar as séries novas em dia, e a falta de vontade de continuar Hart of Dixie me faz concluir que larguei a série. Concordo que os personagens são carismáticos, mas acho que Rachel Bilson está super canastrona e nem as semelhanças com Stars Hollow salvam.

    Já New Girl deve ganhar outra chance comigo. Vai que melhorou?

    Pan Am podia ser ótima, mas não me conquistou. Já Once Upon a Time é uma icógnita pra mim. Onde é que as pessoas estão vendo tudo isso de bom na série, meu deus? Onde?!

    Agora só me resta criar coragem pra assistir American Horror Story.

    Ah! E pra quem gosta de série teen: Awkward é tudo o que Malhação gostaria de ser e nunca conseguiu – nem conseguirá.

    • Andrezza

      Cristal,
      Onde você parou em Hart of Dixie?
      Quanto a New Girl, acho que 3 episódios valem cada minuto: 1×01, 1×06 e 1×09. Os outros foram sem graça.
      Awkward é ótima, agora vivo fazendo campanha pra pessoas assistirem.

  • Sandro Fonseca

    concordo bastante com a lista, acompanho quase todas.
    NG e 2BG são queridas comedias q acompanhei este ano.
    Me impressionei com Boss e Once Upon a Time.
    AHS ñ me assustou como achei q seria, mas curti a serie.
    Game of Thrones esta em outro nivel de minha aceitação. Não tenho muito palavras pra descrever. Incrivel. Otima.

  • pat

    Das séries mencionadas as únicas que assisti foram Hart of Dixie, que eu amo (já estou eu crise de abstinência de Wade) e New Girl, que não me conquistou e já larguei.
    Morro de vontade de assistir Homeland (desde a 1ª vez q li sobre essa série me interessei, mas tô meio sem tempo pra uma série nova) e quem sabe dar uma espiada em Once Upon a Time que todo mundo elogia.

  • Realmente, 2011 foi um bom ano pras estreias.

    Game of Thrones e Once Upon a Time são as melhores séries do ano pra mim, de longe. Da primeira já esperava muito (comprei os 4 primeiros livros agora no natal, pretendo ler em breve), mas da 2ª, confesso que não esperava muito e fui totalmente surpreendido.

    Awkward, Boss Homeland estão na minha lista de ‘must see’ e New Girl eu abandonei. O resto vem me deixando satisfeito… E realmente, The Chicago Code era excelente, o cancelamento foi uma pena.

  • fernando

    American Horror Story presente nas “maiores decepções” e “melhores estreias” isso sim é uma série que divide opiniões…rss

  • Ohh, sumiu as repostas em relação ao comentários? humm, eu achava isso interessantes.Hahha. A preferida, que mora no meu coração, é Homeland, a série é inacreditável de tão boa, surpreendente, com ótimos atores e personagen, vi todos os episódios, e para mim é a melhor estréia. Game of thrones também é excelente, boa história, bons personagens e muito bem feita, e tem suas surpresas também. Haha. Once Upon a time é cativante, e eu não esperava que série fosse ruim não, já que sou leitora de fables e sei que algo nesse universo pode ser muito bom. Não chega perto de fables, mas é um história bonitinha e tal e gosto de ver. Ahh, ontém assisti o piloto de revenge, gostei, e vou continuar acompanhando, mas sou um pouco suspeita para falar já que gosto de histórias de vinganças.

    • Sumiu não Cíntia! Foi um erro no blog, mas já está de volta! 🙂

  • Paulo Henrique M. Seixas

    me deu o aperto bom no coração quand vi minhas series preferidas de 2011 no post: Game of Trhones, Awkware, 2 broke girl, once upon a time, revenge

  • Paulo Henrique M. Seixas

    Esqueci de dizer, os autors do post podiam fazer um com as mais esperadas de 2012, Alcatraz, dallas …

    • Já está agendado Paulo. Estamos na fase de produção do post. 😉

  • Cícero Alexandre

    Gostei muito de Boss e Pan Am.

    Ah, bem que podia rolar review de Boss por aqui, João Miguel!

    abraços

    • João Miguel

      Cícero, vou fazer um “Vale Cada Minuto” ano que vem 🙂

  • Wander

    Excelente lista!!!!! Em lista anteriores aki no APS, eu sempre sou o chato que vem reclamar porque acho que ta faltand alguma coisa, haha, mas dessa vez está EXTREMAMENTE impecável! tudo, tudo, tudo… O que no final mostra que compartilhamos a mesma opinião, haha! 🙂

    Não posso deixar de comentar sobre Revenge! Eh meu amor dessa fall season, tavez não seja o melhor roteiro, nem o mais inovador.. Mas a trama tipica de novela, com o cenário glamouroso de Hampton, mais um elenco afinado, ótimas atuações de Emily VanCamp e Madeleine Stowe, mais traições e conflitos, e citações de Confúcio fez eu ficar totalmente fascinado pela serie! Espero que dure por muitas temporadas e não perca o folego…

    E se Revenge eh meu amor, Hart of Dixie é minha paixão adolescente.. eu simplesmente fikei caido por essa serie, eh tão cute, tãaaaaaaaao cute, que dá vontade de pegar a Rachel Bilson e apertar numa braço! A trilha sonora perfeita (a melhor em minha opinião em todas as series atuais, junto com TVD), mais a quimica com entre a Zoe e Wade, faz eu adorar essa serie!

    Outra q

    • Wander

      Outra que eu fikei apaionadissimo eh Once Upon a Time, apesar dos ‘defeitos especiais’ de gosto duvidoso, a historia eh apaixonante e linda.. Destaque para a grande vilã Regina!

      A serie que mais me prendeu com certeza foi Homeland. Um suspense psicológico pra ninguem colocar defeito! Faço coro a quem dizer que eh a melhor estreia dessa fall season.. A atuação da Claire Danes eh de saltar aos olhos! Emmy e GG eh pouco pra essa mulher!!! Sua atuação nos 2 ultimos episodios foi tão intensa, que eu fikei estupefato! Só achei o desfecho da Carrie e Brody insatisfatório, para um roteiro tão complexo e rico, em minha humilde opinião eles buscaram um desfecho “fácil e previsivel” demais; pra mim eles deveriam ter ousado mais… Nada que tire os meritos da serie..

      American Horror Story eu gosto muito.. Mas como toda criação do Ryan Murphy, eh meio montanha russa, vai de momentos OTIMOOOS a furos gigantes e absurdos, que ate incomodam.. Eu ainda nao vi a SF, mas pelos comentarios a grande maioria detestou. Enfim, no aguardo da prox temporada..

      Ah, cansei de comentar haha! Mas tou grande destaque a Shameless, excelente remake da serie britanica; Game of Throne falar que eh uma das series mais impecaveis que eu ja vi na minha vida , eh chover no molhado; The Voice, que foi um excelente reality (exceto pelo vencedor, Alooo Dia Frampton sambou na cara de todox), mas os jurados totalmente antenados e em harmonia, e inovou em diversos aspectos, numa categoria de reality que ja ta ficando enjoativa… 2 Broke Girls uma das comedias mais adoraaaveis, eu adoroo e dou muitas risadas com essa serie, ate pq (sabe Deus Lá porque) eu adoro ver ela de madrugada, e ja acordei meu irmão no outro quarto com minhas gargalhadas, principalmente com a Caroline!

      Feliz ano novo a todos da equipe do Apaixonado por Series! E parabens pela lista1 😀

  • Maria Leonor

    Galera e The Glee Project?Quase ninguém se lembrou,mimimi…Foi ótimo ver aquele reality com pessoas quase desconhecidas pelo publico chegar pra animar o hiatus de Glee.The Glee Project foi ótimo porque nos fez rir, chorar, se encantar pelos participantes(como não se encantar pela divertida amizade entre Damian e Cameron?Como não se encantar pela linda voz de Damian, Cameron, Lindsay e Marissa?),torcer muito por eles, ver todos os participantes se tornarem queridos pela galera aqui fora e quatro deles ainda estarem em Glee?Com certeza,esse ano transformou a vida desses garotos que antes não passavam de anônimos para agora estrelas!Com certeza TGP foi uma das melhores surpresas do ano *-*Feliz ano novo para todos vocês do APS!

    Ps:Ai, bateu uma saudade de TGP agora, 🙁

    • Alex Tavares

      Isso que ia comentar também! Cadê “The Glee Project”? O reality, mesmo com a característica de ter dedos de Ryan Murphy, por isso as injustiças eternas (saída da Emily e Marissa são exemplos de injustiças), TGP conseguiu em 10 episódios ser muito melhor que Glee, tanto no quesito “história” como no quesito música. Se Glee conseguisse distribuir muito bem as músicas do mesmo jeito que TGP, a série melhoraria exponencialmente.

      Pra mim, TGP foi o melhor reality que estreiou em 2011.

  • Ana Carolina

    Olá,

    das séries mencionadas confesso que amo a maioria (Revenge, Switched at Birth, Homeland, Once Upon a Time, Hart of Dixie, Pan Am, Awkward). Muitas também me surpreenderam (Chicago code e Game of Thrones). E concordo que foram muitas as boas estréias nesse ano. Mas como ninguém lembrou de Suits!!!???

  • Thiago Lemos

    Boss foi, senão a melhor, uma das melhores séries do ano!

  • Fernando Freire

    cadê suits,para mim a melhor série de 2011!!!

  • Sara

    Das séries mencionadas nesta lista, para mim a melhor série de 2011 foi o “switched at birth”!
    Sem dúvida uma grande série que cativa-me bastante e quando acaba fico logo com vontade de ver o que vem logo a seguir. Ao contrario de algumas pessoas que nunca viram a série devem estar a pensar, apesar de as personagens principais (as raparigas trocadas à nascença serem adolescentes, o que faz com que esta série parecesse juvenil), “SaB” não é bem uma série “teen” tipo aos da Disney e MTV ou de outras como “Gossip Girl”, “90210”, “The Vampire Diaries”, “Pretty Little Liars”, etc… mas sim um drama familiar.
    Gostei bastante das interpretações de actores como Constance Marie (que faz Regina, a mãe biológica de Bay, interpretada por Vanessa Marano), Lea Thompson (Kathryn, a mãe biologica de Daphnee), Austin Butler (Wilke, o melhor amigo do irmão biológico de Daphne, Toby, que é intrepetado por Lucas Gabreel de HSM) e principalmente de Sean Berdy (Emmett, o melhor amigo de Daphne que sofre de deficiência auditiva), Marlee Matlin (Melody, mãe de Emmett que tal como o seu filho, sofre o mesmo problema da surdez)e Katie Leclerc (Daphne, uma das raparigas trocadas e que tal como Emmett e a mãe dele, sofre também de defeciência auditiva). Estes últimos 3 actores que referenciei(Katie, Marlee e Sean)fazem uma excelente interpretação com as suas personagens surdas que até quando olhamos para eles na televisão/computador esquecemos que afinal isto é apenas ficção e ao mesmo tempo dá-nos uma grande lição de vida que os deficientes são pessoas normais como nós mesmo tendo os seus problemas!
    Para quem ainda não viu, recomendo “SaB” e acredito que não se irá arrepender =)

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Primeiramente, #foratemer. E se você ainda não conferiu a última temporada de House of Cards, não se preocupe, esse texto não contém spoilers, – apenas reflexões. Pra gostar de House of Cards você precisa torcer pelos Underwood. Claro, a gente sabe o quanto eles são escrotos, mas é ficção, certo? Não tem problema torcer pelos vilões. Ou pelo menos era o que pensávamos em 2013, quando a série estreou. Mas de lá pra cá a política mundial virou de ponta à cabeça. Os Estados Unidos elegeram Trump e nós tivemos Temer enfiado goela abaixo. Isso sem contar os acontecimentos dignos da ficção, como a morte de Teori Zavascki, a delação do Joesley e os testes nucleares da Coréia do Norte. […]

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